Cupons Mágicos para ter MUITOS descontos em sapatos e outras coisitas S2

Olá queridas, lembram que falei do Cupons Mágicos aqui uma vez? Bom, agora que está entrando de novo a temporada de troca de coleção e liquidações maravilhosas que fazem com que dê ainda mais vontade de renovar o guarda-roupas, nada como um site LINDO para te ajudar a reunir os principais descontos das lojas mais legais, né?!?

Eu contei outro dia que estou na minha fase “louca por sapatos”, então tenho passeado muito por sites que reúnem grandes marcas como a Dafiti -♥ que tem Santa Lolla, Luiza Barcelos e até uma marca própria muito legal chamada Dafiti Shoes, conhece? Bom, aí que sapato, mesmo em liquidação, costuma ser caro pra caramba e qualquer desconto que seja eu já acho mais que justo! hua hua hua Mas, olha só, descobri VÁRIOS cupons de descontos (alguns BEM bons, olha aqui) no Cupons Mágicos, justamente para economizar nas compras dos meus sapatinhos de Cinderela-com-pé-gordo ♥

Enfim, há alguns dias eu já tinha selecionado uma bota da Colcci que era cara pra caramba, aí ganhou um desconto pela própria Dafiti, mas ainda continuou cara demais e quando fui ver, na Cupons Mágicos tinha um cupom de mais R$ 100 de desconto… Preciso dizer que meus olhinhos brilharam?!

 

 

É muito facinho: se você tiver em mente a loja que quer comprar é só entrar na Cupons Mágicos, jogar a loja na barra de busca e ver o que tem de cupom – vale dizer que eles só trabalham com lojas confiáveis, ok? Então não vai ter a lojinha-da-esquina-da-amiga-da-vizinha.

Se você não tiver a loja em mente, pode navegar pelo novo layout que já na home do site aparecem várias lojas que trabalham com cupons. Aliás, cupons de desconto é uma coisa que TODO mundo usa muito fora do Brasil e que realmente facilita as compras!

 

Bom, outra coisa que eu achei MUITO mara, é que além de cupons que dão um valor X de desconto, na Cupons Mágicos também descobri umas seleções muito boas de produtos que estão com preços ótimos (veja aqui) – seleções que não dão para serem feitas no próprio site. Olha só essa de produtos por R$ 49,90 KATAPLOFT!

 

 

 

Enfim, peguei os exemplos da Dafiti já que eu já estava caçando sapatos por lá há umas duas semanas, mas na Cupons Mágicos tem cupom de tudo quanto é loja. O que eu acho legal é sempre dar uma checada no site antes de fazer as suas compras, porque as vezes você já vai comprar uma coisa – como foi o meu caso com a bota – e de repente acha um cupom para ter ainda mais descontos. 

Aliás, to achando que vou usar muito a Cupons Mágicos agora que estou montando apartamento novo porque já vi o Extra, a Ponto Frio e o Walmart com alguns cupons lá! hua hua hua Vida de dona de casa moderna não é fácil!

 

Enfim, gatonas, vocês já usaram algum cupom? Pretendem aproveitar? Me contem TUDO aí nos comentários

Por enquanto é isso.

 

HUA HUA

BJÓN

 

 

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Ju Romano e Gisella Francisca na Liberdade: um passeio com as plus | VLOG

Olá queridas! Pra quem não conhece a Gisella Francisca ela é uma blogueira, modelo plus e executiva das modas, que tem um baita estilão próprio e looks dignos de roubar diversas inspirações. A verdade é que eu paquero a Gi desde muito antes da gente se conhecer, mas nossa apresentação oficial mesmo foi no evento Mulheres Reais, esse ano, quando ela veio de Oslo, na Noruega, onde ela mora apesar de ser brasileira, para trazer e representar uma marca plus size japonesa BAFO, chamada Varal de Moda +. Toda globalizada, gente!

E como eu não podia deixá-la escapar nos poucos dias que ficaria aqui em São Paulo, fomos bater perna no bairro da Liberdade, que eu AMO de paixão – e já falei até das minhas compras favoritas nesse post aqui – mas que a Gi nunca tinha ido! Então, gravamos algumas cenas e diálogos beeeeem nossa cara para você vir passear com a gente. Aperta o play!

