10 roupas plus size que toda mulher gordinha deveria ter

Reuni abaixo uma lista com 10 roupas plus size que toda mulher gordinha (ou não) deveria ter em seu armário. O corte e a estampa podem variar, mas são peças-chave que permitem que você monte diferentes looks e que sempre fique na moda com uma dessas peças. Sabe quando você vai usar um esmalte super colorido, que está na moda? Então, essas peças são como se fossem a base incolor: não importa o que vem por cima, ela sempre estará lá para deixar o resultado melhor!

Olha aí então as roupas plus size essenciais:

1. Blazer preto

É aquela peça que não esquenta demais, mas te protege do frio. Ele tem a capacidade de deixar qualquer look mais chique e deixa você pronta para um jantar ou para a balada. As peças de baixo podem ser coloridas, podem ser camisas, vestidos, estampadas, pode ser qualquer coisa! É maravilhoso e vale o investimento.

>>> Veja os créditos do look com calça estampada e blazer clicando aqui

 

2. Jeans confortável

Nada como uma calça jeans para bater perna por aí. Além de ser um curinga no armário, também consegue deixar o look mais despojado. Meu corte favorito é o skinny, porque eu acho que ele desce sequinho na perna sem dar a impressão de que você é maior ou menor do que realmente é.

>>> Veja os créditos da calça jeans e da camisa clicando aqui

 

3. Cardigan soltinho

Outra peça que é ótima para proteger de um friozinho, sem esquentar demais. Eu sou super fã dos estampados, que além de tudo dão uma carinha mais fashion ao visual.

>>> Veja os créditos do look com roupas plus size como o cardigan de oncinha clicando aqui

 

4. Vestido preto básico

Todo mundo precisa ter um para usar com aquele colar bafo cheio de pedrarias, com um colete ultra estampado ou simplesmente para usar naquele dia que nada parece cair bem.

>>> Veja os créditos do vestido preto e do colete clicando aqui

 

5. Saia de couro fake

A saia que imita couro é uma peça ótima porque consegue dar aquele toque fashion sem ser suuuper ousada, além de combinar facilmente com diversas blusas e camisas.

>>> Veja os créditos do look com saia de couro fake e blusa de onça clicando aqui

 

6. Calça estampada

Sou super fã e acho que a calça estampada consegue alegrar a roupa. Um toque de cor não faz mal a ninguém e fica sempre mais legal.

>>> Veja os créditos do look com roupas plus size como a calça estampada clicando aqui

7. Saia ou vestido longo

Eu sei que muita gente tem medo de peças longas, mas a verdade é que elas são muito versáteis e funcionam perfeitamente bem no calor, com uma sandália, ou no frio, com uma legging por baixo. Vale a pena tentar!

>>> Veja os créditos do look com vestido longo clicando aqui

 

8. Legging preta

Acho que dispensa comentários, né? Combinada com diferentes tipos de blusa, vestidos e sapatos perde aquele ar de academia e vira uma peça-chave.

>>> Veja os créditos do look com calça legging plus size clicando aqui

 

9. Camisa branca

A camisa branca combina com tudo e, assim como o blazer, deixa a roupa mais chique e pronta para qualquer ocasião.

>>> Veja os créditos da roupa plus size com camisa branca clicando aqui

 

10. Calça preta básica

Pode ser de moletom ou de alfaiataria, a calça preta o maior curinga do armário e combina com absolutamente qualquer blusa que você tenha. Ela permite cintos, blusas estampadas, blazers coloridos, sapatos espalhafatosos… E tudo isso sem deixar que você perca a classe. Toda mulher gordinha ou não tem que ter uma calça dessas no armário!!!

>>> Veja os créditos do look com calça preta e blusa estampada clicando aqui

 

Curtiram a lista? Vocês têm todas as peças? Me conta aí nos comentários quais roupas plus size vocês consideram essenciais em um guarda-roupas!

Por hoje é isso, mas vamos lá pro meu Facebook conversar mais!

