Oi, gente linda! Essa semana foi bombadíssima de notícias plus size e temos mulheres gordas fazendo bonito em revistas, temos gordas ao lado da nossa rainha Xuxa e também tem o início dos descontos da Black Friday, começando com descontos na moda praia plus size.
Então vamos às notícias da segunda semana de novembro na nossa amada gordolândia:
ALTAMENTE IMPAQUITADA
Xuxa apresenta programa pra falar sobre bullying e entrevista 2 mulheres gordas na estréia
O programa É da Minha Conta, da SaferNet em parceria com o Instagram, apresentado pela nossa rainha Xuxa, vai traçar as diferentes faces do bullying. Toda semana a Xuxa vai receber 2 convidados especiais que sofreram bullying quando eram mais jovens e o primeiro episódio é sobre gordofobia.
Com as convidadas Ray Neon e Jojo Toddynho, o episódio número 1 já está no IGTV da Rainha @xuxamenegheloficial e é muito emocionante além de super informativo.
Os episódios de É da Minha Conta vão subir uma vez por semana no perfil da Xuxa e eu já estou ansiosa pelos próximos!
SEM FILTRO
Instagram promete acabar com a era dos filtros de cirurgia plástica
O Instagram anunciou mais uma mudança na tentativa de deixar a rede social mentalmente mais saudável. Além do botão dedenúncia para anúncios relacionados a dieta e procedimentos estéticos, que já falamos por aqui, agora a rede social resolveu banir filtros de stories que imitam cirurgias plásticas transformando o rosto dos usuários.
Embora esteja ainda meio nebuloso qual vai ser o critério adotado para selecionar esses filtros, uma vez que os filtros da Kylie Jenner vão continuar existindo, por exemplo, a medida parece ser um passo a mais na tentativa de manter a relação dos usuários com sua imagem mais saudável.
GAROTA DA CAPA
Lizzo se consagra como ícone fashion na capa da Vogue Britânica
Chiquérrima e com peças cheias de volumes, a cantora além de estrelar o ensaio, também gravou um vídeo para o site da revista contando sobre suas primeiras experiências.
Eu acho lindo ver uma mulher gorda e negra conquistando os espaços da música e da moda. Lembrando que a Lizzo foi a primeira cantora gorda a ficar 2 semanas consecutivas no topo das paradas da Billboard.
LINDA E FLORIDA
Rita Carreira estampa 10 páginas da Cláudia novembro
Gente do céu, a Rita Carreira tá mesmo no auge, hein? Praticamente toda semana a gente tem uma notícia linda pra dar aqui e vou continuar enaltecendo mesmo! Dessa vez a nossa musa ocupa 10 páginas na edição de novembro da Revista Cláudia, e o mais legal é que NÃO é uma matéria de moda plus size, é um ensaio sobre a estampa floral onde o tamanho das peças ou da modelo sequer é uma questão.
Pessoalmente, acho esse o caminho ideal: uma modelo plus size ocupando um lugar que qualquer modelo de qualquer tamanho poderia ocupar e ainda passando uma imagem mais próxima à realidade da maioria das mulheres, com curvas e gordurinhas, e muito fashion como todas podemos ser.
QUEM QUER DESCONTO?
Cor de Jambo Moda praia faz Black Week com descontos de 10% a 50%
Atenção djóvens, porque é novembro e esse mês é a hora de aproveitar os descontos da Black Friday por aí. E a primeira que eu fiquei sabendo é a da Cor de Jambo Moda Praia, pra você já garantir seu maiô ou biquíni plus size com descontinhos.
A Black Week da Cor de Jambo começou hoje dia 08 de novembro e vai até o dia 15 de novembro, com descontos de 10 a 50% em todo o site. Para ver os modelos e aproveitar os descontos entre em cordejambo.com.br
Essas foram as notícias que me deixaram impactada nessa segunda semana de novembro, também falei delas em vídeo, aperta o play:
Me contem aqui qual foi a notícia que você mais gostou e se tem mais alguma notícia que você viu e eu não falei por aqui.
Olá queridas, não tenho como ser polida, educada, simpática, sensata ou qualquer outra coisa… Porque o que apenas consegui pensar e dizer foi “MAS QUE PORRA É ESSA?!?!” quando li a carta editorial da Mônica Salgado, a última de 2015 e que encerra o ano da revista Glamour. Me desculpe, mas faltou GLAMOUR na minha reação… E com razão! Eu não quero corroborar com a ideia insana de uma ex-gorda, que decidiu por desejo pessoal emagrecer, que toda gorda é, ou deve ser, infeliz. Ok, todo mundo tem uma opinião, inclusive as repórteres, e acho que todo mundo tem que buscar felicidade, mas uma revista apoiar um discurso que OFENDE e OPRIME a liberdade corporal da mulher é GRAVÍSSIMO. Também não acho que o “politicamente correto” é errado ou chato, principalmente quando ele significa RESPEITAR o próximo.
