A Vogue America fez um ensaio de lingerie com mulheres lindas, sexy e sem a neura do “corpo perfeito”, aí o que aconteceu? FICOU PERFEITO. Há quem diga que estas são modelos plus size, mas assim como a revista, eu só acho que elas sejam mulheres reais de diferentes tamanhos. A proposta não é que elas usem tamanhos grandes, a proposta é mostrar mulheres verdadeiras. Sem Photoshop, com gordurinhas. Sem pele perfeitamente lisa, com celulites. Não dá para não achar o corpo delas lindo, não dá para não achá-las sensuais, engraçadas, mulheres incríveis. E, sim, a barriga delas dobra quando elas sentam. O peito delas não é duro e empinado de silicone. A gordurinha lateral fica marcada na calcinha, o braço não é fino, não faz vão entre as pernas… E isso, minha gente, não é o anormal, o estranho, o diferente, isso é apenas o que acontece na frente do espelho da maioria das mulheres – gordas, magras, medianas. Enfim, achei o ensaio de lingerie lindo e com muita sensibilidade. Olha só:
Ensaio de lingerie com beleza natural
E o melhor, a revista gringa não rotulou as modelos como plus size... Nada disso! O ensaio é sobre o sutiã em todos os tamanhos, formatos e modelos. Será que é finalmente o fim dessa segmentação? Será que a gente pode apenas parar de dividir as mulheres entre gordas ou magras e finalmente começar a pensar a mulher como uma peça única? E a partir daí pensar a moda não para uma ou outra, mas para todas, seja de qual tamanho forem!
Achei rico esse ensaio e a prova de que você, com as suas gordurinhas, pode ser SIM muito sexy na sua lingerie! Porque você não é diferente dessas modelos nas fotos, você não é pior ou melhor que elas. Entre todos esses corpos tão diferentes no ensaio, poderia estar o seu também. Então, me diz, por que você também não ficaria tão linda assim em uma lingerie?!?!?
Enfim, gatonas, só queria compartilhar. O que vocês acharam? Me contem TUDO nos comentários e vamos lá no meu Facebook ou no Instagram @ju_romano conversar mais
Olá queridas, as meninas da Flaminga me chamaram para realizar um ensaio muito fofo com muita diversão plus size! A proposta era que eu escolhesse entre a imensidão de peças bacanérrimas da Flamingaas que eu mais gosto e mais fazem o meu estilo para vestir e, claro, se divertir. O resultado não poderia ter ficado mais incrível! Além das peças serem a cara da riqueza, elas ainda carregam todo aquele toque de personalidade, com cores fortes, estampas fofas, modelagens sensuais…
Enfim, vou colocar algumas aqui, mas você pode ver TODAS nesse link http://goo.gl/rXwDqa
Ensaio plus size fashion ♥
Ai como eu sou invejosa, hua hua hua brinks, também quis fazer um vídeo no banheiro retrô da Flaminga, porque achei divertido e AMO essas coisas com carinha de antigas e também porque dá para ver a roupa no corpo, como ela se movimenta e tals… Aperta o play!
Enfim, para quem sempre me pergunta, eu não sou modelo (o que não me impede de ser uma plus size fashion, viu?!), tenho 1,57 m de altura e 125 cm de quadril (tipo tam. 50), por isso acho tão legal esse tipo de ação. Dá bem pra ver como as roupas que a gente quer comprar na loja funcionam tanto na modelo, que é mais alta, proporcional e veste entre 46 e 48, quanto na gordinha baixinha (eu \o/) com quadris maiores que os ombros e tal. O que me faz pensar que tudo pode ficar muito bem em todo mundo!
Voltando às peças, não sei nem dizer qual foi a minha favorita! Eu gostei muuuuito dos looks para “balada”, como a calça preta legging (sabia que essa calça hidrata as pernas enquanto você usa?!) e o peplum preto. Me senti MUITO sexy! E o vestido de corações conquistou o meu coração plus size, porque achei TÃO fofinho. ♥ Estou desejando tudo ainda hua hua hua
Enfim, gatonas, o que eu mais gostei no ensaio plus size fashion foi ter visto a quantidade de peças legais para nós, as opções de diferentes estilos e o conforto. Bom, todas as peças são da Flaminga.
