Olá queridas!!!! FINALMENTE estreou hoje o primeiro episódio do A Gorda e o Gay ♥ O projeto foi concebido (tipo um filho mesmo) por mim – a gorda – e pelo Lucas Castilho – o gay – quando éramos os dois repórteres lá no MdeMulher e passávamos o dia sentados um ao lado do outro caçando tendências novas, analisando a internet, pensando em pautas criativas, discutindo polemicas e falando muita merda, mas MUITA mesmo, de tudo o dia inteiro.
A verdade é que eu e o Lu nem sempre concordamos em tudo, aliás discordamos em muitas coisas e aprendemos muito um com o outro, mas uma coisa que temos em comum é uma curiosidade imensa e pouquíssima vergonha na cara. Ou seja, nossos assuntos mudam de unha do dia para sexo anal como se estivéssemos contando o que colocamos no nosso prato durante o almoço.
Pra gente essas polêmicas saem naturalmente, estamos acostumados a elas e somos, muitas vezes, parte da minoria que protagoniza alguns desses escândalos. Sendo eu uma gorda cara de pau e o Lu um gay bem assumido nos sentimos parte de uma geração de minorias que estão cansadas de serem oprimidas. Então, NÓS QUEREMOS BOTAR A BOCA NO TROMBONE… Ou melhor, no YOUTUBE!
Você não precisa concordar com a gente, mas vamos combinar: alguns assuntos PRECISAM ser mais discutidos – e que mal tem se for com um pouco de humor de pessoas que já passaram por isso, né?!
Convido vocês a assistirem o primeiro episódio de A Gorda e O Gay e se inscreverem no canal do MdeMulher para ficarem por dentro de todas atualizações. Aperta o play!
♥ A Gorda e O Gay: por que a moda ama os gays e odeia as gordas? ♥
Bom, vale dizer também que esse é um MARCO na mídia tradicional brasileira. Além de uma grande editora como a Ed. Abril ceder esse imenso espaço para uma gorda e um gay, eles também estão apoiando e colocando esforços para que essa série seja realmente um sucesso. É incrível ver a grande mídia apoiando minorias, dando espaço para a gente discutir liberdade e falar sinceramente sobre temas que foram tabus durante tantos anos.
Enfim, só tenho a dizer que fiquei muito orgulhosa de realizar essa série, muito feliz de ter apoio e espero que REALMENTE essa série consiga levar os debates e conversas que a gente tem com os amigos a um outro nível. Espero que a gente consiga fazer com que as pessoas enxerguem algumas questões com outros olhos e que dêem uma nova chance para assuntos dados como verdades universais. Bom, no mínimo você vai se divertir com caras e bocas hua hua hua
Espero de verdade que vocês tenham gostado, eu estou TÃÃÃÃO emplogada >.< \o/ ♥
Enfim, termino dizendo que haters, gonna hate, nós já sabemos que comentários negativos virão, mas a coragem está em justamente dar a cara a tapa para falar de assuntos que as pessoas não querem que sejam debatidos publicamente, justamente porque podem ser muito libertadores. Então não deixaremos que comentários amargos nos parem nessa caminhada! VEM COM A GENTE?!?! ♥
Por hoje é isso, espero que você tenha curtido e me conta aí nos comentários!!!!
Olá queridas, sempre recebo muitas dúvidas por e-mail e ultimamente uma delas em especial tem chamado minha atenção. A forma como é dita varia muito, mas basicamente se resume a “engordei e meu namoro terminou, como lidar?”. Só digo uma coisa: PARE DE CULPAR A GORDURA PELO FIM DO SEU NAMORO!
Bom, já deixo claro que eu não sou psicóloga, mas já passei por situações de término de namoro por insegurança com o corpo e também já passei por mudanças no corpo sem terminar namoro. Então, talvez consiga ajudar, dar uma luz, uma ideia ou só compartilhar um ombro amigo…
Vamos lá, existe é claro a chance do relacionamento ter acabado depois que você engordou porque a outra pessoa é uma fútil que só se importa com um corpo no padrão para exibir por aí, mas se for esse o caso, amiga, acredite: você está melhor sozinha!Ninguém merece ter uma relação limitada com um(a) idiota fútil que só pensa em estética e aparências.
Já se a relação começou a se deteriorar quando você começou a se sentir mal com o próprio corpo e foi mudando as atitudes em relação ao outro por insegurança, mal humor, falta de autoestima… Aí é outra história! A verdade é que seu namoro não terminou porque você engordou, ele terminou porque você não teve maturidade/autoestima/maleabilidade/capacidade de adaptação entre outras características que você poderia ter tido, para se adaptar ao novo corpo e à sua nova realidade. Sua vida poderia ter mudado em diversos outros aspectos, por exemplo você poderia ter perdido o emprego, descoberto uma doença, poderia ter quebrado uma perna, sei lá, mas você engordou e isso pareceu o maior infortúnio que poderia ter acontecido na sua vida… Mas não é! O problema é que estamos tão acostumadas a ter um velho preconceito em cima das gordas que engordar parece pior que qualquer outra coisa – e realmente nos parece um motivo para que o nosso(a) parceiro(a) não tenha mais NENHUM interesse em nós. Esse tipo de pensamento nos foi (e ainda é) ensinado das formas mais sutis e sem que a gente perceba já estamos querendo “perder 2 quilinhos para arrasar no verão” ou “ficar como a Gisele Bundchen numa lingerie para enlouquecer nosso homem”. E aí, sem nos darmos conta, é como se o fato de sermos/estarmos gordas anulasse QUALQUER outra qualidade nossa e tudo que sustentasse nosso relacionamento estivesse sediado sobre o nosso corpo. E isso é TOTALMENTE errado em vários níveis!!!
