Olá queridas, esse domingo tive o prazer de conhecer a Maria Abacaxita, nova marca que vai até o tamanho 60 e tem uma pegada mais jovem do que o que a gente está acostumada a ver no mercado. A idealizadora da marca é a Renata Poskus, quem também organiza o FWPS: “depois de anos lidando com esse mercado eu percebi que faltava moda para adolescentes plus size e resolvi investir nesse ponto cego“, disse durante um evento no Sebrae na última sexta-feira. O slogan da marca também deixa clara a intenção: nada de PLUS, a Maria Abacaxita é FUN size ♥
Tenho que dizer que a Rê mandou muito bem nas estampas e ÓBVIO minha favorita é a de abacaxi, que já trouxe pra casa em uma almofada e na saia bafo. A escolhida para fotografar o lançamento da marca foi a Babu Carreira, atriz, dançarina e apresentadora, que tem um estilo descontraído e também deu sua contribuição desenhando algumas estampas dessa primeira coleção.
Bom, chega de tagarelar e olhe com seus próprios olhos o resultado:
♥ Maria Abacaxita:moda FUN size até o número 60 ♥
Vale dizer que como a marca ainda está lançando, a loja online ainda não está no ar, mas estará em breve. Outro aviso válido é que as estampas são feitas em quantidade limitada e depois que acabam os estoques da mesma estampa ela não volta mais, ou seja, nada de ficar panguando pra comprar aquela saia-desejo porque ela pode acabar e aí já era!
Acompanhe nas redes pra saber de tudo em primeira mão:
Olá queridas, antes de escrever o meu roteiro da China e do Myanmar (de onde acabei de voltar) resolvi escrever esse post com algumas coisas que ainda provam que a gente infelizmente tem que viver em uma sociedade gordofóbica pra caramba, porque passei por algumas situações nessa viagem que me fizeram lembrar – e muito! – como é FODA ser gorda em um mundo pensado pra magros.
Vou dar só um exemplo, mas aconteceram em vários momentos e acontece todos os dias com todas as gordas do mundo. Meu exemplo rolou no começo da viagem, logo no primeiro avião. Sempre ouvi dizer que a Emirates é a melhor companhia aérea e blá blá blá. O que eu estava esperando disso? Uma classe econômica com um assento confortável, espaçoso e decente para um vôo que ia durar 14 (CATORZE) horas. Pois bem, sentei e claramente meu quadril era maior que o espaço entre os dois braços da poltrona. O que a Ju de anos atrás faria? Ficaria extremamente envergonhada e sentindo-se culpada por não me encaixar na cadeira MINÚSCULA (sério, gente, não tinha nem 70cm de assento aquela merda). Mas hoje eu tenho outra visão, acho que as empresas têm obrigação de serem inclusivas, então a vergonha não é minha, é deles. Bom, vi que um comissário de bordo que falava português estava perto e falei para a minha irmã em alto e bom tom: “Bom, eu não vou usar cinto, porque eu apenas não caibo nessa cadeira…”. O comissário super simpático, solícito e discreto, prontamente achou um outro assento duplo que estava vago e perguntou delicadamente se minha irmã não gostaria de se mudar para lá para que ambas ficássemos confortáveis durante o vôo.
OK, o problema foi resolvido, mas fiquei pensando em outras pessoas grandes que não têm autoconfiança ainda e realmente se sentem envergonhadas a ponto de ficarem quietas e desconfortáveis durante 14 horas de vôo. Aí além de chegarem ao destino toda quebradas, ainda chegam sentindo-se inferiores por conta de uma porcaria de um assento minúsculo que não é confortável nem pra quem é magro.
Bom, desabafo feito, montei uma lista de coisas que ainda representam nossa sociedade gordofóbica e estão no meu livro negro de “KIRIDINHAS, APENAS MELHOREM!”
Cadeira de avião
O problema: como descrito acima, são feitas para adultos com corpo de criança e quase deixam o sangue circular na sua perna.