[blockquote author=”Kariny Grativol, produtora-executova da Revista Glamour” pull=”normal”]”Ei, não é OK ser gorda. Não é possível se sentir bem com obesidade. Falo com propriedade: fui obesa infantil e vivi o efeito sanfona por 15 anos, até fazer cirurgia bariátrica. Emgareci 47kg e hoje sou feliz com o meu manequim 44″ [/blockquote]
E vem cá, que merda é essa de dizer como as pessoas devem ou não viver? Que porra é essa de dizer o que é “OK” eu fazer da minha vida e o que não é? O quão legal, incrível e tão melhor que a minha é a vida dessas pessoas da redação pra dizer como EU devo lidar com as decisões sobre O MEU corpo e as consequências que isso terá para a MINHA vida?
Vou dizer o que não é OK: não é bom, não é saudável, não é educado e não é legal uma revista de circulação nacional apoiar – mesmo que indiretamente – discursos de ódio. Apoiar a opinião pessoal de uma repórter que afirma que ser gordo não é legal APENAS E UNICAMENTE aumenta o ódio e a gordofobia.
Vou te contar uma coisa Monica Salgado, a opinião da sua repórter não vai fazer eu entrar em um regime e também não vai fazer com que eu acorde mais magra amanhã. Mas INFELIZMENTE ela pode fazer com que uma série de leitoras da revista passem a me olhar com cara feia, nojo, pena ou que passem a se sentir no direito de julgar meu corpo só porque eu sou gorda – direito que NINGUÉM tem, aliás. Para mim, tudo bem, eu já aprendi a lidar com o meu corpo, a amá-lo e aceitá-lo, mas e para as meninas que ainda estão trabalhando a autoestima? E para as que sofrem bullying no colégio?
Falar que não é legal ser gorda não faz diminuir as doenças decorrentes da obesidade, apenas faz com que aumentem as consequências psicológicas da opressão corporal em quem é gorda.
Agora me diz, cara diretora de redação: A REVISTA GLAMOUR NÃO É FEITA PARA MULHERES? Por que então você está tentado tanto OPRIMIR a mulher com esse discursinho barato e cheio de chorume? Por que você não LUTA PELA mulher, pela sua liberdade e pelo seu bem estar em vez de tentar colocar todo mundo na mesma caixinha da infelicidade e preconceitos?!
Olha só, não é porque eu sou gorda (e talvez eu só entenda isso porque eu sou gorda) que eu tenho que pensar e me sentir como todas as outras gordas. Sem contar que essa repórter sofreu por ser gorda e viveu no efeito sanfona até fazer a cirurgia bariátrica provavelmente porque deixou ser influenciada por opiniões equivocadas sobre alimentação, regimes malucos e porque sempre sofreu pressão de discurso como esse que agora ela está reproduzindo e com o aval de um veículo de comunicação de alto alcance. Ou seja, ela se fudeu quando era gorda (como todas nós) e a agora está replicando o mesmo discurso opressor, que não ajuda e só piora a situação de qualquer gorda.
Sem contar as outras opiniões mesquinhas que eu não tenho tanta propriedade pra falar, mas sei lá, só acho que não é porque uma editora é super workaholic que isso desmerece as donas de casa por opção. Eu sou workaholic e namoro, mas não acho que é o trabalho, a carreira, o casamento OU um certo tipo de corpo que faz uma mulher ser mais mulher – ou ser mais “ok” e, portanto, apresentável.
Veja, é incabível para mim que em pleno século 21, com tamanha liberdade que já conquistamos e com tanto mais que buscamos, que uma revista me diga que o MEU corpo e MINHAS decisões não são aceitáveis. Eu não preciso que essa revista me defenda, porque não sou leitora e nem o público alvo dela, mas acho que o MÍNIMO é que ela não me ataque como mulher!
E eu fico com VERGONHA que alguns amigos jornalistas tenham que se submeter à tamanha humilhação de trabalhar em uma revista tão ATRASADA, MESQUINHA e IGNORANTE.
Sim, eu estou nervosa, inconformada e chocada. Esse é um post EMOCIONAL, porque eu não tenho como ser imparcial nessa questão. Só que as pessoas e os veículos TÊM que entender o poder que tem as palavras, a influência que têm os grandes veículos e como isso gera consequências na formação do pensamento social. Gente, não dá mais pra apoiar ou fechar os olhos para o preconceito e essa maneira simplista e excludente de pensar… E uma diretora de redação deveria ter VERGONHA do pensamento horrível de pessoas que trabalham sob o seu nariz e não apoiar esse tipo de estrume verbal.
Apenas minha opinião sincera, coisa que aparentemente a Monica Salgado valoriza acima de qualquer outra coisa, né?!
Olá queridas, eu sei que ontem teve vídeo também, mas é que eu não podia deixar de compartilhar esse vídeo da minha série com o Lucas, lá no MdeMulher…Se você não conhece o A Gorda e O Gay, clica aqui.