♥ 5 motivos porque você NÃO deve culpar a gordura pelo fim do namoro ♥
1º É se diminuir MUITO achar que a única coisa que você tem "de bom" é sua aparência e que é por causa dela que uma pessoa deve ou não te amar. Você não se resume a uma imagem no Instagram!
2º É ser muito preconceituosa achar que a outra pessoa não vai gostar de você porque você é/está gorda. A outra pessoa pode MUITO BEM preferir gordas às magras e isso não é tão incomum quanto você imagina. E aí é tipo de preconceito que mais te prejudica: o de você com você mesma!
3º A outra pessoa pode realmente não ligar MESMO para o fato de você ter engordado. Dê um crédito ao seu parceiro e um voto de confiança de que ele diz a verdade quando fala que "ama você assim, do jeitinho que você é"
4º Mesmo que você ache que o seu corpo de antes era mais bonito, suas outras qualidades e características continuam igual apesar das mudanças corporais. Não deixe que a sua aparência transforme sua personalidade! Trabalhe sua personalidade independente da aparência - uma coisa não depende da outra.
5º Se apesar dos motivos anteriores você ainda está se sentindo mal, faça alguma coisa para mudar! O que não dá é ficar reclamando sem parar e não fazer nada para mudar a situação. É fácil ó, você tem 2 opções: ou se mexe e muda ou se não quiser mudar aceite sua nova realidade. Quem gostar de você vai gostar de você do jeito que você é!!!
Bom, gravei um vídeo pra contar de um caso que aconteceu comigo. Na época eu era mais magra do que eu sou hoje, mas ainda assim tinha o corpo fora dos padrões e me sentia mal por isso o que me levou a ser uma companheira reclamona e nada agradável de se estar junto. Aperta o play para ver a história:
♥ Meu namoro terminou porque eu era…Aperta o play! ♥
Depois de muito tempo e muita análise, relembrando essa história eu finalmente entendi o que as pessoas queriam dizer quando falavam que a aparência pouco importa, o que importa é o que a gente tem por dentro. O negócio é realmente não deixar que o nosso descontentamento com o que a gente vê por fora estrague o que a gente tem por dentro e também né, meu povo, é pegar mais leve com nós mesmas e perceber que todo mundo é único e perfeito.
Enfim, espero que o vídeo tenha feito você rir/refletir e me conta se você já passou por isso, se algum namoro terminou por conta de aparências e como fez pra sair dessa!!! Ah! E se você ainda não for inscrita, se inscreve lá no meu canal no Youtube >>> www.youtube.com/juromano
Olá queridas, sempre que eu vou contar minha história, sobre como eu encontrei minha autoestima e aceitei quem eu sou, eu conto que aos 19 anos eu fui para a terapia por achar que tinha alguma coisa errada em mim. De fato tinha. Eu descobri que o que estava errado em mim era me importar demais com o que as pessoas pensavam ao meu respeito.
Certo dia após eu esbravejar sobre como me incomodava o quanto uma pessoa me criticava a respeito do meu corpo Dona Vera, minha terapeuta, me perguntou:
– Seu corpo tem algum problema? Ele te impede de fazer o que você tem vontade? Você, Juliana, tem algum problema com ele?
E eu respondi:
– Eu não! Pra mim ele está ótimo assim, mas é que as pessoas ficam me criticando e falando uma série de coisas...
Antes que eu pudesse continuar, Dona Ver me cortou e disse:
– Juliana, se as pessoas têm algum problema com o seu corpo, com a sua personalidade ou com o jeito que você encara a vida esse é um problema delas. Não é um problema seu. Portanto, se isso incomoda elas e elas é quem ficam infelizes por você ser assim, por que você acha que é você que tem que vir para a terapia? Por que você acha que o problema é seu? São ELAS que se incomodam pela sua vida que deveriam estar na terapia.
Eu tive uma luz esse dia, porque tudo que eu sempre quisera fazer até aquele momento tinha sido um misto das minhas vontades mais as vontades dos outros. Até aquele momento, todas as decisões que eu tinha tomado tinham sido baseadas em um equilibrio frágil de “o que realmente me faz feliz” + “o que os outros vão pensar” e o resultado dessa equação era uma Juliana incompleta, infeliz e insegura.