A solução: poltronas maiores em todo o avião ou em algumas fileiras específicas, JURO que não é tão difícil. Esses dias peguei uma ponte aérea Rio-SP e as 7 primeiras fileiras eram de poltronas que apelidei carinhosamente de “cadeira de gordo”, já que eram mais largas e com espaço maior de perna. Se não me engano não tinha que pagar extra, era só escolher as cadeiras da frente no check-in.
Um sonho: entrar nas cabines maiores, sem olhares de reprovação…
2. Cabine de banheiro público
O problema: ou você abre a porta, ou você entra. E quando você entra, não consegue fechar a porta… Porque a cabine é tão mal feita que a porta quase encosta no vaso sanitário.
Sério, tem coisa mais irritante do que estar apertada pra fazer xixi e ter que entrar e sair da cabine umas 3 vezes até descobrir uma posição que você consiga se espremer contra a parede com sua bolsa e o casaco e ainda assim consiga fechar a porta, sem ter que subir em cima da privada? Não, não tem.
A solução: fazer cabines mais compridas, pelo menos. Como solução imediata, bastaria deixar a cabine específica para deficientes (que também deveria ter em todos os banheiros, aliás) sem o adesivo. Já que elas são mais espaçosas, as gordas poderiam usar numa boa, sem receberem olhares de reprovação como se estivessem fazendo alguma coisa errada. Ou, como é na Ásia, em vez da privada tradicional, poderia ser a privadinha no chão, que apesar de parecer horrível, achei muito mais higiênica na questão “não corre risco de encostar” hahaha.
3. Catraca de ônibus
O problema: é humilhante AND dolorido ter que se espremer pra conseguir passar entre aquele espaço pequeno, com gente te pressionando e ainda fazendo cara feia porque você está demorando pra passar. Vale dizer que a catraca não é pequena só pra quem é gorda, a catraca é apertada pra QUALQUER pessoa que seja um pouquinho maior.
BÔNUS: tudo ainda fica pior se você estiver voltando do trabalho no frio, com sacolas e casacos.
A solução: catracas mais largas, óbvio! Eu sei que todo mínimo espaço está sendo aproveitado para colocar bancos, mas já que nunca os bancos são suficientes para toda a galera que pega ônibus, então não custava nada tirar um – aquele que divide o corredor com a catraca – para aumentar a largura do espaço de entrada.
4. Assento de metrô com divisória
O problema: nádegas doloridas e com uma marca ao chegar em casa, porque você não coube em apenas um espaço pré-dividido e teve que ocupar um assento e meio, ficando com a divisória bem no meio da sua nádega esquerda.
Não sei nem quem foi o infeliz que achou interessante pré dividir um banco, talvez imaginando que isso daria alguma noção de espaço pessoal no transporte público, mas a questão é que além de não servir pra nada, ainda humilha pessoas maiores.
A solução: que tal fazerem bancos sem divisórias? Um banco liso não mata ninguém, dessa forma as pessoas podem se encaixar nos espaços que precisarem.
5. Provador de loja
O problema: mal cabe você pelada lá dentro, imagine sua bolsa, suas compras anteriores, você abrindo os braços, tirando e colocando calças… E quando tem cortinas, sua bunda fica empurrando elas para fora…
Não sei se é porque além de ser gorda, sou claustrofóbica, mas provadores de lojas já me dão um desespero só de saber que eu vou ficar enclausurada em um cubículo cujas laterais quase encostam nos meus braços.
A solução: provedores com cabines maiores, se não forem todas, pelo menos algumas – e que não sejam apenas para deficientes físicos. Minha solução imediata é ficar com a porta do provador aberta pra não ter falta de ar, mas isso não resolve as laterais pequenas do provador, só me ajuda a não ter uma crise claustrofóbica mesmo.
6. Espelhos que emagrecem no provador
O problema: isso prova que nossa sociedade é tão gordofóbica, que precisa te passar sua imagem mais magra para que você se sinta mais tentada a comprar uma roupa. O pior? Algumas pessoas ainda gostam.
A solução: nem espelhos que engordem, nem espelhos que emagreçam… Apenas espelhos que reflitam a realidade, pode ser?
