Mariana Xavier abre o jogo sobre preconceito | Tia Ju entrevista

Olá queridas! A última vez que fui ao RJ tive a chance de conversar muuuito com a Mariana Xavier, atriz que tá em cartaz com o filme Gostosas, Lindas e Sexies AND na novela das 21hs A Força do Querer (onde interpreta uma aspirante a modelo plus size).

Mariana Xavier abriu o jogo comigo e contou sobre como é ser atriz e ter um corpo plus size, os preconceitos, as lições, como foi gravar um filme sendo uma tarada bem resolvida… No vídeo a gente fala bastante coisa, principalmente que você não precisa de aprovação de ninguém para ter o corpo que você QUISER! E que SIM, dá pra você seguir a carreira que tiver vontade, independentemente do peso. Ah! E também que você vai tomar 1, 2, 3 ou 10 NÃOS, mas não é para desistir…

Enfim, falamos um pouquinho de tudo, então aperte o play e assista no vídeo a seguir:

 

♥ Mariana Xavier abre o jogo sobre preconceito | Tia Ju entrevista 

 

 

Eu também gravei um vídeo para o canal da Mari, o Mundo Gordelícia, vou deixar links logo abaixo, mas antes dá uma olhadinha no vídeo delícia:

 

 

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Ju Romano >>> https://www.youtube.com/juromano

Mundo Gordelícia, por Mari Xavier >>> https://www.youtube.com/mundogordelicia

 

Bom, gatonas, espero que vocês tenham curtido os vídeos. Como eu disse, acho que a Mari Xavier é uma baita representante do movimento plus na televisão e nos cinemas ao lado de outras maravilhosas como Cacau Protásio, Fabiana Karla e outras lindas, por isso fico muito honrada em poder ajudar a divulgar o trabalho delas e espalhar aos 4 cantos que a mulher plus size pode SIM ser bem sucedida em QUALQUER área da vida e qualquer carreira!!! YOU GO, GIRL!!! \o \o \o

 

E vocês? Já assistiram o filme ou leram o livro? Me contem TUDO aqui nos comentários e compartilhem esses vídeos do amor pra todas as mulheres plus se sentirem abraçadas. 😉

 

 

HUA HUA

BJÓN

 

C&A e a propaganda ENGANOSA: close erradíssimo!

Cara amiga gorda, você que acompanha esse e tantos outros blogs, se você ainda não viu a campanha da C&A, já aviso: NÃO SE ABALE. O que você vai ver é uma campanha de marketing mal feita, que tenta se apropriar da nossa luta para reafirmar ainda mais os padrões estéticos de magreza.

A modelo escolhida é a Malu, que veste 44/46 no máximo, ela é linda e talentosa, mas não é gorda e também não acredito que ela passe por um décimo das dificuldades e preconceitos que as gordas passam no dia a dia – como por exemplo tentar achar uma peça que sirva dentro de lojas de departamento, pra dizer o mínimo. Se o objetivo da campanha é mostrar que a indústria esteve errada por tanto tempo e que SIM a gorda pode ser sexy, por que raios a campanha resolve representar a gorda com uma mulher que NÃO é gorda?!?! 

O problema de uma campanha mentirosa – não nas palavras, mas na imagem – é que ela reafirma para todas as mulheres que AQUILO é o aceitável de ser gorda. Quer dizer então que ser magra é só se você vestir 38? Qualquer coisa acima do corpo de uma modelo de passarela, já pode ser considerada gorda?! OI?!?! Na verdade, o bonito pra gorda é na verdade ser magra… DE NOVO, GENTE?! Quando vamos parar?  Onde vamos parar?

Eu te digo: vamos parar em um monte de jovens com distúrbios alimentares. Vamos parar com um monte de mulheres infelizes com seus corpos, se submetendo a situações perigosas para mudarem o que veem no espelho. Vamos parar com um monte de mulheres traumatizadas se esgoelando na academia para serem uma gorda como a Malu OU para deixarem de ser gordas como a Malu e tentarem se encaixar em um padrão de magreza CADA VEZ MAIS MAGRO.