Então comecei a me questionar: o que tem de tão ruim em mim, para eu levar a opinião dos outros mais em consideração do que a minha própria opinião?
A resposta, é claro, era NADA. Nada em você é pior ou melhor que em qualquer outra pessoa. Só que quando se trata da sua vida suas decisões têm mais peso porque são elas que vão definir as consequências para você e o rumo que sua vida vai tomar – ao contrário do que qualquer pessoa possa dizer.
Bom, lembrei disso porque assisti esse vídeo MARAVILHOSO no formato de TED, de um escritor canadense, o Shane Koyczan, que sofreu bullying durante a infância e fala muito bem sobre esse processo de autodescoberta e autoconfiança e todas as dificuldades que vêm com isso.
Nesse vídeo ele consegue resumir o quão deturpada é a relação que a gente tem com a nossa própria personalidade, com a nossa autoconfiança e como a sociedade acaba massacrando tudo que a gente tem de original, de único, de especial ao tentar impor um padrão, uma regra…
Bom, eu fiquei absolutamente inspirada e emocionada com o vídeo. Ele começa super bem humorado mas depois vem e VRÁÁÁÁÁ te dá uma voadora moral que você nem vê daonde saiu, mas que pega lá no fundo e faz você se questionar e se identificar.
Vale assistir, então aperta o play!
♥ 11 minutos de autoconfiança por um cara que superou o bullying ♥
Quando eu me questionava a respeito de mim mesma esse tipo de vídeo com esse gênero de mensagem não existia na mídia (aliás, nem o Youtube existia ainda, diga-se de passagem…), mas acho que se eu tivesse assistido isso talvez a luz que a Dona Vera me deu tivesse vindo antes e eu pudesse ter evitado tanto sofrimento… Ou não. Mas espero de coração que funcione para você ou para quem quer que precise de um up na autoconfiança!
Achei bom, achei profundo, achei útil. Espero que tenha sido tão legal pra você quanto foi pra mim e é isso aí. Me conta o que você achou nos comentários!!!
Olá queridas, semana passada um assunto bombou na gringa e me chamou atenção: a criação da primeira super heroína plus size, a Faith Herbert, com codinome Zephyr. Lançada dia 29 de setembro pela Valiant e disponível à partir de janeiro de 2016, a edição limitada contará com 4 episódios da “carreira solo” de uma das personagens queridinhas da editora desde sua aparição em “Harbinger Renegades”, de 2011.
A história da nossa super heroína plus size poderia até ser comparada com a de outros super heróis bem conhecidos: jornalista de dia, salvadora à noite, com poder de voar… Mas ela é muito mais legal! Nerd de carteirinha, fã de sci-fi, com poderes psíquicos e formas físicas MUITO diferentes do que estamos acostumados a ver nos heróis e heroínas, Faith não faz o tipo sedutora-por-natureza-com-corpão-malhado. Pelo contrário, ela se aproxima em diversos aspectos da maioria das mulheres – e isso não faz ela ser menos incrível. Esse aspecto mais “real” da vida é uma das fortes características da personagem no quadrinho, que escolheu ser heroína após crescer rodeada de super heróis, mas que também preza a vida normal, a carreira de jornalista e a vida sem super poderes durante a maior parte do dia. (E fala sério, ela tem o cabelo platinado, é gorda e jornalista… Não queria contar gente, mas foi inspirada em mim…. HUA HUA HUA Brinks!!! )
Claro que a história de real não tem muito… Nossa super heroína plus size descobre uma conspiração alienígena e tem que salvar a Terra com seus super poderes. ¬¬ Enfim, fiquem com a Faith “Zephyr” Herbert:
♥ Super heroína plus size:conheça a Faith “Zephyr” Herbert ♥
Depois de tudo isso, você conseguiu imaginar a diferença que essa super heroína plus size pode fazer na vida de adolescentes que têm a autoestima massacrada, seja pelos gostos mais “nerds”, seja pela forma física ou apenas por não terem famílias “tradicionais”?
Como uma adolescente que se sentiu pressionada a mudar tudo na sua personalidade porque parecia “errado” pros outros, posso afirmar com propriedade que EU realmente adoraria ter tido um referencial como a Faith na adolescência. Poderia ter sido muito mais fácil encarar meu corpo curvilíneo e meu gosto por mangás se tivéssemos referenciais legais de super heróis assim também, mas infelizmente o gordo e/ou o nerd eram só os vilões desequlibrados na minha época… Ou seja, inconscientemente eu achava que se eu não mudasse meus gostos e minhas formas físicas eu estaria fadada ao fracasso. Triste, né?!
Você pode achar que é só mais uma heroína ou que é só mais um personagem, mas começar a mudar os referenciais de corpo é um grande passo para diminuir – e muito! – os problemas que os jovens têm com autoestima e que acompanham eles até a vida adulta e podem reverberar em uma série de outros distúrbios. Ou seja, uma coisa tão inocente como uma super heroína plus size pode, SIM, salvar uma vida 😉
Confesso que nem li ainda mas a Faith já me inspirou a ser uma pessoa melhor hua hua hua ♥ O que você achou da novidade? Ficou inspirada? Me conta TUDO aí nos comentários!!!