Ju Romano e Gisella Francisa tombando a Liberdade ♥


Bom, gatonas, deu pra ver que quando junta a dupla Ju Romano e Gisella Francisca é só risada, mas a gente curte mesmo é dar uma dica, mesmo que ela seja truqueira, nojenta ou apenas uma indicação de lugar pra comer, né?! hua hua hua

O nome do restaurante eu não lembro, mas depois a gente ficou passeando pelas ruas da Liberdade, que é o que tem de mais divertido, e a loja de beleza que fizemos nossas comprinhas é a Audrey (mas indico a Ludovicus e a Ikesaki também!). Recomendo com força as bijoux das barraquinhas da feirinha da Liberdade, sempre faço uns achados incríveis!

Ahhhhhh e apesar de não aparecer no vídeo, a querida Clarice Freire do blog Gordita também nos acompanhou nesse sábado maravilhoso! Muito querida ♥

Bom gatonas, espero que vocês tenham gostado da dupla Ju Romano e Gisella Francisca, eu amei e a Gi já tem um lugar no meu ♥ Agora conheça e se inspire MUITO no blog dela www.gisellafrancisca.com e se inscreva nos nossos canais do Youtube: 

O meu > https://www.youtube.com/juromano

O da Gi > https://www.youtube.com/user/GFrancisca

 

Por enquanto é isso, curtiram?

 

HUA HUA

BJÓN

Por que você precisa tanto saber quanto eu peso?

Vira e mexe eu recebo a mesma pergunta: “quanto você pesa?” Há muitos anos, quando eu era a louca do regime e achava que só seria alguém se tivesse um certo peso na balança (muito baixo, diga-se de passagem) , o número que dava quando eu subia naquele quadradinho realmente me interessava. Ele não tinha nada a ver com controle de doenças, o tal do “quanto eu peso” era apenas um controle para o meu cérebro, que teimava em dizer: AINDA NÃO ESTÁ BOM, AINDA É MUITO. Um controle que é imposto a todas as mulheres para que elas fiquem cada vez mais infelizes com sua aparência e seu corpo e consumam e gastem o que tiverem que gastar para diminuir o tal do número, tendo mais em vista se encaixar em um padrão do que de fato manter a saúde (e antes de sair soltando fumaça pela orelha, favor ler o resto do post, ok?!).

O peso de uma pessoa sozinho não indica absolutamente nada. Dentro de um contexto aprofundado, talvez ele signifique alguma coisa. O que adianta saber o peso se você não sabe a altura? Já não dá nem pra calcular IMC. E se tiver a altura também, o que você tem a ver com o IMC do outro? Vai cuidar do seu e deixe a vida e a saúde das outras pessoas para elas cuidarem! Também de que adianta ter apenas o peso se você não sabe a porcentagem de gordura corporal? Sabia que músculo é mais denso e pesado que gordura? Ou seja, uma pessoa pode pesar 70kg e ser magra e malhada ou pode pesar os mesmos 70kg e ser só gordura. Mas, de novo, o que você tem a ver com o corpo dela, mesmo?!?

O fato é que eu posso pesar 50kg, 75kg ou 100kg e isso continua não sendo da conta de ninguém e, para ser sincera, não me interessa muito esse número, não… Depois que eu fiz terapia e comecei a ter outra percepção do mundo, do que é beleza e descobri que quem tem que tomar conta do meu corpo sou eu, simplesmente parei de subir na balança para controlar loucamente quanto eu peso. Comecei a ir ao consultório da minha médica e me pesar de costas, de forma que ela visse o peso e me dissesse o que eu precisava ou não fazer. Se ela dissesse que era para eu emagrecer, eu emagreceria… Mas não foi o caso até agora. Então, como você pode ver, o número na balança pouco teve a ver com o resultado dos meus exames – embora eu tenha passado a minha infância e adolescência sendo levada a acreditar o contrário.


>>> Leia também: Confissões de uma mulher normal


Fazer exercícios e manter uma alimentação equilibrada têm a ver com o resultado ótimo dos meus exames, mas éééééé…. O que alguém tem a ver com isso mesmo? Pra ser sincera, o resultado dos meus exames e minha saúde cabem a mim, apenas a mim. Se eu pedir ajuda ou conselhos, aí sim a opinião de quem quer que seja possa ter algum sentido, enquanto isso, vamos fazer o seguinte: cada um cuida da sua vida e vale dizer que se o visor da balança é tão pequeno deve ser para apenas 1 pessoa enxergar, não é? (Você tem toda licença poética para roubar essa frase e usar na sua vida 😉 )

Voltando à pergunta que sempre me fazem, entendo a curiosidade, mas como não tenho a resposta, então rebato com outras perguntas: por que você precisa saber o meu peso? Será que esse número não vai te fazer tirar conclusões muito precipitadas a respeito do MEU corpo e da MINHA saúde? Conclusões que não cabem a você e que só fariam você me olhar cheia de preconceitos? REFLITA. 