A Malu é linda, gente, mas ela não é gorda. E levar as mulheres a acreditarem que ela é só dá resultados ruins. Para as mulheres que não se aceitam e querem ser magras, faz com que esse objetivo fique ainda mais longe e ainda mais inatingível. Como ainda tem gente (muita, infelizmente) que considera gorda pejorativo, imagine o que pensam essas mulheres ao ver uma modelo como a Malu, que é só curvilínea, estampando a palavra gorda? Já estive no lugar dessas mulheres, quando eu era mais nova eu queria ser magra como a Malu, ter pernas finas e esquias, barriga sequinha, peitões. Aparentemente, seguindo essa campanha, eu nem sei onde eu iria parar, porque se a Malu é classificada como gorda, o que eu teria feito para ficar magra?! Reflita!

Para as mulheres que são gordas, faz com que a gente se sinta fora do nosso próprio segmento. Como se tudo aquilo que tem a ver com a nossa realidade – gordurinhas saltando para fora do jeans, culotes, celulite, gordura interna da coxa – ainda fosse algo realmente feio para se mostrar e, portanto, devesse ser substituído pela imagem mais magra de uma gorda que eles puderam achar.

Mais uma vez: eu não teria problema algum em ver a Malu estrelando a campanha de uma marca como a C&A, acho ótimo que as curvilíneas tenham seus lugares e torço para que a gente tenha uma diversidade maior de modelos mesmo! Mas já que é pra ser uma campanha cheia de representatividade, por que não colocam a Malu como curvilínea e uma modelo maior, como a Mayara Russi, por exemplo, como gorda?  

Ai, ai… A indústria da moda as vezes é tão cansativa. Se por um lado cada dia vejo mais inclusão, por outro vejo marcas e agências de publicidade tentando pegar carona nas lutas como um jeito de lucrar. Veja, eu não teria problemas com o lucro, contanto que finalmente a indústria fizesse com que cada garota se sentisse parte dela, mas a questão é que alguns closes erradíssimos só fazem com que nós, as margens da sociedade (gordas, negras, gays, trans, etc), nos sintamos ainda mais ERRADAS, como se até mesmo dentro da nossa própria causa, tivéssemos que mudar e nos encaixar dentro de um padrão.

Que vergonha! Que vergonha de ver uma marca se apropriar do nosso discurso de liberdade, do nosso discurso de aceitação, das nossas palavras de incentivo diário, para continuar a martelar nas cabeças das mulheres VELHOS E ULTRAPASSADOS padrões de beleza. 

Eu me sinto ultrajada e enganada. Não se engane: subjetivamente essa propaganda apesar da modelo plus size, não tem NADA de inclusiva e realmente só ajuda a reafirmar os padrões de magreza, mas fica a dica, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor:

[blockquote author=”Idec, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor” ]De acordo com o artigo 37 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), a ideia da publicidade abusiva está ligada à valores morais e atuais acontecimentos da sociedade. Em geral, é a publicidade que contém objetiva ou subjetivamente um discurso discriminatório ou preconceituoso. [/blockquote]

Bom, nem sei mais o que dizer sobre isso, mas como a blogueira Kalli Fonseca, do Beleza Sem Tamanho, falou: “nem precisamos pensar em boicote já que a marca já boicota as gordas, não tendo nada que nos sirva nas araras”… Isso porque não é a primeira vez que a C&A dá mancada com as gordas (relembre a campanha da Preta Gil aqui), vamos colocar uma gorda empoderada na equipe de marketing, vamos?! 

Infelizmente, é isso

BJÓN

“Ei, não é OK ser gorda”… Oi? WTF essa revista está fazendo?! Shame on you Glamour!

Olá queridas, não tenho como ser polida, educada, simpática, sensata ou qualquer outra coisa… Porque o que apenas consegui pensar e dizer foi “MAS QUE PORRA É ESSA?!?!” quando li a carta editorial da Mônica Salgado, a última de 2015 e que encerra o ano da revista Glamour. Me desculpe, mas faltou GLAMOUR na minha reação… E com razão! Eu não quero corroborar com a ideia insana de uma ex-gorda, que decidiu por desejo pessoal emagrecer, que toda gorda é, ou deve ser, infeliz. Ok, todo mundo tem uma opinião, inclusive as repórteres, e acho que todo mundo tem que buscar felicidade, mas uma revista apoiar um discurso que OFENDE e OPRIME a liberdade corporal da mulher é GRAVÍSSIMO. Também não acho que o “politicamente correto” é errado ou chato, principalmente quando ele significa RESPEITAR o próximo.