Olá queridas, quem me acompanha no Instagram (@ju_romano) sabe que eu estive de férias essa última semana. Resumindo, fui com a minha família para um hotel pequeno em Serra Negra (interior de SP) e passei por cidades perto como Monte Sião e Pedreira. Lá, apesar de ser frio, de manhã e no começo da tarde faz um calor gostosinho e dá super para ir à piscina. Ou seja, bom momento para colocar os maiôs e biquínis em prática e mostrar ao mundo as curvas que essa vida me deu hua hua hua.
Acho que já contei alguma vez por aqui que quando comecei a desencanar das minhas neuras (coisas do tipo evitar usar vestido por causa do joelho gordo) eu me inspirava MUITO ao ver uma menina plus size que trabalhava na mesma empresa que eu e nem sequer ligava para o fato de ter coxas grossas, gorduras e tal e se vestia SUPER fashion, com shortinhos, coletes, transparências, decotes… Eu olhava ela passando e pensava: “cara, que mulher incrível” e nem sequer reparava em seu joelho assim ou assado. Olhar essa menina fazia eu me sentir super confortável com a roupa que eu estivesse. Essa menina sem saber me dava mais forças e me inspirava todos os dias.
Eu contei isso porque nessas férias eu tive uma visão concreta do que eu passei a chamar de “ciclo de inspiração” que é quando você se sente inspirada por uma mulher, cria força para usar/fazer/ser o que quiser e acaba inspirando outras mulheres, que inspiradas por você inspiram outras mulheres e assim vai. Vou contar:
[blockquote author=”” pull=”normal”]”Ciclo de inspiração” é quando você se sente inspirada por uma mulher, cria força para usar/fazer/ser o que quiser e acaba inspirando outras mulheres, que inspiradas por você inspiram outras mulheres e assim vai em um eterno ciclo de liberdade e libertação.[/blockquote]
Eu estava na piscina do hotel e tinham outras várias mulheres com corpos mais dentro do padrão, mais magrinhas e com “menos tudo”. Apesar de me sentir super bem com o meu corpo eu me peguei umas 2 ou 3 vezes pensando em como eu tinha engordado com o passar dos anos… Esse pensamento raramente me vem à cabeça e tampouco me incomoda, mas nesse dia me surpreendeu. Por que eu estava criando essa insegurança em mim??? Eu já tenho bem claro para mim o quanto estúpido é colocar um corpo ou outro como “perfeito” sendo que todos os corpos são diferentes e perfeitos, eu já tenho as questões da minha saúde e da minha beleza muito bem resolvidas e uma série de outros questionamentos que já estão solucionadas para mim… Eu sei exatamente como e por que eu engordei com o passar dos anos e já sei como eu prefiro viver, então daonde veio essa insegurança?
Foi então que olhei para a outra piscina e estava lá uma outra menina plus size se divertindo na cachoeira da piscina, se deliciando com o sol e a água, parecendo realmente uma propaganda de shampoo… Ela estava ótima! E apesar de ter o corpo bem diferente do meu, era o que mais se aproximava – diferente das outras mais magrinhas. Eu fiquei muito feliz por ela, porque não importa se ela estava ou não de regime, se ela estava ou não cuidando de sua saúde, se ela estava ou não querendo mudar… Independentemente de qualquer coisa ela estava lá, aproveitando o momento com seu corpo do jeito que é. Ela não perdeu as férias se escondendo em baixo de uma roupa ou com vergonha de seu corpo, que do jeito que é pode lhe proporcionar tantos momentos prazerosos.
Aí que me dei conta DE NOVO quão irracionais eram as minhas inseguranças. Só porque eu sempre fui bombardeada com a ideia de que eu tinha que ser magra para poder vestir um maiô ou biquíni e me divertir no verão quase ignorei o fato de que eu já estava de maiô/biquíni, eu já estava no verão e eu já poderia estar me divertindo se não fosse a ideia TOSCA de que eu precisava ser magra pra isso!!!
Conclusão: Aí mandei tudo pra puta que o pariu e fui eu mesma na cachoeira… Claro, me faltou glamour para fazer a propaganda de shampoo, mas me diverti MUITO!!!!
Esse biquíni é o velho, da C&A (uma coleção bem antiga)
E aproveitei para ir na cidade comprar biquínis novos porque os meus estavam todos arregaçados e velhos… hua hua hua
Esse biquíni é de uma marca que descobri nas férias a Rivanna Moda Praia
E como eu falei que tudo é um ciclo de inspiração, com essa minha atitude consegui convencer minha irmã (que estava insegura porque engordou um pouco) a tirar o vestido e até a tirar fotos de biquíni. Ou seja, me senti inspirada pela outra hóspede plus size e depois consegui inspirar minha irmã, que pode ser que tenha inspirado outras amigas dela que a seguem no Instagram e assim vai… Entendeu onde eu quero chegar? Quero chegar no fato de que VOCÊ, com a SUA coragem, pode ser a inspiração e força de tantas outras mulheres incríveis. Você pode ser o momento de epifania de uma mulher que está insegura!