A desculpa da preocupação com a minha saúde também não cola, sinto informar, já que circunferência abdominal e a frequência de exercícios físicos são outros, entre muitos, números tão importantes quanto o peso para a manutenção da saúde – se não forem ainda mais importantes – e ninguém NUNCA me pergunta isso. Então, vamos parar de ser hipócritas e nos esforçar para sair da ignorância com dignidade.

Já como blogueira que expõe roupas e acessórios no blog, acredito que tenham perguntas que fazem muito mais sentido como, por exemplo, quais são minhas medidas. Se eu te disser que tenho 125cm de quadril e que visto G1 de tal loja, essa informação pode REALMENTE ser útil a alguém que queira comprar a mesma peça. Se eu falar que tenho 1,57m de altura e a calça flare fica curta na minha perna, essa informação também será útil. Agora, o peso que meu corpo tem não influencia minha aparência, o número que eu visto ou o caimento das roupas.

 


Para pensar

As vezes a gente entra tanto na inércia de cobranças corporais, padrões e pressão social que acaba não conseguindo frear e parar para refletir o real sentido das coisas. Então eu proponho um desafio: que tal toda vez que você pensar QUALQUER coisa sobre o seu corpo ou o corpo dos outros você apenas parar durante 1 minuto e começar a se questionar por que você pensou aquilo e o que te levou a ter essa opinião? Algumas formas de pensar não têm muita razão e não passam de preconceitos, mas a gente raramente para para perceber.


Será que você não tira conclusões precipitadas baseada em informações rasas?

 

Bom gatonas, esse é um post total para refletir sobre se de fato esse número chamado peso é realmente importante ou só vai fazer a gente tirar conclusões precipitadas a respeito do corpo dos outros.

Eu sempre digo que aqui no blog a gente NÃO faz apologia a obesidade ou a um tipo específico de corpo, a gente só acredita que uma mulher que consegue enxergar sua própria beleza (seja ela como for), consegue aumentar seu amor próprio e a partir daí vai passar a se cuidar melhor, mas acima de tudo, vai passar a ser dona do seu próprio corpo e fazer dele o que quiser!!!

 

Enfim, gatonas, já passaram por isso? Já ficaram constrangida com peso alguma vez? Já se perguntaram por que vocês se cobram tanto em cima desse número?

Me contem tudo! E desculpem a revolta, mas foi sincero… hua hua hua

 

HUÁ HUÁ

BJÓN

Alguém a quem agradecer

Tem uma pessoa que você deveria realmente conhecer, uma pessoa que tornou possível esse blog e que o torna cada vez melhor com seu bom gosto e disposição. Se tem uma pessoa a quem agradecer, essa pessoa é o Papi. O Papi está comigo desde os primórdios do Entre Topetes e Vinis, ele começou na minha frente e por trás das lentes há 6 anos, quando lhe pedi que apenas apertasse o botão da câmera enquanto eu ficava parada na frente da porta do armário – exibindo mais um dos looks ousados, que colocava orgulhosamente para ir trabalhar. Papi não sabia que aquilo viraria meu emprego. Eu também não. Mas fazíamos de forma divertida, sem obrigação. O nosso maior objetivo era que, com isso, eu que era estagiária pudesse almejar um cargo de repórter quando me formasse. Consegui o cargo. Mas Papi não me abandonou e, o que era apenas um apertar de botão, virou rotina. Papi incorporou o fotógrafo em sua vida – embora seja engenheiro por formação e aposentado por opção. Não passa uma semana sem que ele me lembre: faz tempo que não fazemos fotos, hein?

