Instagram baniu a hashtag curvy e gerou polêmica | #bringcurvyback

Wooow está rolando o maior bafafá na gringa depois que o Instagram baniu a hashtag CURVY. Segundo o aplicativo, o sumiço da #curvy foi uma tentativa de impedir as fotos com nudez que apareciam sob o chapéu da hashtag.

Maaaas as gringas plus não perderam tempologo se uniram e começaram a postar com outras 2 novas hashtags e fotos maravilhosas. Em protesto surgiu a #curvee e a #bringcurvyback, hashtags que você também pode fazer parte! É só postar uma foto linda, mostrando suas curvas – vestida normal, de biquíni, de top cropped, de burca ou como quiser – e marcando suas fotos com a hashtags.

Eu já bem postei a minha com o último look com decotão:

 

Tirei até um print do que aconteceu ao clicar em cima da hashtag curvy depois que eu postei: 

 

ATENÇÃO: Se não quiser ver nudez, cenas de sexo, etc, não clique nos links! Em uma pesquisa rápida (de literalmente 2 minutos), eu achei a hashtag #toplesstuesdays (aqui) e #titsfordays (aqui), a primeira com MUITOS peitos de fora e a segunda com cenas realmente de sexo e até vídeos.

Então, agora, fico me perguntando: por que a hashtag curvy foi REALMENTE tirada do ar? Será que era para banir as cenas de nudez do aplicativo ou será que é porque um movimento de mulheres amando seus corpos incomoda TANTO que esse movimento sofre boicote de todas as formas? Se é para tirar a tal da nudez do a aplicativo, por que não começar com palavras e termos óbvios em vez de fazer a inquisição com um movimento tão bonito quanto o da autoaceitação?!

Fica a reflexão e o convite para entrar nesse protesto e taguear as fotos que você curte com #curvee #curvy e #bringcurvyback e a gente pode criar a nossa brasileira: #VOLTACURVY

 

Enfim, vocês tinham reparado a ausência da hashtag curvy? O que acharam? Me contem tudo nos comentários

 

 

Por hoje é isso

 

HUA HUA

BJÓN

Espelho Torcido: um curta sobre autoaceitação

Em 2 minutos e ao som de um violino pesado, a corajosa Luiza Ribeiro expõe o que todas as mulheres (magras e gordas) sofrem: a crítica à tudo que supostamente está errado em nosso corpo. São as gorduras da barriga, a flacidez da coxa, as estrias…

Nesse curta, tão comum a nós que o vemos todos os dias perante nosso próprio espelho, Luiza “contesta a definição de um corpo belo mostrando que o sublime se encontra até em corpos esteticamente grotescos”, como define a própria autora.

Só discordo em uma coisa: não acho nada grotesco. Acho que cada parte do nosso corpo conta uma história, cada estria, cada gordurinha, cada celulite… Eu confesso que achei lindo e fiquei curiosa para saber mais da Luiza, e você? Aperta o play:

Espelho Torcido from Luiza Ribeiro on Vimeo.

 

A Luiza contou ao Entre Topetes e Vinis como foi fazer o curta. “É um vídeo bem simples inspirado nas vídeo artes do início do cinema, mas para mim foi um grande passo em direção à autoaceitação. Colocar meu corpo escancarado na tela para todo mundo ver não foi nada fácil (ainda estou tremendo de pensar)”, confessa.

A cineasta ainda disse que o blog foi uma grande inspiração. Então, eu fico muitíssimo agradecida por inspirar esse tipo de obra! Muito obrigada Luiza, que venham muuuuitos mais! <3 Se quiserem seguir a Luiza e seus projetos, a página do curta Espelho Torcido é essa AQUI.

Por hoje é isso meninas, acho que a gente deveria espalhar esse tipo de vídeo pelo mundo para TODAS as pessoas se acostumarem com uma estética mais realista.

E vamos lá pro meu Facebook conversar mais!

 

HUÁ HUÁ

BJÓN

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