Bom gatonas, acho que fica aqui então a moral da história: quando bater aquele momento de insegurança, pense que você pode ser a força das mulheres à sua volta! Você pode ser o grande exemplo pra elas, sem sequer conhecê-las. E daí você pode tirar forças desse pensamento para ser uma pessoa mais livre, leve e solta \o/
E por hoje é isso! Vocês se sentem inspiradas por alguma mulher? Já se sentiram inspiradas por uma total desconhecida? Me contem TUDO!
Olá queridas, sempre recebo perguntas sobre como se tornar uma modelo plus size ou pedidos de indicação de agências de modelos plus size. A verdade é que eu não sou modelo, nunca fui de nenhuma agência e esse não é meu trabalho – até por isso nunca sei como responder direito esses questionamentos. No entanto, como blogueira eu sou chamada para fazer participações em desfiles e fotografar coleções, participar de ensaios e outras coisas que parecem trabalho das modelos plus size (as vezes até lançar minhas próprias roupas e ser modelo delas, lembram da Xica Vaidosa?).
E foi o que aconteceu no último sábado, quando tive uma experiência intensa como modelo plus size: começou com o ensaio de aniversário de 5 anos do blog do Vini Uehara com vários queridos blogueiros (vou deixar TODOS os links depois do vídeo) e em seguida fui correndo para o Fashion Weekend Plus Size desfilar a convite do Arthur Caliman.
Achei que era uma ÓTIMA experiência para começar meu VLOG já que algumas leitoras tinham me pedido e também para matar a curiosidade de quem quer embarcar na carreira de modelo plus size. Aí já dá pra ver mais ou menos como funciona uma sessão de fotos e depois como é um desfile e até o nervosismo de entrar na passarela – SIM, eu entrei filmando a passarela com a câmera! Veja TUDO apertando o play ♥
♥ Um dia de modelo plus size com ensaio e desfile ♥
A coleção do Arthur Caliman estava realmente linda! Todos os vestidos em 3 cores: vermelho, rosa e preto, com uma pegada bem Bond Girl. E o evento esse ano estava MUITO lindo!!! Os stands estavam super bem decorados, organizados, bonitos… Fiquei muito orgulhosa! Acho que cada ano a moda plus evolui e o 12º FWPS realmente trouxe o melhor do mercado. Já já posto as fotos das coleções com meus comentários.
Voltando ao vídeo, vamos aos links de todos os amigos lindos que apareceram nesse primeiro VLOG:
Como eu contei nas redes sociais e depois nesse post aqui, fui convidada pela Avon a fazer uma pequena palestra de 10 minutos de empoderamento, para contar um pouquinho da minha história, do meu trabalho e como eu espero melhorar a vida das mulheres que eu consigo atingir, tudo com o mote #belezaquefazsentido (que tem TUDO a ver com o blog, vai?!).
Foi um evento para reafirmar o posicionamento feminista da marca. E feminista em todo o bom sentido que a palavra pode vir. A campanha tem como um dos (vários) objetivos o que eles chamam de “80 em 10”, que é basicamente diminuir o tempo que as mulheres vão levar para se equiparar em cargo e salário com os homens na mesma empresa, por exemplo, entre tantas outras de uma série de ações de empoderamento feminino.
Bom, a verdade é que a Avon é uma empresa que vive e lucra sobre o trabalho, as compras e o prazer feminino. As revendedoras são na maioria mulheres, as consumidoras também. E não tem nada de errado nisso, não! A mulher pode trabalhar e sustentar a casa, ela pode trabalhar e comprar seus próprios produtos, ela pode ser quem e como ela quiser. E o que nós precisamos é que cada vez mais empresas apoiem isso!
Bom, pensando nisso, a marca convidou 6 mulheres que empoderam outras mulheres para contarem suas histórias e como elas acabaram fazendo trabalhos que levavam questionamentos, ajuda, saídas, opções e outras formas de crescimento a outras mulheres.
Eu tive o prazer de ser uma das escolhidas, mas confesso que fiquei até um pouco intimidada já que as mulheres que palestraram antes de mim tinham histórias realmente muito incríveis, mas acho que tá aí o motivo de termos sido escolhidas: cada uma faz dentro da sua área de conhecimento o que pode para ajudar outras mulheres. E uma área ou outra não deve ser vista como melhor ou pior, porque na verdade, como vocês verão nas palestras, uma mulher empoderada é uma mulher que se ama e sabe do seu potencial, que tem independência financeira para poder tomar suas próprias decisões, que não aceita ser maltratada por um homem e que luta pela liberdade de andar nas ruas como quiser.