O fato é que esse episódio, apesar dos nossos sorrisos e da nossa tranquilidade ao falar, foi um dos mais tensos para gravar porque mexe com muitos sentimentos profundos, muita superação diária, muitos estalos psicológicos e mexe muito com a nossa autoestima.
A gente aceitou e quis se expor assim, sem filtro, para que quem visse o programa também soubesse que é difícil passar pelo processo de aceitação – do que for, seja do corpo ou da sua sexualidade – mas que depois que você entende a importância disso na sua vida e na vida das pessoas, você passa a ser realmente uma pessoa mais segura de si e mais empoderada.
Enfim, espero que vocês gostem do episódio de hoje e que isso lhes dê forças para se aceitarem do jeito que forem também!
♥ Como eu me assumi plus size!A Gorda e O Gay ♥
Enfim, até me emociono pela história de como eu me assumi e também pela história do Lu, que foi fisicamente sofrida também.
Para finalizar, só quero dizer uma coisa: quando tem AMOR envolvido ninguém sai perdendo… Seja amor pelo seu corpo, seja amor por alguém do mesmo sexo, seja amor pela vida! Amor gera amor, gente. Vamos amar e se amar? ♥
Olá queridas, sempre que eu vou contar minha história, sobre como eu encontrei minha autoestima e aceitei quem eu sou, eu conto que aos 19 anos eu fui para a terapia por achar que tinha alguma coisa errada em mim. De fato tinha. Eu descobri que o que estava errado em mim era me importar demais com o que as pessoas pensavam ao meu respeito.
Certo dia após eu esbravejar sobre como me incomodava o quanto uma pessoa me criticava a respeito do meu corpo Dona Vera, minha terapeuta, me perguntou:
– Seu corpo tem algum problema? Ele te impede de fazer o que você tem vontade? Você, Juliana, tem algum problema com ele?
E eu respondi:
– Eu não! Pra mim ele está ótimo assim, mas é que as pessoas ficam me criticando e falando uma série de coisas...
Antes que eu pudesse continuar, Dona Ver me cortou e disse:
– Juliana, se as pessoas têm algum problema com o seu corpo, com a sua personalidade ou com o jeito que você encara a vida esse é um problema delas. Não é um problema seu. Portanto, se isso incomoda elas e elas é quem ficam infelizes por você ser assim, por que você acha que é você que tem que vir para a terapia? Por que você acha que o problema é seu? São ELAS que se incomodam pela sua vida que deveriam estar na terapia.
Eu tive uma luz esse dia, porque tudo que eu sempre quisera fazer até aquele momento tinha sido um misto das minhas vontades mais as vontades dos outros. Até aquele momento, todas as decisões que eu tinha tomado tinham sido baseadas em um equilibrio frágil de “o que realmente me faz feliz” + “o que os outros vão pensar” e o resultado dessa equação era uma Juliana incompleta, infeliz e insegura.
Então comecei a me questionar: o que tem de tão ruim em mim, para eu levar a opinião dos outros mais em consideração do que a minha própria opinião?
A resposta, é claro, era NADA. Nada em você é pior ou melhor que em qualquer outra pessoa. Só que quando se trata da sua vida suas decisões têm mais peso porque são elas que vão definir as consequências para você e o rumo que sua vida vai tomar – ao contrário do que qualquer pessoa possa dizer.
Bom, lembrei disso porque assisti esse vídeo MARAVILHOSO no formato de TED, de um escritor canadense, o Shane Koyczan, que sofreu bullying durante a infância e fala muito bem sobre esse processo de autodescoberta e autoconfiança e todas as dificuldades que vêm com isso.
Nesse vídeo ele consegue resumir o quão deturpada é a relação que a gente tem com a nossa própria personalidade, com a nossa autoconfiança e como a sociedade acaba massacrando tudo que a gente tem de original, de único, de especial ao tentar impor um padrão, uma regra…
Bom, eu fiquei absolutamente inspirada e emocionada com o vídeo. Ele começa super bem humorado mas depois vem e VRÁÁÁÁÁ te dá uma voadora moral que você nem vê daonde saiu, mas que pega lá no fundo e faz você se questionar e se identificar.
Vale assistir, então aperta o play!
♥ 11 minutos de autoconfiança por um cara que superou o bullying ♥
Quando eu me questionava a respeito de mim mesma esse tipo de vídeo com esse gênero de mensagem não existia na mídia (aliás, nem o Youtube existia ainda, diga-se de passagem…), mas acho que se eu tivesse assistido isso talvez a luz que a Dona Vera me deu tivesse vindo antes e eu pudesse ter evitado tanto sofrimento… Ou não. Mas espero de coração que funcione para você ou para quem quer que precise de um up na autoconfiança!
Achei bom, achei profundo, achei útil. Espero que tenha sido tão legal pra você quanto foi pra mim e é isso aí. Me conta o que você achou nos comentários!!!