 

[blockquote author=”Kariny Grativol, produtora-executova da Revista Glamour” pull=”normal”]”Ei, não é OK ser gorda. Não é possível se sentir bem com obesidade. Falo com propriedade: fui obesa infantil e vivi o efeito sanfona por 15 anos, até fazer cirurgia bariátrica. Emgareci 47kg e hoje sou feliz com o meu manequim 44″ [/blockquote]

 

E vem cá, que merda é essa de dizer como as pessoas devem ou não viver? Que porra é essa de dizer o que é “OK” eu fazer da minha vida e o que não é? O quão legal, incrível e tão melhor que a minha é a vida dessas pessoas da redação pra dizer como EU devo lidar com as decisões sobre O MEU corpo e as consequências que isso terá para a MINHA vida?

Vou dizer o que não é OK: não é bom, não é saudável, não é educado e não é legal uma revista de circulação nacional apoiar – mesmo que indiretamente – discursos de ódio. Apoiar a opinião pessoal de uma repórter que afirma que ser gordo não é legal APENAS E UNICAMENTE aumenta o ódio e a gordofobia.

Vou te contar uma coisa Monica Salgado, a opinião da sua repórter não vai fazer eu entrar em um regime e também não vai fazer com que eu acorde mais magra amanhã. Mas INFELIZMENTE ela pode fazer com que uma série de leitoras da revista passem a me olhar com cara feia, nojo, pena ou que passem a se sentir no direito de julgar meu corpo só porque eu sou gorda – direito que NINGUÉM tem, aliás. Para mim, tudo bem, eu já aprendi a lidar com o meu corpo, a amá-lo e aceitá-lo, mas e para as meninas que ainda estão trabalhando a autoestima? E para as que sofrem bullying no colégio?

Falar que não é legal ser gorda não faz diminuir as doenças decorrentes da obesidade, apenas faz com que aumentem as consequências psicológicas da opressão corporal em quem é gorda. 

Agora me diz, cara diretora de redação: A REVISTA GLAMOUR NÃO É FEITA PARA MULHERES? Por que então você está tentado tanto OPRIMIR a mulher com esse discursinho barato e cheio de chorume? Por que você não LUTA PELA mulher, pela sua liberdade e pelo seu bem estar em vez de tentar colocar todo mundo na mesma caixinha da infelicidade e preconceitos?!

Olha só, não é porque eu sou gorda (e talvez eu só entenda isso porque eu sou gorda) que eu tenho que pensar e me sentir como todas as outras gordas. Sem contar que essa repórter sofreu por ser gorda e viveu no efeito sanfona até fazer a cirurgia bariátrica provavelmente porque deixou ser influenciada por opiniões equivocadas sobre alimentação, regimes malucos e porque sempre sofreu pressão de discurso como esse que agora ela está reproduzindo e com o aval de um veículo de comunicação de alto alcance. Ou seja, ela se fudeu quando era gorda (como todas nós) e a agora está replicando o mesmo discurso opressor, que não ajuda e só piora a situação de qualquer gorda.

Sem contar as outras opiniões mesquinhas que eu não tenho tanta propriedade pra falar, mas sei lá, só acho que não é porque uma editora é super workaholic que isso desmerece as donas de casa por opção. Eu sou workaholic e namoro, mas não acho que é o trabalho, a carreira, o casamento OU um certo tipo de corpo que faz uma mulher ser mais mulher – ou ser mais “ok” e, portanto, apresentável.  

 

Veja, é incabível para mim que em pleno século 21, com tamanha liberdade que já conquistamos e com tanto mais que buscamos, que uma revista me diga que o MEU corpo e MINHAS decisões não são aceitáveis. Eu não preciso que essa revista me defenda, porque não sou leitora e nem o público alvo dela, mas acho que o MÍNIMO é que ela não me ataque como mulher! 

 

E eu fico com VERGONHA que alguns amigos jornalistas tenham que se submeter à tamanha humilhação de trabalhar em uma revista tão ATRASADA, MESQUINHA e IGNORANTE.