7. Cadeiras com braço
O problema: raramente os braços têm um bom espaço entre si, de forma que é só ter um quadril um pouco mais largo que as cadeiras com braços já ficam meio apertadas.
A solução: assentos mais largos, com braços mais distantes ou braços mais altos, sem fechar na lateral da perna – sabe aqueles vazados embaixo?! Não é preciso que TODAS as cadeiras do mercado sejam assim, mas que pelo menos existam opções pra quem é gorda e quer conforto, né!?!? Até a indústria de móveis é um tanto gordofóbica, minha gente… Num tá fácil!
8. Marcas plus size que só fazem até o 50
O problema: se até uma marca especializada em roupas pra gordas acha que existe um “limite aceitável” pra ser gorda, me diz como se sente a mulher que quer se vestir bem e está acima desse limite?!
A solução: fia, se você se propõe a fazer roupa pra gorda, faça direito com uma grade abrangente… Caso contrário tire o plus size do nome da marca e fique quietinha com a numeração pequena.
9. O próprio título plus size
O problema: quando a gente fala que alguma coisa é plus size a gente está segmentando aquilo, ou seja, está dizendo que aquele segmento não faz parte da maioria, não é o “comum” nem o “normal”. Quando a gente fala que uma marca é plus size, a gente está dizendo que a mulher gorda não faz parte da moda “tradicional” e, portanto, precisa de um segmento só seu.
A solução: que as marcas aumentem a grade no geral e que tanto a numeração 36, quanto a 60 sejam parte da numeração “normal”, mas que não precise de um nome para isso.
10. Sapatos para pés finos/pequenos
O problema: SÓ tem sapato para pé fino ou no máximo um mediano. Aparentemente a indústria de calçados ignora com fervor a existência de mulheres com pés grandes, largos e/ou altos.
A solução: aumentar a numeração é o básico, já que mulheres altas têm pés grandes normalmente, independentemente de serem gordas ou magras. Agora quanto aos pés largos e/ou altos, custava fazer alguns modelos de botas e sapatos maiores?! Custava fazer umas tiras de sandália com elástico? Custava fazer uns solados mais largos?!? Umas pernas de botas para batatas largas?! A gente até acha algumas, mas com MUITA procura, quase uma caça eu diria…
11. Cadeiras que aguentam só até 100 kg
O problema: a maioria das cadeiras no mercado de design só aguenta até 100kg, depois disso as pernas começam a ceder, as juntas ficam moles, o encosto vai se separando do assento e existe um grande risco de acidente. Agora me diz, como faz?! conheço homens grandes que não são gordos e pesam mais que isso (são bem musculosos inclusive). Ou seja, as cadeiras são uma porcaria em questão de qualidade de material, mas se a gorda quebra a culpa e a vergonha são dela?!
A solução: industria de móveis, apenas melhore! As cadeiras não têm que aguentar o mínimo, elas têm que ser bens duráveis, que suportem com segurança qualquer tipo de pessoa. De nada adianta fabricar cadeiras bonitas se elas não servem pra metade da população. Materiais melhores com design desejável, please!
12. Corredores e portas de aptos pequenos
O problema: a população está cada vez mais gorda e os apartamentos novos cada vez menores, mas mesmo os que não são menores também apresentam um detalhe bizarro: as portas novas são menores que as antigas. Enquanto uma porta tinha em média 80cm de largura, as novas no interno do apartamento têm 70cm. Pode ser que elas tenham diminuído com o objetivo de aumentar o espaço interno de uso, mas a verdade é que as pessoas gordas foram absolutamente ignoradas nesses casos.
A solução: apenas voltem com portas maiores e, arquitetos e engenheiros, prestem atenção para ver se seu projeto é acessível. Porque sinceramente, se eu que visto 50 não paro de bater os braços nas maçanetas, imagine uma gorda maior ou uma cadeirante tentando passar por essas portas?!