Espero que você tenha curtido tanto quanto eu! Me conta TUDO nos comentários e vamos lá pro meu Facebook ou no Instagram @ju_romano conversar mais
Olá queridas, há tempos fico olhando ensaios plus size e vejo o mercado da moda plus evoluindo como um todo. São roupas melhores, modelos melhores, eventos melhores… Tudo caminhando em direção da profissionalização e aos poucos concorrendo em qualidade com o mercado de moda “comum”. E mais importante que a concorrência é a inserção. É ver que a produção com a moda grande poderia muito bem estar em qualquer revista boa, em qualquer catálogo chique com a modelo 48, com as coxas grossas, com o rosto redondo, com o braço gordo… Tudo tão diferente do que a gente tá acostumada a ver na mídia, mas ao mesmo tempo tudo tão lindo que a gente mal repara a diferença do ensaio plus size para o ensaio de “tamanhos comuns”
E para provar que de fato as coisas estão lindas, ousadas e partindo para o lado aspiracional vim mostrar o ensaio plus size Mono Doll a seguir, que foi clicado pela fotógrafa Ariana Líbini, especializada nesse segmento desde 2008, estrelado pela modelo plus size catarinense Raphaella Tratsk. As fotos foram inspiradas na tendência P&B (preto e branco) e ganharam o efeito negativo, que foi colocado nas imagens justamente para aumentar o contraste entre essas duas cores.
Bom, gatonas, achei fofo o ensaio, as peças e a modelo com toda essa desenvoltura na hora de fazer as poses. Achei digno e você?! Me conta tudo aí nos comentários e vamos lá pro meu Facebook ou no meu Instagram @ju_romano
Olá queridas, para quem não sabe, eu fui a stylist convidada das 3 primeiras coleções da Olook Curves. E agora saiu a nova coleção plus size cheia de roupas para trabalhar lindas e maravilhosas, com aquela pegada fashion sem deixar de lado o porte elegante necessário no trabalho.
Esse ensaio a gente fez combinando azul e preto, duas cores ótimas e super democráticas, que são discretas e caem bem para todos os tons de pele e em todos os corpos. Das camisas, saias lápis e saltos finos às calças jeans estampadas e sapatilhas (para quem pode se vestir de uma maneira mais casual), a coleção está puro luxo!
Olha só, quem não quer essas roupas para trabalhar? Eu quero!
Esses dias li um comentário que revirou o meu estômago. Em uma galeria de fotos de um desfile plus size de um site grande, o primeiro comentário era de uma menina que dizia: “ridículo. Não encontro outra palavra para descrever a hipocrisia da situação. Essas mulheres que supostamente, se aceitam gordinhas, se amam como são, estão mentindo! Querem morrer quando vêem uma mulher magra e linda passar em sua frente e dariam um rim por um corpo magro e bonito. É triste tentarem nos vender a idéia de que ser gordo é bonito, é bom. Essas mulheres devem sofrer pacas para amarrar um sapato, abotoar uma calça. Gente, se aceitar é muito diferente de mentir“. (Só tive vontade de responder na hora: não, sua ignorante, eu sou plus size e nunca sofri para amarrar o sapato e também não sofro para abotoar minhas calças 50 que me fazem mais feliz que a tamanho 36, beijos. Mas tive preguiça…)
Esse não é o primeiro comentário que ouço do tipo e até eu já fui até atacada com esse tipo de julgamento (de acharem que meu amor era hipocrisia). A verdade, querida leitora, é que, como você pode ver pelo comentário acima e outros semelhantes, se você não gosta do seu corpo, você não é a única. A real é que uma pessoa que faz um comentário desses, na verdade está falando do próprio corpo. E pouco importa se ela é magra ou gorda, importa só que claramente essa pessoa não consegue aceitar que alguém ame o que vê no espelho, pelo simples motivo que ela mesma não consegue – daí a crença na impossibilidade de tal situação. Sinto pena e acho recalque…
Mas, como a vida é justa, aconteceu que, EXATAMENTE no mesmo dia, uma leitora me apresentou essa pessoa incrííííível….