 

HUA HUA

BJÓN

#EMBRACE: documentário passa a mensagem “ame seu corpo”

 

Esses dias li um comentário que revirou o meu estômago. Em uma galeria de fotos de um desfile plus size de um site grande, o primeiro comentário era de uma menina que dizia: “ridículo. Não encontro outra palavra para descrever a hipocrisia da situação. Essas mulheres que supostamente, se aceitam gordinhas, se amam como são, estão mentindo! Querem morrer quando vêem uma mulher magra e linda passar em sua frente e dariam um rim por um corpo magro e bonito. É triste tentarem nos vender a idéia de que ser gordo é bonito, é bom. Essas mulheres devem sofrer pacas para amarrar um sapato, abotoar uma calça. Gente, se aceitar é muito diferente de mentir“. (Só tive vontade de responder na hora: não, sua ignorante, eu sou plus size e nunca sofri para amarrar o sapato e também não sofro para abotoar minhas calças 50 que me fazem mais feliz que a tamanho 36, beijos. Mas tive preguiça…)

Esse não é o primeiro comentário que ouço do tipo e até eu já fui até atacada com esse tipo de julgamento (de acharem que meu amor era hipocrisia). A verdade, querida leitora, é que, como você pode ver pelo comentário acima e outros semelhantes, se você não gosta do seu corpo, você não é a única. A real é que uma pessoa que faz um comentário desses, na verdade está falando do próprio corpo. E pouco importa se ela é magra ou gorda, importa só que claramente essa pessoa não consegue aceitar que alguém ame o que vê no espelho, pelo simples motivo que ela mesma não consegue – daí a crença na impossibilidade de tal situação. Sinto pena e acho recalque…

Mas, como a vida é justa, aconteceu que, EXATAMENTE no mesmo dia, uma leitora me apresentou essa pessoa incrííííível….

O antes e depois do avesso: Taryn teve mais de 3 milhões de likes nessa foto

Então, não vamos transformar o caso todo em um exemplo infeliz, vamos trazer a discussão para o lado positivo. A verdade é que não importa como é a sua imagem na frente do espelho e, sim, o que você tem dentro da cabeça. A prova disso é a Taryn Brumfitt (a moça da foto acima), uma fotógrafa que odiava com todas as forças o seu corpo plus size e que, um dia, resolveu mudá-lo. Começou a emagrecer, fazer academia, entrou até para concursos de beleza … E nada, absolutamente nada, mudou! Ela continuou odiando o seu corpo magro, da mesma forma que odiava o gordo.

Certo dia ela estava em uma praia e uma completa desconhecida levantou ao seu lado e gritou: “Oh! Olha lá! Tem uma outra mulher com só um peito, igual a mim!”. Quando Taryn olhou as duas mulheres haviam perdido um peito e elas estavam lá felizonas na praia, amando seus corpos. E foi aí que ela se deu conta de que as mulheres são sempre levadas a acreditar que elas não são bonitas o suficiente, são levadas a acreditar que têm que ter mais peito, menos celulite, menos gordura, mais bunda, mais cabelo, menos estrias, etc. As mulheres sempre são instigadas a ficarem infelizes consigo mesmas – e propagam esse tipo de pensamento, como visto no inicio do post o comentário desagradável.

Pensando nisso ela resolveu criar um movimento chamado The Body Image Movement e entrevistou mais de 100 mulheres pedindo para que elas descrevessem seus corpos em uma só palavra. O resultado? Triste. A maioria escolheu uma palavra pejorativa.