Bom, esse é um daqueles posts que a gente faz quando está revoltada por ter passado por uma situação indesejada, mas a verdade é que a gente passa por vários momentos gordofóbicos no nosso dia e sem perceber acaba se sentindo inferiorizada ou humilhada. Por isso a gente não pode parar de lutar por locais públicos mais acessíveis e tem que manter a cabeça bem levantada quando passar por qualquer uma dessas situações. Não se sintam mal se acontecer alguma coisa dessas com vocês, vocês não estão sozinhas!
Bom, tem mais alguma situação que não coloquei aqui que você passa? Me conta nos comentários!!!
Quando eu comecei a escrever um blog de moda, fiz isso porque sou a favor de que a mulher pode usar o que ela quiser. Pouco tem a ver com a passarela da última estação, e muito tem a ver com a expressão de cada mulher dentro do seu estilo, independente do seu formato de corpo. Eu acredito que a mulher é dona de seu próprio corpo e que ninguém pode lhe dizer como se vestir, como se comportar e como ela deve viver sua vida a não ser ela mesma – e ninguém tem nada a ver com suas escolhas pessoais. E se você está lendo esse texto, nesse blog, acredito que você também seja a favor dessa ideia.
Então me diz, como você quer ter liberdade para usar um top cropped e botar a pancinha plus size de fora, se quando uma menina usa saia curta você pensa “aff que vagabunda”?!? Quando vê uma menina com decote e peitão e pensa: “essa quer dar”. Como você quer que as pessoas respeitem seu estilo e suas escolhas, se você mesma não consegue olhar outra pessoa sem julga-la?!? Me diz por que você acha que as pessoas devem respeito a você enquanto você mesma não respeita a decisão delas?!? Como você pretende parar de ser julgada, se nem você mesma para de julgar a outra?!?!
Eu pensei muito sobre os acontecimentos trágicos dessa semana, pensei muito sobre como as pessoas falam sobre a mulher, pensei muito sobre o que falamos por aqui. Infelizmente vi na minha timeline pipocarem várias opiniões de mulheres plus size bem resolvidas que querem ter suas escolhas respeitadas, mas esbravejaram opiniões invasivas sobre a maneira que outra mulher vivia sua vida, se vestia, se comportava, como se ela fosse culpada por uma decisão que ela não tomou.
Alguém me explica: a gorda sempre foi excluída, limitada nas suas escolhas de roupa e comportamento por conta de julgamentos e preconceitos alheios, mas não é justamente disso que a gente quer se libertar? Não queremos e lutamos todos os dias para que as pessoas PAREM de nos julgar pelo nosso corpo e escolhas e possamos finalmente tomar nossas decisões como SÓ nossas e com a maior liberdade possível?
Então fiquei pensando, a gente tem mesmo que parar é de ser hipócrita e fingir que lutamos pela liberdade, enquanto formos egoístas a ponto de acreditar que a liberdade só é válida para um grupo de mulheres ou, pior, só para nós mesmas.
A gente tem que desconstruir TODO E QUALQUER julgamento que a gente cresceu ouvindo, porque não é o que as pessoas olham por fora que define você. Não é seu corpo que define sua personalidade. Não é sua roupa que define suas vontades sexuais. Não é seu comportamento que dá liberdade para alguém invadir sua privacidade e seu corpo.
Compartilhei uma frase na minha página esses dias e acredito que esqueci de completar o pensamento:
Mulher, SEU CORPO É SÓ SEU, E NINGUÉM TEM O DIREITO DE OPINAR SOBRE ELE, TOCÁ-LO OU TOMÁ-LO COMO PÚBLICO. ASSIM COMO O CORPO DA OUTRA NÃO CABE A MAIS NINGUÉM, TAMPOUCO A VOCÊ.
Acho que antes de pedir respeito, a gente tem que começar a exercer o que desejamos. Não olhe outra mulher como uma inimiga, ela não é.Ela é sua irmã, ela sofre as mesmas dores que você, ela tem as mesmas pressões sociais que você, ela luta ao seu lado e suas conquistas beneficiam sua vida também.
A gente faz parte de um grupo plus size, mas antes fazemos parte de um grupo muito maior chamado MULHERES. Se uma lutar pela outra, todas nós saímos ganhando.