[blockquote author=”” pull=”normal”]Uma mulher empoderada é uma mulher que se ama e sabe do seu potencial, que tem independência financeira para poder tomar suas próprias decisões, que não aceita ser maltratada por um homem e que luta pela liberdade de andar nas ruas como quiser.[/blockquote]
Bom, mas ainda acho melhor vocês verem com os próprios olhos e corações, então vem comigo e aperta o play:
♥ 10 minutos de empoderamento
por Ju Romano ♥
Você pode conferir as outras mulheres incrííííveis nesse link aqui > www.avon.com.br/belezaquefazsentido Sério, VALE A PENA ver as outras palestras, eu saí de lá com vontade de abraçar todas as mulheres e ajudar uma por uma da forma que eu pudesse, é realmente muito inspirador!!!
E pra finalizar o post, vou colar aqui uma imagem incrível do site www.avon.com.br/belezaquefazsentido porque pode ser bem esclarecedora e eu achei demais até como uma introdução à luta por empoderamento feminino:
E é isso, eu quero deixar o mesmo convite que eu deixei no final do vídeo e acrescentar: que tal além de lutar pelo seu espaço, você também ajudar outras mulheres a explorarem seu potencial, hein?!
Espero que vocês tenham se inspirado e me contem TUDO aí nos comentários!
Olá queridas! Pra quem não conhece a Gisella Francisca ela é uma blogueira, modelo plus e executiva das modas, que tem um baita estilão próprio e looks dignos de roubar diversas inspirações. A verdade é que eu paquero a Gi desde muito antes da gente se conhecer, mas nossa apresentação oficial mesmo foi no evento Mulheres Reais, esse ano, quando ela veio de Oslo, na Noruega, onde ela mora apesar de ser brasileira, para trazer e representar uma marca plus size japonesa BAFO, chamada Varal de Moda +. Toda globalizada, gente!
E como eu não podia deixá-la escapar nos poucos dias que ficaria aqui em São Paulo, fomos bater perna no bairro da Liberdade, que eu AMO de paixão – e já falei até das minhas compras favoritas nesse post aqui – mas que a Gi nunca tinha ido! Então, gravamos algumas cenas e diálogos beeeeem nossa cara para você vir passear com a gente. Aperta o play!
♥ Ju Romano e Gisella Francisa tombando a Liberdade ♥
Bom, gatonas, deu pra ver que quando junta a dupla Ju Romano e Gisella Francisca é só risada, mas a gente curte mesmo é dar uma dica, mesmo que ela seja truqueira, nojenta ou apenas uma indicação de lugar pra comer, né?! hua hua hua
O nome do restaurante eu não lembro, mas depois a gente ficou passeando pelas ruas da Liberdade, que é o que tem de mais divertido, e a loja de beleza que fizemos nossas comprinhas é a Audrey (mas indico a Ludovicus e a Ikesaki também!). Recomendo com força as bijoux das barraquinhas da feirinha da Liberdade, sempre faço uns achados incríveis!
Ahhhhhh e apesar de não aparecer no vídeo, a querida Clarice Freire do blog Gordita também nos acompanhou nesse sábado maravilhoso! Muito querida ♥
Bom gatonas, espero que vocês tenham gostado da dupla Ju Romano e Gisella Francisca, eu amei e a Gi já tem um lugar no meu ♥ Agora conheça e se inspire MUITO no blog dela www.gisellafrancisca.com e se inscreva nos nossos canais do Youtube:
Segunda-feira fui a um desfile e encontrei aRenata Poskus Vaz, organizadora do Fashion Weekend Plus Size, empolgada ela me contou que a primeira modelo plus size transexual do mundo vai desfilar no FWPS este sábado! Confesso que fiquei realmente MUITO feliz e orgulhosa, porque afinal o que estamos querendo mandar de recado é que TODA mulher pode ser e se sentir linda – toda mulher mesmo, sem exceção.
Seu nome é Renata Montezine, ela tem 24 anos e 1,70m de altura, manequim 46 e nasceu mulher, mas em um corpo de homem. Apesar do preconceito, apesar das dificuldades e de tudo que qualquer outra pessoa poderia falar por aí, Renata assumiu sua feminilidade e mostrou que a gente pode SIM ser o que quiser. Renata não é SÓ a primeira modelo plus size transexual, ela é um exemplo de que com força de vontade, autoestima e foco nós podemos conquistar todos os nossos desejos. Ela é de verdade uma modelo: uma modelo de mulher forte, inspiradora e muito guerreira.
Bom, aí que eu PRE-CI-SEI conversar com a primeira modelo plus size transexual do mundo e não para saber detalhes a respeito de seu corpo – como eu sempre digo, o corpo de cada um é da conta apenas de cada um – mas para saber quais são as expectativas e o que tudo isso significa para ela. Achei as respostas inspiradoras, olha só:
♥ Ju entrevista: Renata Montezine, a primeira modelo plus size transexual do mundo ♥
Ser modelo sempre foi o seu sonho?
Ser modelo é sempre um sonho, acho que de todas as meninas. Porque tem aquela coisa de glamour, de estar sob os holofotes. Mas é aquilo: 1 em 1 milhão vira uma Flúvia Lacerda. Aí eu pensei “vamos tentar”, mas ficava na dúvida por ser gordinha, então resolvi pesquisar mais sobre o mundo plus size. Mas sempre tive esse sonho, sim.