Esses dias me peguei pensando sobre como teria sido bom ter referências plus size quando eu era adolescente. Não é um papo de tia velha, mas é que acho que ter uma imagem corporal diferente – e mais próxima da minha realidade – em uma fase tão difícil teria sido muito mais esclarecedor para mim e teria evitado muita tristeza, diga-se de passagem. Na minha época (tia velha!) não só não tínhamos referências de corpos diferentes, como também não tínhamos mulheres que debatiam/lutavam contra os padrões, ou seja, nunca ninguém se preocupou em me falar algumas coisinhas que poderiam ter me poupado muitas lágrimas e suor (literalmente). Acabei descobrindo na marra e comendo (ou não comendo) o pão que o diabo amassou.
Por essas e outras, para que a próxima geração de mulheres não seja tão traumatizada, para que as meninas tenham uma outra forma de encarar a vida e para que as pessoas sejam mais felizes, resolvi juntar 13 coisas que ninguém conta para uma adolescente gorda. Olha só:
Coloquei a Fluvia Lacerda aqui, porque ela foi a primeira mulher que eu realmente achei maravilhosa e mais perto da minha realidade. Obrigada Flu, por sem querer ter mudado a minha vida! <3
1. O colégiovai acabar
E as pessoas que estudaram com você vão sumir da sua vida para sempre. Sim, minha querida, fique tranquila! As pessoas que você não gosta, que fazem da sua vida um inferno ou que você inveja secretamente, depois da última badalada do sino do último dia de aula do 3º colegial, desaparecerão da sua vida como mágica! Ou seja, pare de se desgastar e perder seu precioso tempo de juventude, achando que elas têm razão e que você é a errada. Não tem nada de mal em ser quem você é, afinal depois do colégio, cada um segue o seu sonho e você pre-ci-sa saber qual é o SEU sonho – e não o de mais ninguém.
2. Os meninos te zoam porque você não zoa eles de volta.
Lembro até hoje do dia que um moleque veio me chamar de gorda-mulher-macho e eu, que estava muito brava no dia, virei pra ele e falei com uma voz séria e beeem alta: “ah ééé porque seu nome é que é bonito né Zé Rodolfo?!?”. O cara nunca mais mexeu comigo. Vejam, eu sou totalmente contra humilhar os coleguinhas em público, mas se mostrar forte, de vez em quando, tira você da posição de coitadinha que todo mundo pode zoar.
3. Você não precisado amor de todo mundo
Se dar uma de forte e inabalável não der certo e, mesmo assim, algumas pessoas continuarem a te zoar… Amiga, desencana! Nem a pessoa mais querida de todas as queridas tem o amor e a admiração do mundo inteiro. Você não precisa que todos gostem de você, nem que todos te achem legal. Você é o que você é e se essas pessoas não gostam o problema é delas!
4. Você não vaimorrer sozinha
Já recebi um monte de e-mails de meninas que não conseguem namorar porque são gordas. Primeiro: se você não consegue namorar, isso não tem NADA a ver com o seu peso – vide que eu e mais um monte de mulher gorda já namoramos muito e algumas são até casadas. Você não consegue ter desenvoltura na hora do xaveco porque fica achando que tem alguma coisa errada com a sua aparência, só por isso. Se você parar de pensar que as pessoas não vão te querer porque você é gorda, tudo vai mudar, você vai ver. Segundo: cada relacionamento tem sua hora. Tenho amigas magras solteiras, amigas gordas casadas, amigas gordas solteiras e magras casadas e o peso delas nunca teve absolutamente nada a ver com o relacionamento. Pessoas se apaixonam por pessoas e você não encontra uma pessoa incrível que combine com você em toda esquina.
Porque ser sexy vai muito além de qualquer padrão!
5. Você não precisa ser a gostosa da balada pra ter cara a fim de você e aproveitar um momento a dois
Meu bem, cada pessoa tem um gosto diferente. Tem cara que gosta de magrinha, tem cara que gosta de mina malhada e tem cara que gosta de mina macia (tipo eu, tipo você). Meu namorado é um dos que gosta de maciez. O amigo mais bonito da minha turma só cola em mina gordinha na balada. Ou seja, relaxa! Você não precisa ser a Sabrina Sato da balada pra ter um encontro legal ou só dar umas pegadas sem compromisso e se divertir muito.
6. Você pode emagrecer um dia, mas se isso não for acontecer de hoje para amanhã, comece a viver sua vida
Ficar adiando TUDO para quando você emagrecer é a maior burrice da adolescência. Aquela viagem com as amigas pra praia? Aquela festinha cheia de gatos? Aquele vestido dos sonhos? Amiga, aprenda a lidar com o que você tem no momento. Você pode querer emagrecer no futuro e isso é OK, mas você não pode deixar de viver os melhores momentos e deixar oportunidades passarem por um ideal de corpo que você nem sabe se vai mesmo conquistar.