A verdade é que eu deveria saber desse dom. Desde que nasci lembro do Papi com uma câmera nas mãos. Ele gostava de registrar tudo: desde apresentações no primário, até jogos da Liga Interclubes de Voleibol Feminino. Foi assim na escola, na faculdade, nas viagens e, agora, no trabalho. Nada foge aos olhos do Papi – e o que foge, ele registra em cliques esforçados. Quando elogiam minhas fotos, agradeço, mas sei que o mérito não é meu. Além do olhar por trás das lentes, ele também me cedeu os genes. A verdade é que bem poderíamos trocar de papel vez em quando. Papi não deixaria a desejar com seus dentes grandes, sorriso aberto, cabelo liso e porte elegante. Mas quem nasceu para ser tubarão, não quer ser coral – e ele prefere ficar nos bastidores, de onde dá para ter controle sobre tudo e o resultado é visto antes mesmo de ser criado. E, assim, cada um cumpre seu papel.

Nunca conversamos sobre essa relação de trabalho que temos, porque em 6 anos virou tão natural que é quase como convidá-lo para tomar café da manhã: “Papi, você pode tirar fotos agora? Com manteiga ou requeijão?”… É isso. Algumas coisas com o Papi apenas não precisam ser ditas, já deixamos subentendido que essa é a nossa coisa. Alguns filhos vão pescar com o pai. Eu vou tirar fotos.

Mas no final do dia, você só conhece a Ju Romano. Pois, então, eu gostaria de deixar público o meu agradecimento ao Papi, afinal sem ele não haveria blog. Sem o Papi talvez você nem me conhecesse… Sem o Papi, talvez nem eu mesma me conhecesse.

A genética jamais me deixaria mentir. Amo vocês!

 

Autoestima: como eu descobri a minha – e como você pode descobrir a sua!


Eu me achava feia. Chata. Sem graça. Achava que, apesar de quaisquer qualidades que eu tivesse, sempre seria menor e pior que as outras pessoas. Elas tinham um brilho próprio e eu, bem… Era só eu. A verdade é que demorou um tempo para eu descobrir que todo mundo era “só eu” – ou, pelo menos, todos eram tão iguais a mim, quanto diferentes de mim. Deixe-me explicar: ninguém nasceu de um ovo de ouro ou foi abençoado pelo toque de Midas. Portanto, todos somos iguais e todos temos nossas diferenças. E isso é bom, muito bom!

Imagine só se fossemos todas iguais? Imagine uma fileira de Barbies (a boneca mesmo) peladas. Se eu te falasse pega ali naquela fileira a Barbie que mais combina com a sua personalidade para ser sua melhor amiga. Ops! Como você escolheria? São todas iguais, teoricamente perfeitas… E tão previsíveis. Mas que sem graça!!! O legal de uma pessoa está exatamente onde ela é diferente. E são essas diferenças que combinam com a gente ou não. Certa vez me falaram uma coisa que eu achei tão verdade que resolvi levar pra minha vida: “nós não escolhemos as pessoas pelas suas qualidades, escolhemos pelos seus defeitos” (embora eu nem acredite que existam “defeitos”, acho que existem só coisas que uns gostam e outros não).

Ok, mas o que isso tem a ver com autoestima?

Bom, uma vez que você descobre quais são suas qualidades e quais são as características que você acha que são defeitos e percebe que você pode muito bem conviver com as duas ao mesmo tempo, percebe que a sua personalidade – e a de todos que você ama – é feita do equilíbrio dessas características e que, sim, vai ter muita gente que vai odiar, mas por outro lado, muita gente vai amar. E as que odiarem, essas não têm nada a ver com você e você não precisa tê-las na sua vida! Por que se preocupar com o que essas pessoas pensam a seu respeito? São elas que pagam suas contas?

Ou seja, uma vez que você aceita que, sim, você tem defeitos, mas todo mundo tem, você resolve cuidar mais das suas qualidades para que essas, sim, se destaquem. Aí, minha cara, você está descobrindo sua autoestima. Porque ter autoestima não é achar que você é perfeita, mas é saber que você tem qualidades excelentes e saber explorá-las. Ter autoestima é saber se enxergar como um todo e saber colocar o que você tem de bom em primeiro plano em todas as situações – seja na conquista, no trabalho, entre amigas, etc.