Como foi o processo de realização? Por onde você começou?
Algumas amigas minhas começaram a me falar que eu tinha porte para ser modelo. Aí eu falei: quer saber de uma coisa, eu VOU atrás disso. Foi aí que eu procurei a Renata Poskus Vaz, organizadora do FWPS, sem dizer que eu era transexual. Ela falou que eu tinha chance sim de virar modelo pela minha beleza, aí que eu falei para ela que eu era transexual e ela AMOU a ideia.
Em algum momento você pensou que não ia dar certo? Achou que ia desistir?
Teve um momento que pensei em desistir pelo preconceito, porque como eu sou uma modelo transexual e plus size eu vou carregar 2 preconceitos nas minhas costas. Aí teve uma fase que fiquei meio na dúvida, pensei “será que eu tento?”…. Só que na vida a gente não consegue NADA sem tentar. Então eu tentei e realmente deu muito certo.
Você sempre foi plus size?
Na adolescência eu tive aquela fase que toda mulher tem de querer emagrecer e cheguei até a ficar magra com aqueles regimes loucos. Mas depois, tomando hormônio, comecei a engordar de novo. E eu acho que todas as mulheres têm que se aceitar do jeito que são, porque cada uma tem sua beleza própria, sendo magra, alta, baixa, branca, negra… Nós somos bonitas do jeito que somos!
Como sua família lida com isso?
Meus pais sempre me apoiaram, eles são meu alicerce, meu ponto de referência e minha mãe é minha maior inspiração para mim. Minha família me deu muito incentivo. Falou que se esse era meu sonho, que eu tinha que correr atrás, que eu sou capaz de tudo!
E como você está sentindo a reação das pessoas à sua aparição?
Bom, a reação está sendo bem legal não recebi críticas pesadas, teve um comentário preconceituoso e ofensivo em um site, mas é como eu falo: o preconceito sempre vai existir. Nem Deus agradou a todos, quem sou eu para agradar, né?!
Que recado você manda para as meninas que não têm tanto apoio assim da família? E para a família que não apoia?
Meu recado é o mesmo para todo mundo. Se você tem uma filha que nasceu gay, transexual ou gordinha, os pais têm que amar os filhos do jeito que eles são. As pessoas não pedem para nascer assim, elas simplesmente acontecem. Os pais têm que dar amor e carinho, porque não é porque a pessoa é plus size ou transexual que ela não vai dar orgulho para os pais. Eu sou transexual e estou dando muito orgulho para os meus pais!
Você acha que se expor nas passarelas pode inspirar outras mulheres a se aceitarem melhor e até inspirar as pessoas transgênero a realmente se assumirem?
Eu acho assim, se eu tenho capacidade para ser modelo, eu tenho capacidade para trabalhar em qualquer outra área, eu posso ser vendedora, médica, aeromoça ou até uma policial. A gente tem que mostrar que é capaz como qualquer outra mulher ou homem. Somos como qualquer outro ser humano. Eu acho que vai dar uma força para mostrar para as pessoas que a gente pode fazer o que quiser. Eu estou aqui para quebrar os tabus também e mostrar para sociedade o que a gente é capaz.
Manda um recado final para as leitoras do Entre Topetes e Vinis:
Pra finalizar, eu acho que as meninas têm que se aceitar e se amar do jeito que elas são. Independente do que elas tenham, se são gordinhas, trans, magras, etc, elas devem se aceitar e conviver com as mudanças da vida. Em primeiro lugar é importante ter amor próprio, você se amar do jeito que você é.
Equipe do Editorial Rebel Foto: Binho Martins/ Assistente de Fotografia: João Marcondes/Beleza: Tchelo Mello/ Assistente de Beleza: Heverthon Martins/ Direção e styling Thiago Gandra
Bom, independente do que sua religião te ensinou e do que você acha certo ou errado, o importante é RESPEITAR todo e qualquer ser humano. E se tem uma coisa que a Renata Montezine sabe é respeitar não somente outros homens e mulheres, como respeitar seus gostos e quem ela é.
Em uma hora de conversa, a Rê conseguiu me inspirar demais e espero que ela também tenha inspirado vocês! E ajudem a compartilhar e levar para todos os cantos o recado da Renata, nossa corajosa primeira modelo plus size transexual do mundo ♥
Olá queridas, recebo muitos e-mails de diversas leitoras lindas e alguns com dúvidas realmente comuns a muitas mulheres. Então pensei em criar uma seção “Dúvidas das leitoras” com algumas dessas questões, sem identificar a leitora que mandou recado nem expor de forma alguma sua identidade e história, mas pegando só a dúvida central e colocando o meu ponto de vista com a minha resposta, porque acho que pode ser um ponto de partida legal para ajudar outras mulheres que também passam por isso, não é? Então, se quiser mandar sua dúvida entre em Fale com a Ju nesse link aquie escreva o que você tem passado!