Para mudar a mentalidade das pessoas e mostrar que SIM VOCÊ PODE SER FELIZ COMO VOCÊ É, ENTÃO AME SEU CORPO ela resolveu fazer um documentário chamado #EMBRACE. A fotógrafa fez um teaser onde mostra um pouco das entrevistas, de sua vida e de suas inspirações, assista:

 

 

Eu achei emocionante, primeiro porque eu passei pela mesma situação (já fiquei magra e continuei odiando meu corpo, só fui me amar depois de gorda) e segundo porque me dói o coração ver pessoas lindas e perfeitas, achando seus corpos “nojentos”, “imperfeitos” e outras coisas absurdas que apareceram no vídeo. Mas a verdade é que a maioria das pessoas acha seu corpo feio e eu pergunto, por quê?!?! Meninas magras, gordas, altas, baixas e tantas outras acham que são imperfeitas, acham que têm muito para melhorar, mas nunca se dão conta que o ideal não existe e que elas já são lindas. 

Existem meninas como a pessoa que fez o comentário do início do post, pessoas que não acreditam que é possível amar seu corpo do jeito que é. Mas, gente, é possível, sim! E se você é gorda e acha que se amaria mais se fosse magra, eu te digo uma coisa: você não vai se amar mais se emagrecer! Você pode se amar mais porque começou a se cuidar mais, começou a ter mais vaidade, começou a se sentir mais confiante, mas isso não tem NADA a ver com o peso que tem na sua balança. Se você se prestar mais atenção às suas qualidades do que aos seus defeitos, vai começar a se amar do jeitinho que é (magra ou gorda). Enquanto se ficar aí, esperando emagrecer para se achar bonita, só vai ficar cada vez mais infeliz.

Por isso acho importante falar e compartilhar esse tipo de projeto, esse tipo de vídeo e esse tipo de post, porque É NOSSA OBRIGAÇÃO ajudar todas as nossas amigas a se enxergarem como elas são: lindas e perfeitas. E não importa o que digam…

 

Como eu posso ajudar?

Se você gostou da ideia do documentário, a Taryn está arrecadando doações nesse site aqui para conseguir finalizar as gravações e edições do seu projeto. Se não puder doar uma quantia, já ajuda muito compartilhando a ideia para amigas e pessoas que se interessam pelo assunto!

 

Por hoje é isso meninas, o texto ficou enooorme mas acho o assunto super sério e muito válido. O que você achou? Me conta tudo aí nos comentários e vamos lá pro meu facebook conversar mais

 

HUA HUA

BJÓN

 

11 melhores motivos para amar o seu corpo

1. Ele é único

Esse talvez seja o maior e melhor motivo para amar o seu corpo: ele é único! Sabe quantas coisas existem no mundo que nunca foram copiadas ou reproduzidas? Quase nenhuma! E sabe como é difícil criar alguma coisa que ainda não existe? MUITO! Então, pare de se achar feia e comece a ver o seu corpo como uma obra de arte, porque é isso que ele é. Uma peça única, que não dá para reproduzir nem copiar!

2. Ele carrega histórias da sua vida

Sabe aquela cicatriz no joelho que você vive tentando esconder? Ou aquela estria na lateral do quadril que você adquiriu durante o ano do vestibular?! Então, essas marcas não são merecedoras da sua vergonha, pelo contrário! Cada pedacinho do seu corpo – as estrias, celulites e cicatrizes – contam um pouco de quem você é e o que você já fez na sua vida. Encare-as com carinho! E, olha, ninguém está dizendo que você não precisa fazer nada para melhorar a aparência delas ou é obrigada a se orgulhar, mas não tenha vergonha do seu passado. Negar pedaços da sua vida é negar quem você é, e vamos lá, tão linda assim, por que você vai querer negar alguma coisa aí?!?

3. Ele te permite viver

Tem tesouro maior que a vida? O seu corpo é o recipiente de tudo de bom que você pode oferecer ao mundo e às pessoas à sua volta. Não odeie ele! É o seu corpo que permite com que você realize as atividades do dia a dia, que te leva para onde você precisa ir, que faz você se divertir, trabalhar, estudar… Enfim, é seu corpo que te dá a vida! Seja grata por ele