Eu luto há 9 anos por vocês, mulheres, para que vocês enxerguem a beleza única de cada uma, para que vocês tenham cada vez mais liberdade. Nessa luta, criando empatia pelos problemas de mulheres que nunca conheci ao vivo, já vi e vivi muitos avanços. Eu acredito porque vi com os próprios olhos que quando as mulheres se ajudam, vidas são mudadas para melhor. VIDAS.
Imagem do movimento She For She
Fica aqui minha reflexão, meu posicionamento e minha promessa de que SEMPRE, sempre mesmo, eu vou lutar pela liberdade de cada mulher. Pela liberdade de que cada mulher possa ser o que, como e quando quiser, sem ter medo sem precisar se calar. Vou lutar sempre por mais respeito e gostaria muito que você fizesse parte dessa reflexão comigo e se juntasse a mim e outras mulheres nessa luta. A (r)evolução começa dentro de cada mulher.
Olá queridas, falta uma semana pra minha viagem pra China e eu estou me preparando pra passar o maior calor lá e calor significa o que?!? Saias, vestidos e… Coxas ralando uma na outra! Como eu adoro ficar com as pernas de fora, eu sempre uso shorts por baixo, para evitar a temida assadura entre as coxas. Então, já fui atrás de alguns shorts mais coladinhos ao corpo.
Eu já tenho 2 (um da Flaminga e um da Lupo) e vou comprar mais alguns. Como sei que vocês também passam por isso, fiz uma seleção de shorts que vão até o EXG ou até o 56, lembrando que eles são BEEEM elásticos, à partir de R$ 19,90. Eles estão nessa galeria acima (é só clicar em cima do “VIEW GALLERY” no canto direito superior da imagem acima e ir passando pro lado) e deixei os créditos com link abaixo. Espero que ajude!
♥ Shorts para usar por baixo de saias e vestidos e evitar assadura entre as coxas ♥
Vou colocar os créditos de acordo com a ordem da galeria para quem ficou interessada. Todos os shorts que eu selecionei para essa galeria têm o tamanho EXG, mas vale lembrar que são todos bem elásticos.
(clique em cima do crédito para ser direcionada à loja virtual!!!)
Bom, sei que tem vários outros em muitas lojas, então se vocês tiverem sugestões e recomendações por favor deixem nos comentários, assim rola uma troca de informações super úteis ♥
Ah! E se você não consegue usar o shortinho, nesse post aqui eu também falei de alguns outros truques, vale dar uma olhadinha!
GENTE! Pára tudo que eu quero morrer de amor ♥ com esse clipe novo da banda DNCE!!! A banda que tem Joe Jonas como vocalista acabou de lançar o novo clipe da música Toothbrush e o par romântico do cantor é a modelo plus size Ashley Graham!!!
Deixemos a discussão de “ela é plus ou não” para outro momento, porque o que importa agora é que pela primeira vez a gente vê um clipe pop com uma mulher com gordurinhas, coxas grossas, braço gordinho e que foge do padrão de magreza-modelo-tradicional!
O que eu acho legal é que Ashley faz um papel fofo, de namorada e aparentemente por quem Joe Jonas é completamente apaixonado. Ela NÃO faz o já batido e estereotipado papel da gorda que estamos tão acostumadas (e desgostosas) a ver. Não! No clipe Ashley faz uma mulher tão incrível como qualquer outra (afinal, é o que somos, né!) que namora com um cara como qualquer outro. O clipe NÃO gira em torno do fato dela ser plus size em momento algum, pelo contrário: seu corpo é tratado de forma natural. Mais que justo, não?!?
OK, mas o que isso muda Ju?! O que muda é que as fãs da banda (jovens ou mais velhas) podem FINALMENTE se ver representada em um papel legal, podem se colocar no lugar da Ashley e sonhar e imaginar e desejar um amor como o do clipe (ah, vai, quem nunca ficou imaginando como seria estar no papel dos pares românticos dos clipes e filmes?!). E mais: tratar um braço gordo, uma coxa grossa, uma barriguinha como normal, comum, cotidiano e digno de uma vida normal e tranquila só faz com que diminua o preconceito e a gordofobia, sem contar que dá uma freada na compulsão obsessiva de algumas mulheres pela magreza excessiva!