Vamos à primeira Dúvida da leitora, que é “fazer dieta ou ficar com o corpo novo”
” Eu tinha 25kg a menos e usava tamanho 42, hoje uso tamanho 50. É muito difícil me aceitar, porque não me sinto feliz em fazer dietas, mas também não sou feliz com o meu corpo de hoje – tenho muitas estrias ainda vermelhas, muita flacidez e braços maiores do que as roupas que eu tenho permitem. E por falar em roupas, é super caro ser gorda, não tenho dinheiro pra bancar certas roupas e acabo usando sempre as mesmas…”
Querida, você não faz ideia de como eu te entendo e de como esse drama é constante na vida de tantas mulheres! Não tenho uma fórmula mágica pra dizer como encontrar sua autoestima e sua autoconfiança, mas acho que o primeiro passo é ser bem realista e “colocar numa balança” para ver o que você REALMENTE prefere, mas sabendo que não é preto no branco – infelizmente nada na vida é fácil assim.
Primeiro, se você quiser ter o seu corpo de antes você não precisa sacrificar as suas comidas gostosas. Você pode apenas reduzir gradativamente e ir emagrecendo aos poucos. Não precisa fazer regimes sofridos ou dietas mirabolantes, basta uma reeducação com saúde física e mental, se essa for realmente sua vontade e o que vai te deixar feliz – independentemente do que os outros te digam ou pensem a seu respeito, o que vale é a sua verdadeira vontade.
Já se você rejeita a ideia de qualquer dieta ou reeducação alimentar e quiser continuar comendo como você come hoje, tudo bem também! Essa é uma escolha sua, sobre a sua vida! E não é porque você escolheu ficar com as medidas que você está, que você precisa ter o corpo com estrias, flacidez e braço grande. Se essas características são as que te incomodam no corpo grande, você pode mudar apenas essas para reforçar sua autoconfiança e autoestima. Você pode começar a fazer exercícios e passar cremes para reduzir as estrias e celulites, por exemplo.
Não precisa levar tudo para o extremo, sabe? Não é porque você engordou que precisa abrir mão de todas as características que você admira em um corpo que você gosta, você pode continuar se cuidando e se amando, sim! O poder sobre o seu corpo está nas suas mãos, as escolhas são suas. E, também, as vezes a gente acha que só pode ter autoconfiança se a gente amar TUDO no nosso corpo, mas não é assim. Você pode se achar bonita mas não gostar das suas estrias e querer mudá-las e tudo bem, sabe?!
Eu acho que você só não pode deixar de acreditar que você é bonita por conta de uns risquinhos vermelhos que talvez ninguém mais enxergue, entende?
[blockquote author=”” pull=”normal”]É uma questão de achar um equilíbrio entre o limite do que você não quer para o seu corpo com o que você não está disposta a fazer – e esse é um limite que só você pode escolher.[/blockquote]
A questão das roupas, tudo que você precisa é de referência! Se você tiver referência do que você gosta, das combinações que gostaria de copiar, basta você ir numa loja de roupas baratas ou em liquidações e procurar peças parecidas. Não precisa comprar em loja cara para ter estilo!
Enfim, o melhor conselho é: dê um passo de cada vez. Se você não gosta da flacidez, comece fazendo um exercício, já se não quer ficar com estrias marcadas, passe um creme todo dia e assim vai. Não precisa ficar neurótica ou super encanada ♥
E se realmente resolver que você não quer fazer dieta, nem exercício e nem passar creme, pense que essas escolhas têm consequências e que o corpo que você tiver é resultado das suas escolhas, é resultado de quem você é – E NÃO TEM PROBLEMA NENHUM EM SER E DESEJAR COISAS DIFERENTES DAS OUTRAS MULHERES! Portanto, se você acredita que suas escolhas nunca vão mudar, comece a admirar seu corpo como se fosse uma obra prima única criada apenas por você.
Enfim, espero mesmo que você consiga sair desse conflito e perceba que não importa se você veste 42 ou 50, você pode ser bonita, charmosa, fashion e confiante e O QUE MAIS VOCÊ QUISER com QUALQUER aparência. Eu sei que não é fácil acostumar-se às mudanças, mas acredite: ficar se comparando com uma você do passado não vai te levar a lugar algum, sem contar que o tempo passa e o corpo muda e mesmo que você emagreça nunca voltará a ter o mesmo corpo de antes. Então o melhor que você tem a fazer é trabalhar com a você de agora e deixar o passado onde ele pertence: na memória apenas!
Enfim, gatonas, essa foi a nossa primeira dúvida da leitora respondida, mas eu gostaria MUITO que vocês participassem e mandassem seus conflitos, dúvidas, preocupações, dramas e até dúvidas mais básicas como combinação e etc. O link para mandar seu recado é esse https://juromano.com/contato-ju-romano
Por enquanto é isso,vocês já passaram por essa situação? Me contem TUDO aí nos comentários e vamos abrir esse círculo de experiências!