4. Ele tem defeitos, mas todos têm

Não existe perfeição e, se ela existisse, alguém colocaria um defeito. Sabe por quê? Porque a sua avó já dizia: “o que seria do azul se todos gostassem do amarelo, minha filha?”. É a mais pura verdade, vovós do mundo. Sempre (SEMPRE!) vai ter alguém que acha que o seu defeito, na verdade, é uma das suas maiores qualidades – e vice-versa. E, vamos combinar, a personalidade de uma pessoa é formada pela combinação de suas qualidades e seus defeitos e cada pessoa só tem graça por causa disso. Imagina que chata uma pessoa perfeita? Bleh! Super sem sal… (pronto! Já achei um defeito…)

5. No final do dia, ele é seu melhor amigo

Pode ser a amiga, a irmã ou o namorado que for e de quantos anos for, mas no final de um longo dia de trabalho, depois de ouvir caraminholas da sua chefe, bater perna por metade da cidade, ouvir cobranças dos clientes ou ficar horas esperando na fila do banco, só as suas pernocas (magras, gordas, roliças, com celulites, só o osso ou etc) sabem o que você está sentindo! E só elas aproveitarão tanto quando você aquele momento maravilhoso ao chegar em casa, deitar na cama e colocar os pés para o alto… Precisa de mais?

6. Você vai atrair mais gente

Pessoas que amam o seu corpo têm mais confiança e conseguem desenvolver melhor uma conversa, com mais jogo de cintura e mais coragem para ser natural e sincera. Ou seja, as pessoas realmente se sentem mais confortáveis ao lado de quem está confortável.

7. Você vai se divertir mais

Se sentir confortável com o que você vê no espelho e amar o seu corpo pode ser a grande porta de entrada para a diversão. Isso mesmo! Se sentir confiante permite que você faça tudo o que tiver vontade sem se preocupar se os outros vão achar bobo ou não. Você pode dançar do jeito que quiser, rir do jeito que quiser, usar as roupas, o cabelo e a maquiagem que quiser… Saber que você é linda faz parte da diversão.

8. Sua saúde vai melhorar

Quem disse que se amar e se aceitar é sinônimo de ser conformada? Não, não, não! A partir do momento que você fica bem consigo mesma e começa um caso sério de amor com o corpo é que você quer ter saúde, se cuidar, etc. Exercícios, exames regulares, boa alimentação e uma série de hábitos que antes pareciam um drama, podem realmente ser prazerosos.

9. Vai ser mais fácil comprar roupas

Acredite, conhecer o seu corpo é essencial na hora de puxar os cabides das araras. Mas, para conhecer o que cai bem ou não, você precisa analisar com precisão seu corpo na frente do espelho. Ou seja, saiu do banho vá para o espelho e se olhe. Repare nos pontos positivos, depois vista a sua roupa favorita e veja os pontos que você gosta que ela destaque. Tudo fica mais fácil quando você aceita que nem tudo cai bem, mas nem tudo cai mal. É só uma questão de se conhecer e de fazer boas escolhas.

10. Você vai ficar mais corajosa

Chega de evitar entrar em lojas com medo de não ter seu tamanho! Chega de ter medo de encontrar com o gatinho porque ele vai te achar gorda/magra/alta/baixa/feia/estranha/dentuça/etc demais! Chega de desistir de ir às festas por medo de não ter o que vestir! Já imaginou dizer chega pra um monte de medos bobos? Pois é, quando você ama seu corpo não precisa (e nem quer) ficar dando satisfações para os outros e também está pouco ligando para a opinião alheia, o que te deixa bem mais à vontade para fazer o que desejar.

11. Você será mais feliz!

Sim, depois de ler toda essa lista, você realmente acha que seria mais triste? A verdade é que a partir do momento que você começa a amar o seu corpo, você realmente fica mais positiva, deixa o medo de lado, começa a ver coisas além das aparências e se torna até uma pessoa mais profunda.

 

Bom, esse é um post colaborativo, então por favor deixem aí nos comentários os melhores motivos para amar o seu corpo para vocês e vamos lá pro meu Facebook conversar mais!