Gente, to assim: de queixo caído! Adorei a iniciativa, adorei o clipe, adorei a música e já to aqui ó, querendo largar as escovas de dentes na casa de todo mundo huahauhauhauahu #alocka
Aperta o play e vem dançar comigo pra comemorar mais um passo em direção à diversidade, mais um passo em direção à alegria:
♥ Toothbrush: plus size Ashley Graham e Joe Jonas ♥
O que vocês acharam do clipe?! Curtiram? Confesso que nunca fui muito fã dos Jonas Brothers, mas depois desse clipe eu bem topava ser a Ashley por um dia pra dar uns rolês com Joe huahauhau
Olá queridas, esse último sábado foi o lançamento das calças Levi’s plus size no Brasil… FI-NAL-MEN-TE!!!! \o/ Eu estava roendo as unhas para contar essa novidade para vocês, principalmente porque eu sou consumidora de Levi’s há muitos anos e depois que engordei ficou bem difícil achar jeans tão legais e com uma pegada mais moderna que vestissem minha bunda 50.
Bom, vou organizar o post para responder as perguntas que vocês me fizeram nas redes sociais, assim fica mais fácil 🙂 Vamos lá?!
♥ Calças Levi’s plus sizeno Brasil ♥
Até qual numeração vai?!
A numeração é a mesma da gringa e o plus size vai do tamanho 16 ao 24. O 24 veste até o 56. Eu visto 50 e a minha é a tamanho 18. Apesar de no site da marca dizer que veste até o 52, no evento de lançamento sábado todas as meninas que provaram acabaram levando 2 números menores do que a tabela da marca dizia. A Mari do @modaplussizebr veste 54/56 e ficou ÓTIMA na tamanho 24.
Onde comprar? Já estão à venda?
Sim, já estão à venda. Quem compra online, já tem venda na Best Size, no link > https://www.bestsize.com.br/marca/93/levi-s. Por enquanto as calças NÃO serão vendidas nas lojas Levi’s dos shoppings (por questão de logística, segundo a marca), mas estão à venda em multimarcas (na gringa eles vendem em grandes lojas de departamento, mas aqui eles acreditam que as multimarcas têm mais a ver). No site da Levi’s tem a relação de lojas revendedoras que será atualizada conforme for crescendo, mas por enquanto está assim (clique na imagem para abrir maior em nova aba!):
Qual a faixa de preço?
Na Best Size a calça custa R$ 289,90, imagino que nas multimarcas não deva variar muito.
Todos os modelos e cores estarão disponíveis?
Por enquanto, ainda não. Nesta coleção a marca trouxe o jeans 311 Shapping Skinny – de cintura média, perna skinny e tecnologia que comprime a área do abdômen – e o 315 Shapping Bootcut. Mas eles já têm o planejamento para o próximo semestre com mais modelos e, mais pra frente, também as partes de cima plus size, como camisas jeans e tal!
As calças Levi’s plus size vão dar em quem é alta sem ficar curta?
Lá na gringa existem alguns tamanhos de perna de calça, mas aqui para o Brasil a feminina só terá um tamanho, o 34. A coleção plus size, inclusive, nem chama plus size. Ela, na verdade, chama Big & Tall, que tanto no masculino quanto no feminino é para pessoas grandes e altas, como o nome diz. Más notícias para as baixinhas: vamos ter que continuar fazendo ou dobrando as barras heheh.
Minha calça Levi’s é tamanho 18 e eu visto 50. Pra quem perguntou lá nas redes: o colete é da Rouge Marie | a blusa da Julia Plus | a bota da Renner
Qual o diferencial das calças Levi’s plus size?