O antes e depois do avesso: Taryn teve mais de 3 milhões de likes nessa foto
Então, não vamos transformar o caso todo em um exemplo infeliz, vamos trazer a discussão para o lado positivo. A verdade é que não importa como é a sua imagem na frente do espelho e, sim, o que você tem dentro da cabeça. A prova disso é a Taryn Brumfitt (a moça da foto acima), uma fotógrafa que odiava com todas as forças o seu corpo plus size e que, um dia, resolveu mudá-lo. Começou a emagrecer, fazer academia, entrou até para concursos de beleza … E nada, absolutamente nada, mudou! Ela continuou odiando o seu corpo magro, da mesma forma que odiava o gordo.
Certo dia ela estava em uma praia e uma completa desconhecida levantou ao seu lado e gritou: “Oh! Olha lá! Tem uma outra mulher com só um peito, igual a mim!”. Quando Taryn olhou as duas mulheres haviam perdido um peito e elas estavam lá felizonas na praia, amando seus corpos. E foi aí que ela se deu conta de que as mulheres são sempre levadas a acreditar que elas não são bonitas o suficiente, são levadas a acreditar que têm que ter mais peito, menos celulite, menos gordura, mais bunda, mais cabelo, menos estrias, etc. As mulheres sempre são instigadas a ficarem infelizes consigo mesmas – e propagam esse tipo de pensamento, como visto no inicio do post o comentário desagradável.
Pensando nisso ela resolveu criar um movimento chamado The Body Image Movement e entrevistou mais de 100 mulheres pedindo para que elas descrevessem seus corpos em uma só palavra. O resultado? Triste. A maioria escolheu uma palavra pejorativa.
Para mudar a mentalidade das pessoas e mostrar que SIM VOCÊ PODE SER FELIZ COMO VOCÊ É, ENTÃO AME SEU CORPO ela resolveu fazer um documentário chamado #EMBRACE. A fotógrafa fez um teaser onde mostra um pouco das entrevistas, de sua vida e de suas inspirações, assista:
Eu achei emocionante, primeiro porque eu passei pela mesma situação (já fiquei magra e continuei odiando meu corpo, só fui me amar depois de gorda) e segundo porque me dói o coração ver pessoas lindas e perfeitas, achando seus corpos “nojentos”, “imperfeitos” e outras coisas absurdas que apareceram no vídeo. Mas a verdade é que a maioria das pessoas acha seu corpo feio e eu pergunto, por quê?!?! Meninas magras, gordas, altas, baixas e tantas outras acham que são imperfeitas, acham que têm muito para melhorar, mas nunca se dão conta que o ideal não existe e que elas já são lindas.
Existem meninas como a pessoa que fez o comentário do início do post, pessoas que não acreditam que é possível amar seu corpo do jeito que é. Mas, gente, é possível, sim! E se você é gorda e acha que se amaria mais se fosse magra, eu te digo uma coisa: você não vai se amar mais se emagrecer! Você pode se amar mais porque começou a se cuidar mais, começou a ter mais vaidade, começou a se sentir mais confiante, mas isso não tem NADA a ver com o peso que tem na sua balança. Se você se prestar mais atenção às suas qualidades do que aos seus defeitos, vai começar a se amar do jeitinho que é (magra ou gorda). Enquanto se ficar aí, esperando emagrecer para se achar bonita, só vai ficar cada vez mais infeliz.
Por isso acho importante falar e compartilhar esse tipo de projeto, esse tipo de vídeo e esse tipo de post, porque É NOSSA OBRIGAÇÃO ajudar todas as nossas amigas a se enxergarem como elas são: lindas e perfeitas. E não importa o que digam…
Como eu posso ajudar?
Se você gostou da ideia do documentário, a Taryn está arrecadando doações nesse site aquipara conseguir finalizar as gravações e edições do seu projeto. Se não puder doar uma quantia, já ajuda muito compartilhando a ideia para amigas e pessoas que se interessam pelo assunto!
Por hoje é isso meninas, o texto ficou enooorme mas acho o assunto super sério e muito válido. O que você achou? Me conta tudo aí nos comentários e vamos lá pro meu facebook conversar mais
Estrelado pelas modelos Elly Mayday, Laura Wells e Kerosene Deluxe, o documentário plus size chamado “A perfect 14” (referência ao tamanho 14, plus size), explora o universo das moda plus e as mulheres incríveis que lutam todos os dias para remodelar os padrões de beleza vigentes.