 

HUÁ HUÁ

BJÓN

Pin-up plus size: conheça a Hilda a ilustração que mudou a década de 50

Olá queridas, não sei se vocês já ouviram falar da Hilda, uma pin-up plus size que desafiou as pin-ups magrinhas e sem barriga da década de 50 e foi um sucesso, estampando os calendários, até os anos 80. Foi só em 2012, quando seu criador Duane Bryers faleceu que um galerista republicou suas obras e a Hilda voltou a fazer sucesso, com seu corpinho curvilíneo e provando que dá sim para ser sexy e divertida estando fora dos padrões – até para os padrões de desenho!

Hilda foi uma pin-up à frente de seu tempo e apertou o botão de start para o movimento de aceitação, que vivemos hoje, mais de 60 anos depois. Se você me perguntar, eu acho que a Hilda foi relembrada e voltou a fazer sucesso em 2012 porque casou bem com essa onda atual de aceitação e de rejeição à “perfeição criada”. Acho que uma parcela da população (a parcela que não entrou na onda fitness) começou a voltar os olhos para as curvas naturais do corpo, passou a enxergar beleza no que é real e natural, como as curvas, gordurinhas e formato de corpo da pin-up plus size Hilda: uma mulher com quadris, peitos, pneuzinhos, etc… O que você acha?

Olha aí minha pin-up plus size favorita (alguém mais aí lembrou da modelo plus size Tess Munster?!)

Hua hua hua fofo. né?! Eu adoooro a maneira que Duane Bryers retratou o corpo da mulher, principalmente durante as atividades rotineiras. Amo quando ela está inclinada, fazendo alguma coisa, e as dobrinhas laterais aparecem. Isso é super real! É o que acontece com 99% da população, quando se inclina e o que toda mulher tenta negar e “consertar”. Amo essa sambada na cara da Hilda, mostrando: “olha tô de biquini, tenho gordurinhas e estou sendo feliz. BJÓN sociedade”!

HILDA ARRASA!

Me empolguei? Acho que sim, mas merecido, vai?!

 

Por hoje é isso, você conhecia a pin-up plus size Hilda, de Duane Bryers? Me conta o que achou aí nos comentários, então!

 

HUÁ HUÁ

BJÓN

Top 6: os links que você precisa ver e ler sobre corpo, aceitação e preconceito

Olá queridas, venho reunindo há algum tempo bons links que falam sobre corpo, aceitação e preconceito, enfim, links que eu gostei de ler e assistir e acho que seria bacana para quem visse também. Alguns já falei por aqui, outros ainda não. Então, divirtam-se ou “reflitam-se” heheh.

1. Como ter um corpo perfeito para o verão, do Gluck Project

 

Escrito por Karin Hueck, uma brasileira morando em Berlim, o texto fala com uma naturalidade linda sobre sua experiência adulta em uma praia de nudismo. Vale muito a pena ler, para pensar em como a gente se prende a algumas coisas culturais que não fazem o menor sentido. Um trecho ótimo “Em algum momento entre minha infância e o verão passado, a minha percepção do que é um corpo bonito ou feio, ou de que tipo de corpo deve ser exposto ao sol, mudou. Alguém me ensinou que só pode tirar a roupa quem tiver “um corpo perfeito para o verão”. Aprendi onde deve haver muita carne, onde não deve haver nenhuma carne; onde deve ter muitos pelos (spoiler: só no alto da cabeça), onde não deve haver pelo nenhum (no resto do corpo). Aprendi até mesmo a identificar conceitos estranhos como estrias, celulites, rugas e flacidez, como se a pele – esse órgão imenso que nos embrulha de alto abaixo – não pudesse guardar nenhuma marca da passagem do tempo. O que será que deu errado?“. Leia o texto na íntegra AQUI.