Quando comecei a descobrir minha autoestima…

Eu sempre achei minha mãe muito linda e sempre quis envelhecer como ela, até que um dia peguei uma foto de quando ela era jovem – tinha mais ou menos a idade que eu tinha na época – e notei que ela era MUITO parecida comigo. Foi impressionante, levemente chocante e, de repente, comecei a pensar: será que eu sou bonita assim e só eu não vejo? Junto a isso, entrei na faculdade e descobri as pessoas mais diferentes que eu já tinha visto na minha vida, cada uma de um jeito, nenhuma igual em absolutamente nada. Mas eram todas tão incríveis… E eu fazia parte dessa turma! Vai ver eu também era incrível… Aí comecei a reparar em tudo de bom que eu tinha, o que eu mais gostava no meu corpo, o que as pessoas mais elogiavam, as roupas que melhor me caiam, o estilo que mais combinava com a minha personalidade… E acredite, desde então eu só tenho descoberto novas qualidades em mim.

Claro, vira e mexe acho uns defeitos, mas esses a gente tenta consertar ao longo dos anos – ou a gente só se livra das pessoas que fazem questão de nos lembrar deles. Mas te juro que NUNCA na minha vida inteira eu conheci uma pessoa que não tivesse qualidades para serem exploradas. Ou seja, por que você acharia que suas qualidades também não são tão incríveis quanto as minhas ou das pessoas à sua volta?!? Que tal começar a prestar mais atenção ao que você tem de bom?! Fica o desafio de olhar agora para o espelho (ou fechar os olhos) e encontrar 5 qualidades em você (todo mundo tem pelo menos 5, te garanto!).

Qual foi o resultado disso para mim? 

Bom, hoje eu pouco ligo para o que os outros pensam de mim. Aliás, guarde isso: “o que os outros pensam de você é problema deles e não seu!”. Claro que quando um comentário é frequente e de diferentes pessoas (do tipo: “Ju você tem dado mais atenção para o trabalho do que para as pessoas que você ama”) aí eu paro para pensar se aquele comentário tem fundamento e se as pessoas que falaram aquilo realmente sabem dos meus planos e do que eu passo no dia a dia para terem propriedade para comentar aquilo. Eu paro, penso, avalio e me reposiciono, se necessário. Mas sei que cabe a mim, e somente a mim, quaisquer decisões sobre meu corpo ou minha vida. E quem não gostar, que vá para a sessão de terapia, porque eu definitivamente não sou obrigada a agradar todo mundo (e nem você!). Cada um que lide com suas próprias frustrações. 

Ah, mas é difícil ouvir os comentários dos outros…

Bom, só uma última dica: não deixe que as pessoas ao seu redor diminuam as suas qualidades te fazendo lembrar apenas dos seus defeitos. As pessoas também têm problemas com elas mesmas e costumam descarregar isso nos outros. Seja forte! Quem sabe aprendendo a enxergar suas qualidades você não consiga ajudar essas pessoas a enxergarem as delas também e pararem de ver apenas defeitos, hein?!

 

Enfim, gatonas, essa é minha visão de autoestima. Quem conhece minha história, sabe que eu tive uma fase muito trash de ficar sem comer para caber em uma calça 36, mas que eu acabei encontrando a felicidade nas calças 50 porque descobri que a alegria e a vontade de viver nada têm a ver com o tamanho de calça que a gente usa. Eu descobri minha autoestima, descobri meu amor próprio e descobri que tem muuuuito mais em mim do que as pessoas podem realmente ver a “olho nu”. Tenho certeza que você também tem muito mais pra explorar aí, mas quero que você me conte seu caso aí nos comentários e repasse essa mensagem para quem você realmente acha que precisa de um empurrãozinho na autoestima, ok?!

 

 

Por hoje é isso!

HUA HUA

BJÓN

 

 

Meu desfile para a Marisa no FWPS e outras coisinhas mais

Ontem foi dia de sorrisos. Rolou o tão esperado Fashion Weekend Plus Size versão Inverno 2015… De inverno vi muito pouco, mas sabemos que aqui no Brasil não rola esperar peças muito quentes, porque apenas nunca usaremos. Então tudo lindo. Mas, para mim, lindo mesmo foi ter sido convidada pela Marisa para abrir o evento de moda plus size mais importante do Brasil!

Veja, quando comecei o blog (e fui escrachada de início) nunca imaginei que, um dia, uma marca do tamanho e abrangência como a Marisa iria me chamar para abrir o maior evento da minha área. É muita emoção mesmo – e me abro aqui, porque este é o meu diário e não vou ficar fingindo que tenho um coração de pedra. Eu já tinha feito a prova de roupa, fui esta última 4ª feira vestir o que usaria na passarela, para ver com o que combinaria, se caberia na minha busanfa e etc. Foi ótimo! A equipe de produção e styling – a mesma que fez a minha campanha para Marisa – é maravilhosa e as pessoas da Marca são TÃO atenciosas. É incrivelmente gostoso e tranquilizador trabalhar com pessoas boas e legais.