7. Você não precisa emagrecer a não ser que isso seja um desejo seu e só seu – e não para agradar os outros.
Depois que você começar a aceitar e viver e conviver com o corpo que você tem, você vai perceber que muitas “certezas” que você tinha cairão por terra. Uma delas é a ideia de que você TEM que emagrecer para ser alguém, para ser feliz. Essa é uma ideia MUITO errada. Ser feliz vem de dentro e não de fora, viu?! No entanto, se você escolher emagrecer, faça isso por você, nunca por um menino, por um ideal de corpo ou por acreditar que isso fará alguma outra diferença além do tamanho das suas calças.
8. Dê mais valor a outras qualidadesalém da aparência.
Você vai perceber mais pra frente que essas qualidades internas é que te levarão aos lugares mais incríveis – na profissão, no relacionamento, na família, etc. Essa eu coloquei porque é praticamente uma autocrítica. Quando eu olho para trás, penso em todo o tempo que eu mesma gastei pensando no meu corpo. E hoje penso que poderia ter ouvido mais músicas, lido mais livros, escrito meu blog antes, feito TANTAS coisas com esse tempo que eu perdi me odiando no espelho… Sério. Pense nisso: será que perder tanto tempo pensando no corpo não é muito pouco perto da mulher incrível que você é ou da mulher incrível que você pode ser?!?
9. Não há gosto certo – ou errado
Se você gosta de um tipo de música, livro, filme, etc, não precisa ter vergonha. Se alguém escreveu ou produziu esse tipo de conteúdo, você já não está sozinha no mundo. Pronto! Está tudo bem gostar de ler mangá e ser fã de rock nacional. Quem não gosta, que te respeite. Da mesma forma que você não gosta de funk, eu posso gostar e vice-versa. Nem por isso eu ou você somos pessoas mais ou menos interessantes.
10. Junte-se a pessoas que gostem das mesmas coisas que você.
Não adianta passar seus maravilhosos anos de juventude tentando se encaixar em um grupo que não tem nada a ver e, de novo, perder preciosas horas tentando disfarçar quem você é. Busque pessoas que têm a ver com você. E lembre-se do item 1, no colégio não tem nem 10% das pessoas que você vai conhecer ao longo da vida. Procure em outros lugares também. Lembro que minha turma de amigos de verdade na adolescência era formada pelo pessoal que morava no mesmo prédio que eu e UMA amiga do colégio apenas.
11. Quem te ama, te ama do jeito que você é.
Gata, se uma pessoa gosta de você ela gosta de tudo que diz respeito a você. Desde o seu nome, até o seu peso…. Mas na verdade ela não vai nem ligar pro nome ou pro peso, porque ela vai estar mais interessada na sua companhia mesmo – e nas risadas, nas conversas, nos conselhos…
12. Quem não te ama, você não precisa ter na sua vida.
Já se a pessoa se preocupa muuuuito com o que você aparenta, com como você se comporta, o que você faz, do que as pessoas pensam de você, aí vale reconsiderar essa relação. Você não nasceu colada com nenhuma amiga e não vai morrer se ficar sem ela – principalmente se ela não for uma amiga que vai estar lá pra te apoiar em qualquer situação.
13. Emagrecer não resolve seus problemas.
Por fim, vou ser bem franca com você: adolescência é uma merda. Mas a boa notícia é que não é uma merda só pra você, é para todo mundo. Adolescente tem muito tempo de ócio, muitas dúvidas sobre a vida, sobre relacionamentos, sobre dinheiro, sobre trabalho e pouquíssimas respostas ou certezas. Ou seja, você está sempre insegura porque lhe faltam experiências para se apoiar. Mas passa, viu?! E o mais importante é que você não deixe que essas inseguranças consumam o melhor de você. Todo mundo tem uma beleza, todo mundo tem coisas legais demais para algumas pessoas e chatas demais para outras, todo mundo tem dúvidas, todo mundo tem algo no corpo que não gosta. Veja, eu também sou gorda e sou legal, e tenho namorado, e sou bem sucedida dentro do que eu quero…. Me diz, por que você acha que será diferente com você?
Enfim, gatonas, acho que esse texto não é só para adolescente gorda, né? No final, tem muita coisa aí que a gente carrega há mais de 10 anos e nem se dá conta, não é? Enfim, se você tiver uma filha, sobrinha, afilhada, amiga, prima, irmã, ou qualquer pessoa que precise ouvir coisas diferentes sobre seu corpo, compartilhe com ela essas 13 coisas, quem sabe você não faz com que a vida dela fique menos traumatizada, não é?!
Bom, por hoje é isso. Me conta, se você pudesse voltar no tempo e te dar um conselho na adolescência qual seria?
Eu me achava feia. Chata. Sem graça. Achava que, apesar de quaisquer qualidades que eu tivesse, sempre seria menor e pior que as outras pessoas. Elas tinham um brilho próprio e eu, bem… Era só eu. A verdade é que demorou um tempo para eu descobrir que todo mundo era “só eu” – ou, pelo menos, todos eram tão iguais a mim, quanto diferentes de mim. Deixe-me explicar: ninguém nasceu de um ovo de ouro ou foi abençoado pelo toque de Midas. Portanto, todos somos iguais e todos temos nossas diferenças. E isso é bom, muito bom!