 

 

Sim, eu estou nervosa, inconformada e chocada. Esse é um post EMOCIONAL, porque eu não tenho como ser imparcial nessa questão. Só que as pessoas e os veículos TÊM que entender o poder que tem as palavras, a influência que têm os grandes veículos e como isso gera consequências na formação do pensamento social. Gente, não dá mais pra apoiar ou fechar os olhos para o preconceito e essa maneira simplista e excludente de pensar… E uma diretora de redação deveria ter VERGONHA do pensamento horrível de pessoas que trabalham sob o seu nariz e não apoiar esse tipo de estrume verbal. 

 

 

Apenas minha opinião sincera, coisa que aparentemente a Monica Salgado valoriza acima de qualquer outra coisa, né?!

 

 

 

BJÓN

Gorda no verão: como lidar? | Tem gorda de biquíni no Youtube, SIM!

Olá queridas, esse post é rapidinho, só para chamar vocês para verem o novo vídeo lá do meu canal (se inscreve lá > https://www.youtube.com/juromano ) no Youtube, onde eu falo de gorda no verão, como lidar com esse momento da sua vida, como eu superei meus traumas e botei a pança no sol, além da minha mensagem de incentivo para você realmente curtir esse verão gorda, magra, alta, baixa, com celulites ou sem, com estrias ou sem e tudo mais (ou menos) que você tiver aí.

Também gostaria de deixar aqui nesse post, minha querida gorda no verão, uma reflexão para você fazer quando estiver com medo de botar sua roupa de banho e ir ser linda na praia: pense que VOCÊ pode servir de inspiração e encorajar outras mulheres que também estão com medo de tirar a roupa na piscina ou na praia, mas que ao verem VOCÊ de maiô/biquíni podem pensar que o verão também pertence a elas. 

Enfim, fiquem com o vídeo e se gostarem não esqueçam de dar um jóinha em baixo e de compartilhar com as suas amigas…. Tia Ju agradece muito, sua linda! ♥

Gorda no verão: como lidar?!? ♥

 

Antes que vocês se descabelem na dúvida, o biquíni da Mulher Maravilha foi feito sob medida inspirado nesse desenho aqui e você PODE ENCOMENDAR TAMBÉM um na loja A Minha Praia é… nesse link aqui.

 

Bom gatonas, fiz esse vídeo com todo carinho para inspirar você e outras mulheres a se amarem como são, então espero que vocês tenham curtido o vídeo e que vocês realmente tenham MUUUUUUITAS alegrias nesse verão!

 

HUA HUA

BJÓN

 

7 momentos do dia a dia que você sofre discriminação por ser gorda

discriminação
dis.cri.mi.na.ção
sf (lat discriminatione) 1 Ato de discriminar. 2 O que se acha discriminado. 3Psicol Processo pelo qual dois estímulos que diferem em algum aspecto resultam em reações diferentes.

discriminatório
dis.cri.mi.na.tó.rio
adj (discriminar+tório) Que implica ou que estabelece discriminação.

 

Pois veja bem, esse é apenas um post de desabafo. Passo por algumas (várias) situações no meu dia que parecem simples e corriqueiras, mas fazem questão de me lembrar que eu não me encaixo na sociedade. Seja no metrô, no trabalho ou apenas indo me divertir na balada, não dá apenas para esquecer que eu sou gorda por um dia. E não é que eu queira esquecer que eu sou gorda porque eu sou gorda, eu só quero esquecer que eu tenho que ter uma definição por um dia e me sentir igual a todo mundo, com os mesmos direitos e obrigações. Mas, veja, não é isso que acontece, porque estou sendo constantemente e inconscientemente lembrada do contrário.

Por isso – e pra provar que nossa sociedade é realmente feita para magros e isso não é uma coisa só da nossa cabeça – resolvi listar algumas situações discriminatórias que as gordas passam em sua rotina, todas com um toque de humor, porque, afinal, é melhor rir do que chorar!

 

1. Catracas

Oi? Você realmente acha que eu consigo passar de frente em uma catraquinha dessas? JAMAIS. Meus quadris batem nas laterais e na pressa acabo de machucando. Me sinto bem assim:

A solução: eu uso a catraca de deficientes, que é maior e BEM mais confortável.

A dúvida: por que já não fazem todas do jeito das de deficiente, assim não precisam mais discriminar os deficientes e os gordos!