As três meninas contam cada uma a sua história, como foram cobradas para ter um corpo “padrão” e como isso afetou a vida de cada uma. E nem tudo ficou fácil depois que elas se aceitaram. A Elly Mayday, por exemplo, quando estava prestes a assinar um contrato com uma mega agência de NY (ela é do Canadá), descobriu que tinha um câncer raro de ovário e teve que lidar com o tratamento que a fazia variar o peso e perder o cabelo – além de adiar todos os planos de carreira, é claro. Já a Kerosene Deluxe é o tipo de mulher arretada que a gente ama. Sua infância traumatizante a estimulou a ser uma porta-voz contra o bullying e contra a gordofobia. Detalhe: ela é uma lenda plus size, já saiu em milhares de capas de revistas e campanhas, com o plus de ser toda tatuada (too cool to be cool, beijos).
Além das histórias pessoais, o filme ainda coloca em pauta a controvérsia do termo “plus size”, que segrega as mulheres, e a duvidosa falta de diversidade nas revistas e campanhas.
O documentário plus size foi idealizado e produzido pelos diretores canadenses James Early O’Brien e Giovanna Morales Vargas. Assista o trailer abaixo, em inglês:
O que me deixou com mais vontade ainda de assistir esse filme foi uma das frases finais, da qual eu compartilho o mesmo pensamento: “é importante amar seu corpo porque você tem que viver nele. Ele deveria ser seu mundo, deveria ser seu templo, deveria ser amado e respeitado… E vestido de forma adequada!”. O que dizer?? Puro amor!
Como você pode ajudar essa causa
Os produtores do vídeo estão fazendo uma arrecadação para levantar fundos para a pós-produção do documentário plus size. Para isso, eles criaram a possibilidade de doações através do IndieGoGo. Qualquer pessoa pode doar. Compartilhar a ideia também é uma forma de ajudar, já que se você não puder doar dinheiro, pode ajudar a informação chegar a quem possa. Site para doação: https://www.indiegogo.com/projects/a-perfect-14
Para finalizar o post com orgulho plus size, apenas essa foto ÓTIMA!
Curtiu o post? Então ajuda a espalhar esse projeto e vamos fazer barulho!!!!
Antes que você pergunte “onde comprar“, já vou avisando: não conheço nenhum lugar específico muito bacana para comprar vestidos de noiva plus size, que eu recomendaria para uma amiga – logo, não vou recomendar pra você. No entanto, sei que quando chega a hora do desespero casamento, muitas noivas procuram costureiras para fazerem seus vestidos de noiva plus size. Por isso, reuni aqui 25 modelos para você tirar inspiração na hora de procurar ou mandar fazer.
Dica: se você não estiver a fim de desembolsar a maior grana da sua vida para fazer um vestido que você só pretende usar uma vez, vale negociar com as lojas que alugam vestidos, muitas vezes eles topam fazer o primeiro aluguel. Aí você manda fazer o vestido do jeito que quiser e paga só uma parte, já que vai deixar lá para outras pessoas alugarem depois ;).
Obs: todo mundo me pergunta da Rua das Noivas, aqui em SP, mas como eu nunca casei, então nunca procurei vestidos e nem sequer passei por lá. Então, não tenho propriedade para indicar, sorry!
Bom gatonas, essas foram as inspirações de vestidos de noiva plus size para todas as gordinhas do mundo arrasarem no altar! E também, pra provar que essa neurose de regime pré-casamento é só uma desculpa para enlouquecer ainda mais, porque dá SIM para ficar linda e maravilhosa com o corpo que você tem. Afinal, se o casamento não foi arranjado às cegas, então seu marido sabe muito bem como é o seu corpo e gosta dele assim: sem tirar nada (aliás, na verdade se tirar toda a roupa ele vai até gostar mais hua hua hua).
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Olá queridas, não sei se vocês já ouviram falar da Hilda, uma pin-up plus size que desafiou as pin-ups magrinhas e sem barriga da década de 50 e foi um sucesso, estampando os calendários, até os anos 80. Foi só em 2012, quando seu criador Duane Bryers faleceu que um galerista republicou suas obras e a Hilda voltou a fazer sucesso, com seu corpinho curvilíneo e provando que dá sim para ser sexy e divertida estando fora dos padrões – até para os padrões de desenho!