Imagine só se fossemos todas iguais? Imagine uma fileira de Barbies (a boneca mesmo) peladas. Se eu te falasse pega ali naquela fileira a Barbie que mais combina com a sua personalidade para ser sua melhor amiga. Ops! Como você escolheria? São todas iguais, teoricamente perfeitas… E tão previsíveis. Mas que sem graça!!! O legal de uma pessoa está exatamente onde ela é diferente. E são essas diferenças que combinam com a gente ou não. Certa vez me falaram uma coisa que eu achei tão verdade que resolvi levar pra minha vida: “nós não escolhemos as pessoas pelas suas qualidades, escolhemos pelos seus defeitos” (embora eu nem acredite que existam “defeitos”, acho que existem só coisas que uns gostam e outros não).
Ok, mas o que isso tem a ver com autoestima?
Bom, uma vez que você descobre quais são suas qualidades e quais são as características que você acha que são defeitos e percebe que você pode muito bem conviver com as duas ao mesmo tempo, percebe que a sua personalidade – e a de todos que você ama – é feita do equilíbrio dessas características e que, sim, vai ter muita gente que vai odiar, mas por outro lado, muita gente vai amar. E as que odiarem, essas não têm nada a ver com você e você não precisa tê-las na sua vida! Por que se preocupar com o que essas pessoas pensam a seu respeito? São elas que pagam suas contas?
Ou seja, uma vez que você aceita que, sim, você tem defeitos, mas todo mundo tem, você resolve cuidar mais das suas qualidades para que essas, sim, se destaquem. Aí, minha cara, você está descobrindo sua autoestima. Porque ter autoestima não é achar que você é perfeita, mas é saber que você tem qualidades excelentes e saber explorá-las. Ter autoestima é saber se enxergar como um todo e saber colocar o que você tem de bom em primeiro plano em todas as situações – seja na conquista, no trabalho, entre amigas, etc.
Quando comecei a descobrir minha autoestima…
Eu sempre achei minha mãe muito linda e sempre quis envelhecer como ela, até que um dia peguei uma foto de quando ela era jovem – tinha mais ou menos a idade que eu tinha na época – e notei que ela era MUITO parecida comigo. Foi impressionante, levemente chocante e, de repente, comecei a pensar: será que eu sou bonita assim e só eu não vejo? Junto a isso, entrei na faculdade e descobri as pessoas mais diferentes que eu já tinha visto na minha vida, cada uma de um jeito, nenhuma igual em absolutamente nada. Mas eram todas tão incríveis… E eu fazia parte dessa turma! Vai ver eu também era incrível… Aí comecei a reparar em tudo de bom que eu tinha, o que eu mais gostava no meu corpo, o que as pessoas mais elogiavam, as roupas que melhor me caiam, o estilo que mais combinava com a minha personalidade… E acredite, desde então eu só tenho descoberto novas qualidades em mim.
Claro, vira e mexe acho uns defeitos, mas esses a gente tenta consertar ao longo dos anos – ou a gente só se livra das pessoas que fazem questão de nos lembrar deles. Mas te juro que NUNCA na minha vida inteira eu conheci uma pessoa que não tivesse qualidades para serem exploradas. Ou seja, por que você acharia que suas qualidades também não são tão incríveis quanto as minhas ou das pessoas à sua volta?!? Que tal começar a prestar mais atenção ao que você tem de bom?! Fica o desafio de olhar agora para o espelho (ou fechar os olhos) e encontrar 5 qualidades em você (todo mundo tem pelo menos 5, te garanto!).
Qual foi o resultado disso para mim?
Bom, hoje eu pouco ligo para o que os outros pensam de mim. Aliás, guarde isso: “o que os outros pensam de você é problema deles e não seu!”. Claro que quando um comentário é frequente e de diferentes pessoas (do tipo: “Ju você tem dado mais atenção para o trabalho do que para as pessoas que você ama”) aí eu paro para pensar se aquele comentário tem fundamento e se as pessoas que falaram aquilo realmente sabem dos meus planos e do que eu passo no dia a dia para terem propriedade para comentar aquilo. Eu paro, penso, avalio e me reposiciono, se necessário. Mas sei que cabe a mim, e somente a mim, quaisquer decisões sobre meu corpo ou minha vida. E quem não gostar, que vá para a sessão de terapia, porque eu definitivamente não sou obrigada a agradar todo mundo (e nem você!). Cada um que lide com suas próprias frustrações.
Ah, mas é difícil ouvir os comentários dos outros…
Bom, só uma última dica: não deixe que as pessoas ao seu redor diminuam as suas qualidades te fazendo lembrar apenas dos seus defeitos. As pessoas também têm problemas com elas mesmas e costumam descarregar isso nos outros. Seja forte! Quem sabe aprendendo a enxergar suas qualidades você não consiga ajudar essas pessoas a enxergarem as delas também e pararem de ver apenas defeitos, hein?!