Fiquei nervosa quando subi o primeiro degrau do palco, quem não ficaria? Eu não sou modelo. Não tenho altura ou porte para ser. Mas assim que olhei a platéia, fiquei mais tranquila. Rostos conhecidos, pessoas rindo para mim, felizes em me ver e eu ainda mais feliz de vê-las. Correria mesmo foi quando desci do palco. Tinha que trocar de roupa para entrar no desfile mais uma vez. Desci do jeito que dava e já fui arrancando a roupa no meio do caminho, no meio das pessoas. Tá achando que modelo só fica posando é? É nada! Fui colocando todas as outras peças, não deu tempo de colocar todas as pulseiras, apesar do nosso empenho. Entrei dessa vez com um boné escrito CASH, que depois pedi e ficou para mim. Uma ótima lembrança de um dia histórico na minha vida e na moda plus size.

Acho que é assim quando você se entrega ao seu trabalho de coração. Como o Arthur Caliman sabiamente citou: “Encontre um trabalho que você ame e não terás que trabalhar um dia sequer em sua vida”. Não poderia ser mais verdade…

Tirando a parte do nervosismo e da passarela, chegando ao evento encontrei queridos amigos e amigas, pessoas de algumas marcas plus size que eu tenho o maior carinho do mundo, porque sei que são empenhadas nas mesmas causas plus size que eu e querem mesmo levar moda às meninas plus – e não só roupas. A Raquel e a Cris, da Xica Vaidosa; o Arthur Caliman, da AC; a Ludi e as meninas da Rouge Marie; e muitas outras pessoas que estavam lá por mim e por você, dando o seu melhor. Renata Poskus Vaz, a criadora do evento, inclusive. As amigas blogueiras, que eu sempre tenho o maior prazer e admiração encontrar: Mel Soares, Paulinha Bastos, Ju Ricci, Ariane Freitas, Alinne, Carol e Marina, Dé Fernandes e muuitas outras queridas que passaram por lá ♥

Bom, não tem como resumir o evento em palavras, então vou colocar umas fotinhos e espero que nos vejamos nas próximas. AH! Ainda vou fazer posts sobre os desfiles que rolaram lá, mas ainda estou esperando as fotos oficiais 🙂

 

 

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Bom gatonas, isso foi um pouquinho do que rolou do desfile da Marisa no FWPS e depois com as lindas pelos corredores. E você, foi??? Me conta TUDO que achou aí nos comentários!!!

 

 

HUA HUA

BJÓN ♥

Broadway Dance porque também nasci estrela…

Hoje faz uma semana que me matriculei em uma academia. Foi caro pra cacete, mas impagável mesmo é só a sensação de fazer exercícios sem obrigação nenhuma. Confesso que fui fisgada por 1 aula apenas: Broadway Dance. Cansada de acordar todos os dias as 7h para cumprir a obrigação dos “30 minutos na esteira para não enfartar aos 40” e sem mais paciência de assistir a Ana Maria Braga fazendo whatever she does no Mais Você porque o meu vizinho, que fazia exercícios na academia do prédio que nem eu, ligava a TV antes de eu chegar, resolvi procurar algum exercício que realmente me desse prazer. E sabia também que quando o encontrasse, faria apenas por diversão – já que emagrecer e ficar malhada nem entram na minha wishlist da vida.

Resolvi honrar o dinheiro investido. Minha mãe sempre me ensinou que o salário deveria ser dividido em 3 partes: 1 para pagar as contas, 1 para guardar na poupança e outra para gastar em diversão e bem-estar. E assim, rezei a sábia missa da Dona Fran toda a minha vida, assim, pago as contas sem nunca deixar que elas ultrapassem o limite de um terço do meu salário; guardo um terço para, quem sabe, realizar meus sonhos maiores; e o último terço ficou para atividades complementares como saídas e, agora, academia.