2. A “mulher mais feia do mundo” e sua lição de vida, por Lizzie Velásquez

 

 

O vídeo da Lizzie é tocante demais, ela tem uma doença raríssima que não permite que ela engorde e, com isso, várias outras deficiências físicas. Ela sofreu muito bullying na vida, mas deu a volta por cima. Apesar dos médicos terem dito que ela não chegaria à adolescência, hoje ela é uma adulta lindíssima e bem resolvida que dá palestras motivacionais e realmente faz muita gente refletir sobre a vida. Sua pergunta principal é “o que te define?”. Aperta o play aí, o vídeo é longo, mas vale cada segundo. 

 

3. Ser gorda é…, por Jéssica Lopes

 

 

Hahahah se não fosse triste, seria muito cômico. Mas a Jéh fala umas boas verdades sobre como é ser gorda, lembrando situações que todas nós já passamos, e no final do vídeo ela deixa pra gente uma reflexão linda. Achei o vídeo bem humorado e digno do play! Veja mais vídeos da Jéh aqui.

 

4. Espelho Torcido, por Luiza Ribeiro

 

 

Eu já falei desse curta AQUI, mas como eu acho ele super tocante, resolvi falar de novo. Nesse curta, sensível e emocionante, Luiza “contesta a definição de um corpo belo mostrando que o sublime se encontra até em corpos esteticamente grotescos”, como define a própria autora. Se você ainda não viu, aperta o play!

 

5. Professores obesos são impedidos de darem aulas, por Keka Demétrio

 

Esse foi o tema que rondou o mundo (plus size ou não) esse mês e gerou muita, mas muita polêmica – e com razão. Caso você não tenha ouvido, professores altamente gabaritados foram e continuam sendo proibidos de dar aulas por causa do IMC (índice de massa corporal) elevado. Como se o nosso ensino público já não fosse ruim o suficiente, ainda os melhores professores (uma passou em 2º lugar no concurso) são proibidos de assumir o seu cargo por puro preconceito. Muita gente pediu para eu comentar o caso, mas eu não conseguiria explicar melhor ou colocar em melhores palavras do que a Keka Demétrio colocou nesse texto AQUI. Também convido você a se juntar à campanha #nuncasoubeoimc.

 

6. “Eu não mereço ser estuprada”: mulheres reagem a dados de pesquisa sobre assédio, por MdeMulher

O texto da Bruna Petean explica o que é o “Eu não mereço ser estuprada” que vem pipocando nas nossas redes sociais e como está sendo a repercussão. Vale a pena ler para entender o panorama geral. Veja o texto na íntegra AQUI.

 

Bom, gatonas, é isso. Espero que gostem dos links tanto quanto eu. Se tiver mais coisas interessantes, manda aí nos comentários ou lá na minha página no Facebook

 

HUÁ HUÁ

BJÓN

Ju Romano na TV Capricho: uma história de amor próprio e autoestima

Queridaaaas, essa semana eu tive a honra imensa de ser entrevistada na TV Capricho pela fofa da Ju Costa, a editora online de beleza da Capricho. A gente falou um pouco sobre a minha história, sobre amor próprio e autoestima, aceitação, o mundo plus size, roupas, compras e até sobre truques de uniforme (omg! Há anos não lembrava do uniforme). A entrevista foi toda muito fofa e cheia de verdades.  Até fiz o Jô Soares e mandei um beijo da gorda hua hua hua

Acho que vale a pena ver, minha entrevista começa nos  38 minutos e 11 segundos do vídeo abaixo, dá o play:

 

Pra quem não conhece, a TV Capricho fica online de segunda a sexta, das 17hs as 19hs, mostrando tudo que rola na redação da revista e do site. É muito bacana. E mais bacana ainda é levarem pessoas do universo plus , para mostrar diversidade e provar para as meninas, nessa fase cruel que é a adolescência, que dá sim para ter amor próprio e autoestima elevada com o corpo, a idade e a personalidade que quiser!

Espero que tenham gostado da entrevista, me contem tuuuudo o que acharam!!!

 

HUÁ HUÁ

BJÓN

10 situações que toda gorda já passou – e como sair com classe delas!