Enfim, gatonas, essa é minha visão de autoestima. Quem conhece minha história, sabe que eu tive uma fase muito trash de ficar sem comer para caber em uma calça 36, mas que eu acabei encontrando a felicidade nas calças 50 porque descobri que a alegria e a vontade de viver nada têm a ver com o tamanho de calça que a gente usa. Eu descobri minha autoestima, descobri meu amor próprio e descobri que tem muuuuito mais em mim do que as pessoas podem realmente ver a “olho nu”. Tenho certeza que você também tem muito mais pra explorar aí, mas quero que você me conte seu caso aí nos comentários e repasse essa mensagem para quem você realmente acha que precisa de um empurrãozinho na autoestima, ok?!
Estrelado pelas modelos Elly Mayday, Laura Wells e Kerosene Deluxe, o documentário plus size chamado “A perfect 14” (referência ao tamanho 14, plus size), explora o universo das moda plus e as mulheres incríveis que lutam todos os dias para remodelar os padrões de beleza vigentes.
As três meninas contam cada uma a sua história, como foram cobradas para ter um corpo “padrão” e como isso afetou a vida de cada uma. E nem tudo ficou fácil depois que elas se aceitaram. A Elly Mayday, por exemplo, quando estava prestes a assinar um contrato com uma mega agência de NY (ela é do Canadá), descobriu que tinha um câncer raro de ovário e teve que lidar com o tratamento que a fazia variar o peso e perder o cabelo – além de adiar todos os planos de carreira, é claro. Já a Kerosene Deluxe é o tipo de mulher arretada que a gente ama. Sua infância traumatizante a estimulou a ser uma porta-voz contra o bullying e contra a gordofobia. Detalhe: ela é uma lenda plus size, já saiu em milhares de capas de revistas e campanhas, com o plus de ser toda tatuada (too cool to be cool, beijos).
Além das histórias pessoais, o filme ainda coloca em pauta a controvérsia do termo “plus size”, que segrega as mulheres, e a duvidosa falta de diversidade nas revistas e campanhas.
O documentário plus size foi idealizado e produzido pelos diretores canadenses James Early O’Brien e Giovanna Morales Vargas. Assista o trailer abaixo, em inglês:
O que me deixou com mais vontade ainda de assistir esse filme foi uma das frases finais, da qual eu compartilho o mesmo pensamento: “é importante amar seu corpo porque você tem que viver nele. Ele deveria ser seu mundo, deveria ser seu templo, deveria ser amado e respeitado… E vestido de forma adequada!”. O que dizer?? Puro amor!
Como você pode ajudar essa causa
Os produtores do vídeo estão fazendo uma arrecadação para levantar fundos para a pós-produção do documentário plus size. Para isso, eles criaram a possibilidade de doações através do IndieGoGo. Qualquer pessoa pode doar. Compartilhar a ideia também é uma forma de ajudar, já que se você não puder doar dinheiro, pode ajudar a informação chegar a quem possa. Site para doação: https://www.indiegogo.com/projects/a-perfect-14
Para finalizar o post com orgulho plus size, apenas essa foto ÓTIMA!
Curtiu o post? Então ajuda a espalhar esse projeto e vamos fazer barulho!!!!
Assim como eu, imagino que todas vocês já sofreram algum tipo de bullying pela internet. Sejam de pessoas conhecidas ou até mesmo de perfis fakes, essas mensagens mexem com a gente. Por mais força que tenhamos, por mais erguida que esteja nossa cabeça, ouvir palavras de desaforo sem nenhum motivo aparente nos puxa para baixo. Sim, porque o corpo é uma questão delicada para todas as mulheres da nossa sociedade. E ainda mais, para quem não faz parte dos padrões.
A pressão do bullying online é tanta que as sofredoras acabam levando ao extremo. Por exemplo, aqui no Brasil já tem um caso comprovado de uma adolescente que, desesperada pela pressão que sofria, acabou se matando. Só no ano passado, estima-se que os ataques via celulares e internet levaram 44 pessoas, de diferentes partes do mundo, ao suicídio. Isso tá errado, né?! Por isso, minha gente, se você vir algum tipo de cyberbullying não tenha medo de denunciar, de defender seu ponto de vista e até mesmo de comprar a briga. Quem ofende as pessoas online não tem noção do quanto pode prejudicar e acredita estar protegido pela impunidade da internet. Enquanto isso, do outro lado a vítima não tem como se proteger e acaba sendo humilhada publicamente. E não é só preconceito com gordura, é todo tipo de mensagem que possa ofender uma pessoa por sua raça, cor ou opção sexual – entre outras coisas, porque sempre tem umas pessoas “criativas” como os ex-tranqueiras que soltam fotos da intimidade de alguém. O importante é NUNCA compartilhar e pensar “se fosse comigo, como eu me sentiria”.