Eu sempre amei musicais – filmes, balé e teatro – algo na maneira como o corpo se movimenta me cativa, me emociona e me faz querer copiar. Em vão: sou PÉSSIMA dançarina, mas não custa tentar. Já me matriculei na 4ª feira, dia da aula de Broadway Dance, para não ter que esperar. Fiz e amei. Começou com o meu favorito: Chicago. Dancei como se fosse Catherine Zeta Jones interpretando Velma Kelly em All That Jazz. Resolvi que ficaria para mais uma aula, de pilates no colchão. Gostei e descobri da pior forma músculos que tinha esquecido que existiam no meu corpo: morrendo de dor porém feliz de descobrir autocontrole em outros músculos para além da minha língua. Tá aí outro prazer no exercício: autodescoberta e autocrontrole.

Faz uma semana que larguei a caminhada diária e vou todo dia à academia fazer aulas diferentes. Não vou virar uma musa fitness, provavelmente não vou emagrecer também porque fazer exercícios me dá o dobro de fome. Nas aulas dou risada, me balanço e vejo minhas gorduras no espelho de um lado para o outro, acho graça. Acho bonito. Consigo ver no balançar do meu corpo a mesma beleza que vejo nas intérpretes dos musicais, porque a beleza nada tem a ver com o formato do corpo. Me fez lembrar o caso da  Vanessa Braga, uma adolescente plus size que se inscreveu e participou do Garota Verão, um concurso de beleza do Sul que não impõe limite de medidas às suas candidatas. Ela não precisou ganhar para provar seu ponto, ganhou já nossos corações e deu uma lição de vida: você é tão bonita quanto o que você acredita ser. Me sinto um pouco Vanessa na academia: originalmente não pertenço a esse mundo, minha silhueta causa estranhamento no ambiente onde todas são mais magras do que eu, mas não estou nem aí. Como diria Vanessa: FUI LÁ E ARRASEI. Vale dizer: não acertei nenhum passo na aula de dança… E nem liguei, afinal não estou lá para provar nada pra ninguém… hua hua hua

 

Fique com a matéria e o vídeo da Vanessa nese link, depois aperta o play no vídeo da Velma Kelly em All That Jazz e imagine eu no lugar dela, ok? Só tenho mais uma coisa a dizer: você pode ser uma gorda saudável, você pode ser uma gorda na academia e você pode ser uma gorda que não quer emagrecer, porque o ser gorda não define em NADA o que você é de verdade. 

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Por hoje é isso, mas pretendo me filmar dançando um dia, assim você pode rir comigo!

 

HUA HUA

BJÓN

Blogueira: uma pessoa tão comum quanto qualquer outra

Esses dias eu li um artigo que começava dizendo que os blogueiros estavam extintos. Fiquei furiosa. Continuei lendo e percebi que, de fato, a ~blogosfera~ evoluiu em um sentido diferente e até oposto ao original. Fato. Existe toda uma glamurização do que é ser blogueira hoje em dia. O que antes era “de pessoa real para pessoas reais” agora temos it-girls invejadas e ser blogueira virou um lifestyle. Os blogueiros pararam de contar suas vidas, seus dramas, suas peripécias e, assim, também pararam de compartilhar suas soluções astutas para ajudar seus leitores no dia a dia. Tudo ficou muito pensado, muito programado, muito montado. Como se a vida tivesse um roteiro. Queria eu que a vida tivesse mesmo, assim poderíamos saber o que viria depois e jã estaríamos com o babyliss em dia e o batom devidamente retocado. Mas não é assim… Pois vejam, minha decepção foi perceber que eu estava rumando a esse fim também, com a única exceção que eu não tenho uma vida glamurosa e não posso me dar ao luxo de ter. Não vou desmerecer o trabalho que realizamos aqui todos os dias, sei que ajudo muitas meninas que passaram por dramas parecidos aos meus e, sim, é sempre bom ter uma referência na hora de se vestir. Mas, sabe, meu objetivo sempre foi e sempre será compartilhar dicas que facilitaram a minha vida e podem facilitar a de outras pessoas também. Recebo diversas perguntas sobre mim e noto que as pessoas não me conhecem – algumas até têm medo de mim – e não sabem o que se passa na minha vida. E aí você está se perguntando “por que ela está falando tudo isso?”… Eu vou responder logo abaixo.