Para dar mais conforto, as calças Levi’s plus size contam com mistura de tecidos elásticos, que fazem a calça esticar e se moldar ao corpo. Já na questão de segurança, o bolso interno frontal pega da lateral do culote até o zíper, formando como se fosse um “tecido triplo” na região da pochete, que não deixa a calça marcar tanto e também não deixa o zíper dobrar. Na parte de trás, os bolsos são mais compridos e centralizados e a pala é menor, tudo isso dá uma impressão de bumbum mais empinado.
Bom, gatonas, tirando isso posso dizer que amei a modelagem das calças e o jeans é bem gostosinho, daqueles mais macios, sabe? Achei um conforto só e estou ansiosa aguardando a chegada das calças pretas, porque só deus sabe como é difícil achar calça jeans preta total homogênea, sem lavagem, para as gordas huahuahua
Acho que essas foram as dúvidas que surgiram nas redes sociais, mas se tiverem mais perguntas, deixem aqui nos comentários que eu completo o post!
Olá queridas, quando começamos a falar do Bazar Pop Plus Size o evento estava lá no comecinho, mas já dava para perceber o empenho e amor dedicado ao projeto da Flávia Durante, que botou a alma para levar às meninas plus marcas legais, jovens e cheias de vida – e assim, devolveu a vontade de se sentir linda a muitas e muitas mulheres que já passaram por lá. Agora o evento mudou de nome – é só Pop Plus – e tem nova identidade visual, para comemorar essa linda fase. Mas não se engane: o evento continua sendo aquela reunião de lojas lindas pensadas para nós!!!
É com muito orgulho, muito mesmo, que vejo esse evento crescer a cada edição que passa, porque chego lá e vejo muitas meninas emocionadas, percebendo que elas têm um mercado pensado para elas, que depois de tanto tempo sendo excluídas da moda tradicional elas finalmente encontraram no nicho plus size um conforto… E que conforto! Roupas com tamanhos decentes, com opções de lingeries até vestidos elaborados. É tudo tão legal, que é claro que me dá um orgulhinho da Flávia e de todas as consumidoras plus que já passaram pelo Bazar Pop Plus Size e todas que ainda vão passar agora pelo Pop Plus
Dessa vez recebi uma notícia incrível: está para acontecer a maior edição Pop Plus até hoje (e espero que a próxima seja ainda maior!), com mais de 50 marcas incluindo moda, acessórios, decoração e gastronomia. E a pedidos das clientes o Pop Plus vai durar 2 dias… DOIS DIAS \o/, sábado AND domingo! Já temos data e local, mas ainda não temos a lista das marcas participantes, quando tiver faço um update no post, ok? Então, amore, anote na sua agenda!!!
Bom, gatonas, acho que ainda não contei por aqui, mas eu vou passar o mês de junho na China e no Myanmar, a passeio mesmo de férias para comemorar meu aniversário (esse ano tô precisando, viu?!) então não estarei de corpo físico, mas pode ter certeza que toda minha alma e meu amor estarão lá e eu desejo que seja só sucesso!!!!
Olá queridas, quem me acompanha nas redes já sabe da minha descoberta de roupas plus size baratas e beeeem legal nas lojas Caedu, mas resolvi compartilhar aqui também o vídeo (que tá lá no meu canal do Youtube também, já se inscreveu?) porque acho que dá pra ter uma noção legal de como as peças são joviais e mais fashion, mesmo o preço sendo o menor do mercado plus que eu já vi até hoje.
Respondendo as perguntas que já surgiram nos comentários do vídeo:
♥ A Caedu por enquanto só tem loja física. Entrando no site (aqui) você pode ver se tem alguma perto de você.
♥ Eu visto tamanho 50, mas na Caedu comprei blusinhas do G1 ao G3 de acordo com a modelagem (porque pode variar, já que nossos corpos são diferentes) e a numeração é beeeeeeem generosa (tipo calças 50 ficaram grandes em mim…)
♥ Eu vim na Caedu do Ipiranga, que fica na saída do metrô Sacomã.