2. Portas de elevador

Aff, essa ai não precisa nem ser muito gorda. É só ter um ombro um pouco mais largo e aí você já tem que imitar uma lombriga convulsionando para sair de lado, com todas as sacolas, mochila, bolsas, carrinho de bebê AND a sua barriga. Num tá fácil ser gorda…

A solução: não tenho, saio de lado imitando uma lombriga mesmo.

A dúvida: por que não fazem umas portas maiores, meu Deus?! Aquelas antigas que a porta abria inteira, pelo menos, deixava a gente passar com tranquilidade.

3. Portas de banheiros coletivos (vale para banheiro de avião também!)

Sério… SÉRIO! No banheiro do trabalho tem UMA cabine que é maior – e ÓBVIO que todas magras e gordas vão nela. As outras a gente basicamente tem que subir no vaso para fechar a porta, depois descer levantar a tampa e fazer xixi se equilibrando, o que facilita já que a nossa cabeça está apoiada na porta porque não tem mais espaço!

A solução: ir na cabine maior  quando está livre – de pessoas e de “presentinhos”.

A dúvida: não era melhor colocar 3 cabines confortáveis, do que 4 apertadas?!

4. Cinto do carro

Olha, o meu fecha ali no talo – e as vezes quando saio da macarronada da nonna fica bem apertadinho. Então eu fico pensando: e uma pessoa que tem mais barriga que eu?! Será que era por isso que o Seu Barriga sempre cobrava o aluguel a pé?!

A solução: mantenho o banco do carro mais perto do cinto possível para não ter que puxar mais ainda e fico tentando alcançar o pedal com a pontinha do pé.

A dúvida: gente, quanto custa um metro a mais de cinto de segurança? Dá pra incluir na conta estratosférica que eu JÁ vou pagar quando comprar o carro?

5. Banco de transporte público

(catracas inclusive, mas entram lá no 1º item)

Devo admitir que nunca tive problemas com os ônibus, já que na linha que eu pego os bancos não têm divisão. MAS no metrô já são outros quinhentos… Quem teve a maldita ideia de dividir o banco ao meio com um plástico em alto relevo, deveria andar apenas sentadinha ali no meio, para entender a sensação que é ficar com uma nádega na superfície lisa e confortável e a outra nádega parecendo que tem uma lâmina cortando-a ao meio.

A solução: vou de pé ou, quandoestá vazio, sento na pontinha do banco do corredor com as pernas viradas para o corredor e, portanto, de costas para a divisão.

A dúvida: não dava para fazer a divisão apenas com cores, pintando o banco?!

6. Banco do cinema

Não tem NADA que eu odeie mais que as cadeiras do Cinemark! E digo do Cinemark, porque todos os cinemas são ruins (menos a sala 10 do Cinema do shopping Bourbon e algumas salas especiais mais caras que um Rolex), mas eles são TÃO gananciosos que parecem que contatam o mínimo espaço que uma pessoa precisa para sobreviver, só para conseguir socar mais pessoas em uma sala. O fato é que não fica só desconfortável para quem é gordo, mas para todas as pessoas que ficam com os braços tensos a sessão inteira por “medo” de roubar o espaço do braço do outro no apoiador de copos. E olha que é MUITO bem pago para toda essa tortura!

A solução: pagar ainda mais caro para ir em salas mais confortáveis ou esperar chegar no Netflix

A dúvida: gente, vocês já não são ricos o suficiente para pensar em coisas mais prazerosas para seus clientes?

7. Cadeiras com braços

Não sei o que é pior: quando o braço e vazado e consequentemente seus culotes vazam pelas laterais da cadeira; ou quando os braços são inteiriços e parece que você está tentando se encaixotar. (E ainda há quem diga que é fácil ser gorda!)

A solução: cadeiras sem braço ou sempre prefiro a opção 1: deixar os culotes vazando pelo buraco lateral e quando não tenho essa possibilidade, faço a princesa e sento bem na pontinha da cadeira, meio de lado – pareço fina, mas estou só salvando minha busanfa.

A dúvida: para o bem geral da nação, por que não fazem cadeiras um pouquinho mais largas?!

 

 ATENÇÃO: os gifs são meramente ilustrativos e NÃO tem só gordas, OK? Não me venha com essa”ééé mas quem disse que essa menina X/Y/Z é gorda?!?!?!”… NINGUÉM colega, ninguém disse…

 

Enfim, tenho certeza que você passa por essas e muitas outras que eu esqueci na de colocar aqui. Acho importante a gente levar tudo com bom humor, porque se for chorar por tudo que tá errado no mundo a gente ia morrer afogada em lágrimas. Mas me conta aí nos comentários se você já passou por situações como essa e quais outras que eu deixei de fora!!!!