Hilda foi uma pin-up à frente de seu tempo e apertou o botão de start para o movimento de aceitação, que vivemos hoje, mais de 60 anos depois. Se você me perguntar, eu acho que a Hilda foi relembrada e voltou a fazer sucesso em 2012 porque casou bem com essa onda atual de aceitação e de rejeição à “perfeição criada”. Acho que uma parcela da população (a parcela que não entrou na onda fitness) começou a voltar os olhos para as curvas naturais do corpo, passou a enxergar beleza no que é real e natural, como as curvas, gordurinhas e formato de corpo da pin-up plus size Hilda: uma mulher com quadris, peitos, pneuzinhos, etc… O que você acha?
Hua hua hua fofo. né?! Eu adoooro a maneira que Duane Bryers retratou o corpo da mulher, principalmente durante as atividades rotineiras. Amo quando ela está inclinada, fazendo alguma coisa, e as dobrinhas laterais aparecem. Isso é super real! É o que acontece com 99% da população, quando se inclina e o que toda mulher tenta negar e “consertar”. Amo essa sambada na cara da Hilda, mostrando: “olha tô de biquini, tenho gordurinhas e estou sendo feliz. BJÓN sociedade”!
HILDA ARRASA!
Me empolguei? Acho que sim, mas merecido, vai?!
Por hoje é isso, você conhecia a pin-up plus size Hilda, de Duane Bryers? Me conta o que achou aí nos comentários, então!
Olá queridas, eu adoro olhar ensaios de modelos plus size e fico muito feliz quando encontro algo realmente inspirador como o calendário plus size da blogueira e modelo Nadia Aboulhosn. O blog que leva o nome dela é muito incrível e encorajador e seu calendário plus size não poderia ser diferente.
Eu fico muito feliz em ver, cada vez mais, as mulheres se expondo dessa forma artística e tão bonita, mostrando que todas nós somos lindas, independente do tamanho do manequim ou das celulites. Me deixa imensamente feliz ver o sucesso de mulheres assim, que não são escravas da beleza, mas nem por isso deixam de se cuidar. Acho que todas nós temos uma beleza interior louca para se libertar e se expressar no nosso exterior – e temos todas as ferramentas para que isso aconteça nas nossas mãos, é só acreditar.
Para provar que nenhuma de nós precisa se esconder, a Nadia fez esse ensaio maravilhoso, digno de revista (ou melhor, de calendário hua hua), clicado por Alex Vanderheyden e com make feito por Ciara Ayako. Olha só:
Em entrevista ao Refinery 29, Nadia contou o que a inspirou e o que ela quis passar com esse ensaio “Eu quis realmente focar na beleza de ser diferente. Hoje em dia temos tão pouca individualidade. Eu costumava a ser zoada por causa das minhas sobrancelhas grossas, agora eu sou conhecida por elas. Então, eu quis realmente focar em algumas das minhas características favoritas”.
O calendário vai de abril de 2014 a março de 2015 e começou a vender no último dia 29. A notícia boa é que se você quiser comprar o calendário plus size da Nadia, ela manda entregar no Brasil. Custa US$ 28 (com o frete) e está à venda AQUI.
Enfim, gosto bastante do blog dela e achei lindo, o que você achou? Me conta aí nos comentários
Olá queridas, quando vi esse ensaio retrô de lingerie plus size com a modelo GG Whitney Thompsonnão resisti e PRE-CI-SEI compartilhar. Está tão fofo!
Pra quem não conhece, a Panache, marca de lingerie que produziu esse ensaio para a linha Sculptresse é cheia de boas ideias quando se trata de variedade. Ela tem modelos com quadris bem largos, peitos grandes, barriguinha, etc… Acho muito democrático uma loja se propor a atender diferentes tipos de corpo e mostrar isso com muito orgulho!
Fiquem com a linda Whitney Thompson e o ensaio de lingerie plus size mais lindinho ainda:
E aí, o que acharam? Antes que alguém fale que ela é magra para ser plus size, vamos lembrar que plus size é qualquer mulher que vista acima do 46, ok?
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