♥ A coleção é muito maior do que o que eu mosto no vídeo, porque eu não peguei todas as peças, só as que eu ia provar mesmo. E tem variação de cor também, ou seja, o cardigan e as calças, por exemplo, têm de outras cores, etc.
♥ Todas as peças que eu provo no vídeo e as que eu publiquei ou ainda vou publicar ficam entre R$ 24,99 e R$ 89,99 \o/
♥ Roupas plus size baratas: no provador da Caedu ♥
Eu gostei de muuuuita coisa e acabei saindo da loja cheia de sacolas, ou seja, estou postando aos poucos os looks no meu Instagram (@ju_romano) e espero que sirvam também de inspiração para você montar seus looks na hora de comprar ou de sair.
Bom gatonas, espero que vocês tenham curtido conhecer a Caedu e que consigam comprar muuuuitas roupas plus size baratas e incríveis!!!
Olá queridas! Esse fim de semana será agitado pra nós plus size! Eu falei essa semana da loja temporária da Chica Bolacha e fiquei sabendo também do Bazar do Blog Mulherão, que além de trazer coisas incríveis também tem o valor da entrada (R$ 5) doado para o GRAAC.
O bazar vai contar com a presença de marcas de moda jovem como a Oh! Querida, de moda lady like meio retrô como a UPSY e a Jelly Maciel, lingeries a partir de R$ 15,90, a moda praia da A Minha Praia É… e também moda mais pro dia a dia e pro trabalho com Ale Senna e jeans com a Thrue Emotion, entre tantas outras de roupas e acessórios.
Bom, se você estiver por SP nesse fim de semana, bora?! Se não morar por aqui, ainda dá tempo de comprar a passagem 😉 Então anota aí:
♥ Bazar do Blog Mulherão ♥
DIA E HORA
30/04 e 01/05 das 13h às 20h
LOCAL
Rua Pedro de Toledo, 844 -Vila Clementino – São Paulo
Se você ainda não comprou o presente do dia das mães para a sua ou até o seu mesmo, tá aí a chance de encontrar sugestões lindas, com descontos e variedade de estilos! Olha só um pouco do que você vai encontrar por lá:
Bom, gatonas, quem organiza o Bazar do Blog Mulherão é a Renata Poskus, a mesma que faz o Fashion Weekend Plus Size, e ela me contou que na última edição conseguiu arrecadar quase R$ 3 mil reais em doação. Ou seja: sucesso!!!!
Espero que vocês consigam ir e nos vemos por lá!!!!
Olá queridas! Eu já falei várias vezes da Chica Bolachaaqui no blog e provavelmente você também já viu as peças incríveis da marca em vários corpitchos mundo afora. Sim, vários corpitchos mesmo porque a numeração vai até o tamanho 60 (do P ao 5G) provando que dá pra fazer uma moda democrática e cheia de personalidade.
A notícia boa é que as lindas vão fazer uma loja temporária da Chica Bolacha em São Paulo, com direito ao lançamento da nova coleção LUST FOR LIFE e muitas peças das coleções passadas com super descontos. Tudo em um lugar gostosinho na badalada Rua Augusta, para que você possa provar as peças de forma confortável (vai ter ar condicionado \o/ #oremos) e interagir com outras lindas estilosas.
Bom, eu amo a Chica Bolacha e acho a oportunidade ótima para você ver ao vivo as estampas lindas e únicas da marca, sentir os tecidos na mão e provar no corpo. Recomendo fortemente as saias midi estampadas, como essa que eu usei aqui, e também aproveitar os camisetaões super confortáveis ♥
♥ Loja temporária da Chica Bolacha ♥
Dias e horários:
29/04 (sexta) – das 13h às 19h
30/04 (sábado) – das 9h às 18h
Local:
Rua Augusta, 2239, São Paulo (Escola São Paulo, na Agusta na região dos Jardins)
Formas de pagamento
Dinheiro e todos os cartões em até 3x!
Tem tamanhos menores?
Sim! Desta vez terão TODOS os tamanhos da Chica, do P ao 5G!
Quais coleções estarão lá?
Cosmopolitan com super descontos + Nova coleção LUST FOR LIFE.