Ah! E fica o meu recado, se você já passou por isso, relaxa, eu também e mais de 48,5% da população brasileira que está acima do peso também. Então não precisa ficar envergonhada ou com “medo” de ir nesses lugares… Vá já sabendo que eles não são “adaptados” para o seu corpo, mas que com jeitinho e humor tudo se resolve!  

 

HUA HUA

BJÓN

Roupa de verão plus size para ficar chique

Olá queridas, sempre recebo diversos recados de garotas que não usam roupa de verão curta – seja por conta da vergonha de mostrar as pernas ou por causa das coxas ralando uma na outra. Então, sempre me pedem sugestões de peças que não matem de calor, mas que cubram as pernocas. E descobri essa calça da Chic & Elegante que é toda furadinha! Sim, não aparece porque ela é super estampada, mas o tecido é bem leve e fino – é em piquet, sabe? – e não te deixa suando lá dentro. Para melhorar a situação tem um super elastano que ajuda a deixar as pernas bem modeladas e muito confortáveis.

OBS: não liga pro cabelo escuro, tirei a foto esse finde, antes de virar platinada hehehe

 

Roupa de verão plus size para não assar – de calor ou entre as coxas

 

Eu combinei com essa camisa sem mangas, também da Chic & Elegante, porque acho que deixa o look fino e ao mesmo tempo alegre e fresquinho, mas poderia ter combinado com uma regata, uma camisetinha ou qualquer outra parte de cima, já que essa estampa é super versátil para uma roupa de verão.

Aliás, por falar em estampa, vamos perder esse medo aí de usá-las, por favor? Uma coisa que eu notei nesse verão: tudo é estampado. E isso é ótimo! Deixa a roupa alegre e o visual mais alto astral. Naaaada de ficar apelando para as calças pretas, só porque elas dão a impressão de afinar as pernas! Além de você assar dentro delas, fica muito comum hehehe. E a gente não precisa afinar NADA nessa vida… hua hua hua (a revoltada). E eu achei essa estampa um BAFO. Meio étnica, meio vitral sabe? Fina!

A camisa e a calça são da Chic & Elegante e você pode conferir detalhes e preços da calça plus size aqui e da camisa aqui. Eu já falei da marca aqui no blog algumas vezes, se você

 

O que vocês acharam da roupa de verão sem mostrar as pernas? Investir em tecidos leves é sempre uma boa saída, principalmente se onde você trabalha não “pega bem” ir de saia ou shorts.

 

Enfim, me contem tudo nos comentários!

HUA HUA

BJÓN

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11 melhores motivos para amar o seu corpo

1. Ele é único

Esse talvez seja o maior e melhor motivo para amar o seu corpo: ele é único! Sabe quantas coisas existem no mundo que nunca foram copiadas ou reproduzidas? Quase nenhuma! E sabe como é difícil criar alguma coisa que ainda não existe? MUITO! Então, pare de se achar feia e comece a ver o seu corpo como uma obra de arte, porque é isso que ele é. Uma peça única, que não dá para reproduzir nem copiar!

2. Ele carrega histórias da sua vida

Sabe aquela cicatriz no joelho que você vive tentando esconder? Ou aquela estria na lateral do quadril que você adquiriu durante o ano do vestibular?! Então, essas marcas não são merecedoras da sua vergonha, pelo contrário! Cada pedacinho do seu corpo – as estrias, celulites e cicatrizes – contam um pouco de quem você é e o que você já fez na sua vida. Encare-as com carinho! E, olha, ninguém está dizendo que você não precisa fazer nada para melhorar a aparência delas ou é obrigada a se orgulhar, mas não tenha vergonha do seu passado. Negar pedaços da sua vida é negar quem você é, e vamos lá, tão linda assim, por que você vai querer negar alguma coisa aí?!?