Aliás, para vocês verem como o caso é sério (por isso, se já rolou com você, não se sinta sozinha!!!) uma equipe de 12 estudantes de Medicina e Enfermagem da Faculdade de Medicina da UNIFESP começou, na semana passada, o trabalho de prevenção do “cyberbullying” numa escola estadual e numa municipal da Capital. É o primeiro trabalho brasileiro com base científica para atacar o bullying pela Internet e pelos celulares.
A iniciativa do trabalho é da Liga Acadêmica de Prevenção e Intervenção à Violência – LAPIV e é supervisionada pela professora Sara Mota Borges Bottino, de Psicologia Médica da UNIFESP, que está desenvolvendo uma pesquisa para avaliar o impacto do Cyberbullying na saúde mental dos adolescentes. “Quando fui convidada a participar do Núcleo de Prevenção e Intervenção das Vítimas de Violência- NUPREVI, sentimos necessidade de ampliar as atividades de prevenção da violência, para incluir as novas formas de violência que tem surgido entre os adolescentes, além do atendimento as adolescentes e mulheres vítimas de violência doméstica e sexual, da Casa da Mulher, do Departamento de Obstetrícia. Fomos surpreendidos com o interesse dos alunos da medicina e enfermagem que queriam desenvolver atividades com interesse nesse tema tão difícil e atual da violência virtual”, conta a especialista.
O problema pode parecer pequeno, mas quando uma pessoa que está vulnerável ou tem pouco suporte da família e amigos, é atingida, não sabe reagir e entra em depressão. O resultado pode ir de crescentes dificuldades escolares à fuga pelas drogas, passando necessariamente por depressão e podendo chegar a problemas mentais e eventualmente ao suicídio. Pensa?!
Para o trabalho, eles analisaram os estudos existentes no exterior e as formas de prevenção mais eficazes desenvolvidas em outros países. Apesar de entrarem numa área praticamente virgem da pesquisa no Brasil, o resultado vai valer a pena. Já pensou se a iniciativa der certo? Os ataques de cyberbullying deixarão de existir e a parcela da população que não tem como reagir de forma saudável a esses ataques poderá ficar mais tranquila. Vamos torcer e praticar o que já podemos fazer que é NUNCA incentivar qualquer tipo de agressividade contra uma pessoa.
Bom, meninas, achei legal contar que têm médicos tão preocupados com a causa quanto nós.
E você, o que acha? Já sofreu algum tipo de agressão pela internet? Me conta tudo nos comentários!
Olá queridas, uma leitora me mandou um vídeo sobre uma apresentadora ótima e achei a história de muita utilidade pública. A Jennifer Livingston é âncora de um programa matinal americano e está acima do peso. Em outubro do ano passado, ela recebeu uma carta de um leitor que dizia, entre outras coisas, “Com certezavocê não se considera um exemplo para os jovens, principalmente para as garotas“, se referindo ao fato de ela ser gorda. Acostumada a esse tipo de comentário, Jennifer ia deixar passar “mais uma”, mas seu marido (outro apresentador da mesma rede de televisão) postou a infeliz carta no Facebook, o que gerou um imenso número de comentários positivos e de apoio.
Comovida e encorajada com a reação de seus colegas, a apresentadora respondeu ao vivo uma lição bem dada e maravilhosa sobre bullying e como é importante termos mais consciência do que falamos. Veja o vídeo:
http://youtu.be/HqXrY3UHpM4
Depois da resposta, Kenneth Krause (o cara que mandou a carta) pediu desculpas e disse que ele mesmo passou a vida inteira lutando contra a balança. “Eu não estou em posição de fazer bullying com ela, ela é uma grande personalidade da mídia e eu sou só um trabalhador. Se a Jennifer ficou ofendida, então eu sinceramente peço desculpas, essa era a última coisa que eu queria fazer”, ele disse à ABC News. Às vezes, ele poderia estar até falando de saúde, mas será mesmo que algumas coisas precisam ser ditas? Na minha opinião, como Kenneth nunca se aceitou gordo, para ele é intolerável que alguém fique bem estando acima do peso (assim como para as pessoas que dizem “duvido que alguém se aceite de verdade”, só porque elas não conseguem se aceitar). É o que eu sempre digo, as pessoas jogam as frustrações delas em cima das outras…
Uma frase, em especial, que a Jennifer respondeu ao vivo me marcou muito e acho que devemos levar para a vida: “Eu sou muito mais que um número na balança”. E é mesmo, minha querida, todas nós somos. Mas precisamos parar de achar que, quando uma pessoa nos agride com palavras, nós é que estamos erradas. Quando alguém nos chama de gorda ou acha que somos piores só porque estamos acima do peso, o problema não está em nós, e sim na pessoa que falou!
E você, o que achou da resposta?
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Por hoje é isso e vamos lá para o meu Facebook conversar mais.