São 23h46 e acabei de chegar em casa do trabalho. Exausta, com um coque mal feito no topo da cabeça, delineador borrado e morta de fome. Não tenho uma marmita bonita para fotografar. Tem o “arroz, feijão e carne moída” que sobrou da janta dos meus pais e é isso que vou comer. Não, eu não moro sozinha. Não moro em um “chateau” com o meu “namorido” e não decorei minha casa nas lojas mais caras da cidade. Aqui foi tudo orçado, rabiscado em desenhos mal feitos por nós e ordenado a um marceneiro, porque era a opção mais em conta. Não tenho uma penteadeira – embora seja um desejo – para ficar escovando meus longos cabelos cuidadosamente tratados em salões caríssimos que frequento semanalmente. Eu até vou a um salão caríssimo, mas uma vez a cada 6 meses – que é o que meu tempo e meu dinheiro permitem.

Não estou me fazendo de coitada, nem julgando a vida maravilhosa que algumas blogueiras têm a sorte de viver. Apenas dizendo: aqui existe uma blogueira das antigas. Eu trabalho 9 horas ou mais por dia, pego trânsito, tomo chuva, não tenho tempo de ir ao banheiro na hora que tenho vontade, almoço no PF do trabalho e janto comida requentada. Eu tomo carcada de chefe, ouço desaforos de colegas de trabalho e quando chego em casa a minha maior vontade é colocar um pijama que consiste em uma calça larga e uma regata velha e deitar na cama para ler um livro. Sim, um livro de preferência com uma história fácil na qual a protagonista seja uma pessoa comum com a qual eu me identifique e que, assim, eu torça por ela e me emocione com o decorrer da história… Mais ou menos o que eu sentia quando acompanhava alguns blogs antigamente. OPS! Chegamos ao meu ponto…

Estou inaugurando essa seção hoje, uma segunda-feira qualquer, na vida de uma pessoa qualquer. Aqui, vou fazer o que os blogueiros antigos faziam: vou contar meu dia a dia. Essa não é uma seção para alavancar a audiência do blog, ou para bombar nas redes sociais, nem mesmo para ganhar seguidores. Essa é uma seção para você, se quiser, me conhecer mais, para você saber que a vida de uma blogueira (salve algumas exceções) tem menos glamour do que parece e que eu, Ju Romano, não me reduzo a roupas bacanas e make e cabelos impecáveis. Aqui é uma seção-diário onde vou contar mais do meu dia a dia e espero divertir vocês. Aqui você vai descobrir que eu não sou modelo, não sou dona de agência, não sou fotógrafa e não sou herdeira.

Mas relaxa! As atividades do blog não vão parar, eu gosto do que faço! Eu gosto de colocar uma roupa bacana para ir trabalhar e, de fato, me monto todas as manhãs com makes e cabelos diferentes. Eu vou continuar postando os looks do dia e as dicas que me ajudaram e ajudaram a tantas outras. Mas teremos os dois e, no final do dia, quando eu chegar cheia de histórias – mais comuns do que elas parecem nas redes sociais – vou compartilhar por aqui.

Veja você que hoje mesmo meu dia não foi nada glamouroso e o ponto alto da minha tarde foi quando eu tive que debruçar sobre uma geladeira de sorvetes para alcançar um ChicaBom que estava no fundo da caixa. Quando estava lá, com o bundão para o alto e pernas balançando para me equilibrar, veio uma moça me oferecer ajuda e eu fiquei MEGA sem graça de aceitar, então voltei a ficar em pé e, como se tivesse tido um ideia brilhante, sorri e puxei com delicadeza a caixa do sorvete para cima e peguei o último sorvete. A moça olhou para mim e disse: “nada como ser autossuficiente, não é mesmo?”. Pequenos momentos como esse dizem muito sobre nós… Mas isso fica para um próximo post.

Hoje só quero inaugurar a seção e dizer que, se você quiser, pode me acompanhar no dia a dia ou se não quiser pode apenas ficar com os bons posts de sempre. Teremos os dois, teremos tudo. Porque eu acho importante que você possa se inspirar na hora de usar peça X, mas também acho legal que você saiba que eu a fotografei 1 ou mais dias antes daquela postagem, em uma manhã que eu estava de TPM e que fui acordada mais de 10 vezes pela soneca do despertador. Eu acho legal sinceridade em um universo onde tudo é programável.

 

Enfim, essa é uma seção que não aparecerá nos destaques do blog. Ficará ali, no menu, para você clicar quando estiver em casa, de pijama e sem um bom livro para ler, mas querendo acompanhar a vida de uma personagem qualquer.

 

Enfim, espero que a gente se encontre mais vezes por aqui…

 

HUA HUA

BJÓN

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