3. Ele te permite viver

Tem tesouro maior que a vida? O seu corpo é o recipiente de tudo de bom que você pode oferecer ao mundo e às pessoas à sua volta. Não odeie ele! É o seu corpo que permite com que você realize as atividades do dia a dia, que te leva para onde você precisa ir, que faz você se divertir, trabalhar, estudar… Enfim, é seu corpo que te dá a vida! Seja grata por ele

4. Ele tem defeitos, mas todos têm

Não existe perfeição e, se ela existisse, alguém colocaria um defeito. Sabe por quê? Porque a sua avó já dizia: “o que seria do azul se todos gostassem do amarelo, minha filha?”. É a mais pura verdade, vovós do mundo. Sempre (SEMPRE!) vai ter alguém que acha que o seu defeito, na verdade, é uma das suas maiores qualidades – e vice-versa. E, vamos combinar, a personalidade de uma pessoa é formada pela combinação de suas qualidades e seus defeitos e cada pessoa só tem graça por causa disso. Imagina que chata uma pessoa perfeita? Bleh! Super sem sal… (pronto! Já achei um defeito…)

5. No final do dia, ele é seu melhor amigo

Pode ser a amiga, a irmã ou o namorado que for e de quantos anos for, mas no final de um longo dia de trabalho, depois de ouvir caraminholas da sua chefe, bater perna por metade da cidade, ouvir cobranças dos clientes ou ficar horas esperando na fila do banco, só as suas pernocas (magras, gordas, roliças, com celulites, só o osso ou etc) sabem o que você está sentindo! E só elas aproveitarão tanto quando você aquele momento maravilhoso ao chegar em casa, deitar na cama e colocar os pés para o alto… Precisa de mais?

6. Você vai atrair mais gente

Pessoas que amam o seu corpo têm mais confiança e conseguem desenvolver melhor uma conversa, com mais jogo de cintura e mais coragem para ser natural e sincera. Ou seja, as pessoas realmente se sentem mais confortáveis ao lado de quem está confortável.

7. Você vai se divertir mais

Se sentir confortável com o que você vê no espelho e amar o seu corpo pode ser a grande porta de entrada para a diversão. Isso mesmo! Se sentir confiante permite que você faça tudo o que tiver vontade sem se preocupar se os outros vão achar bobo ou não. Você pode dançar do jeito que quiser, rir do jeito que quiser, usar as roupas, o cabelo e a maquiagem que quiser… Saber que você é linda faz parte da diversão.

8. Sua saúde vai melhorar

Quem disse que se amar e se aceitar é sinônimo de ser conformada? Não, não, não! A partir do momento que você fica bem consigo mesma e começa um caso sério de amor com o corpo é que você quer ter saúde, se cuidar, etc. Exercícios, exames regulares, boa alimentação e uma série de hábitos que antes pareciam um drama, podem realmente ser prazerosos.

9. Vai ser mais fácil comprar roupas

Acredite, conhecer o seu corpo é essencial na hora de puxar os cabides das araras. Mas, para conhecer o que cai bem ou não, você precisa analisar com precisão seu corpo na frente do espelho. Ou seja, saiu do banho vá para o espelho e se olhe. Repare nos pontos positivos, depois vista a sua roupa favorita e veja os pontos que você gosta que ela destaque. Tudo fica mais fácil quando você aceita que nem tudo cai bem, mas nem tudo cai mal. É só uma questão de se conhecer e de fazer boas escolhas.

10. Você vai ficar mais corajosa

Chega de evitar entrar em lojas com medo de não ter seu tamanho! Chega de ter medo de encontrar com o gatinho porque ele vai te achar gorda/magra/alta/baixa/feia/estranha/dentuça/etc demais! Chega de desistir de ir às festas por medo de não ter o que vestir! Já imaginou dizer chega pra um monte de medos bobos? Pois é, quando você ama seu corpo não precisa (e nem quer) ficar dando satisfações para os outros e também está pouco ligando para a opinião alheia, o que te deixa bem mais à vontade para fazer o que desejar.

11. Você será mais feliz!

Sim, depois de ler toda essa lista, você realmente acha que seria mais triste? A verdade é que a partir do momento que você começa a amar o seu corpo, você realmente fica mais positiva, deixa o medo de lado, começa a ver coisas além das aparências e se torna até uma pessoa mais profunda.

 

Bom, esse é um post colaborativo, então por favor deixem aí nos comentários os melhores motivos para amar o seu corpo para vocês e vamos lá pro meu Facebook conversar mais!

 

HUÁ HUÁ

BJÓN

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