Ser gorda não é fácil em uma sociedade preconceituosa como a nossa. A gente tem que ouvir cada uma como se fosse a coisa mais comum do mundo ou, pior, como se fosse elogio. Listei a seguir 10 situações que toda gorda já passou, passa ou ainda vai passar na vida e tomei a liberdade de bolar uma resposta classuda, para deixar a outra pessoa tão desconfortável quanto você. Confira!

Foto meramente ilustrativa, porque amei a expressão dela. E, embora essa modelo seja considerada do ramo plus size, capaz que ela nunca tenha passado pelas situações abaixo…

 

1. “Seu rosto é tão lindo…”

– comenta aquela tia que quer o seu melhor

Essa é a frase fatídica que toda gorda já ouviu. Mas por que raios alguém acha, em sã consciência, que isso é um elogio?!

Como sair dessa com classe: “obrigada, mas eu sou muito mais que um rostinho lindo. Eu tenho inteligência, humor, bom senso… Que tal apreciar minhas outras qualidades mais importantes e não só minha aparência?!”

 

2. “Sinto muito, não temos o seu tamanho…”

– vendedora quando você dá o primeiro passo para dentro da loja

Impressionante como as vendedoras têm bola de cristal, né? E se eu estiver entrando para pesquisar tendências, ver peças legais, me inspirar? E se eu quiser só comprar um presente?

Como sair dessa com classe: “jura? Puxa, uma pena, vocês deveriam fazer uma grade maior. Mas vou dar uma olhadinha de qualquer jeito, depois mando um croqui para a minha costureira pessoal”. Nota: croqui é um desenho de estilista, normalmente com as inspirações da coleção, mas fale “crôquí” para ela achar que você entende mais de moda que ela.

 

3. “Você deveria emagrecer, sabe, por saúde…”

– diz a amiga que finge te amar como você é

Gente, todo mundo sabe que não é toda gorda que é doente, nem toda magra que é saudável (como eu explico nesse post AQUI), então não me venha com essa desculpa amarela para esconder sua gordofobia.

Como sair dessa com classe: “ô, querida, não sabia que você estava tão preocupada a ponto de conversar com o meu médico! Pois ele te disse que meus exames estão perfeitos? E como vão os seus?”

 

4. “Depois não entra nas calças e não sabe por que…”

– comenta qualquer pessoa que te veja comendo uma batatinha frita.

Deixa eu explicar uma coisa: sou eu quem pago as minhas calças e eu entro ou deixo de entrar onde eu quiser! Sempre sinto uma ponta de inveja nesses comentários amargos de pessoas quando veem outras comendo coisas gostosas, sou só eu?

Como sair dessa com classe: “Ótimo! Tô precisando renovar meu guarda-roupas mesmo!”

 

5. “Você não deveria usar essa roupa, não fica bem em gordinha”

– diz a sua mãe em um dia de mau humor.

Eu sei que nossas mães nos amam e querem o melhor para nós, mas elas têm seus dias de “cricrice” e o gosto delas não precisa ser o mesmo que o nosso, ok?!

Como sair dessa com classe: “obrigada, mãe, respeito sua opinião, mas estou me sentindo bem assim. Prometo que não vou criticar quando você usar aquelas estampas com vários tons de marrom, nem o seu tênis com saltinho, desde que você não interfira nas minhas produções, vamos combinar?!”

 

6. “Você não pode cortar franja, já que tem o rosto gordo”

– diz seu cabeleireiro que obviamente não é visagista

Quem disse que franja tem a ver com o tamanho do rosto, meu senhor? Franja tem a ver com o seu estilo e todo mundo pode usar franja, sim! Pode ser que uma franja reta e curta dê impressão de rosto mais largo, mas quem liga?! É estilosa pra caralho!  E tem vários acabamentos e cortes diferentes de franjas, que não deixam o rosto parecer mais largo. É só fazer um repicado, com laterais mais longas, por exemplo.

Como sair dessa com classe: “é, tem razão. Então, vou querer só uma franja como essa da Adele, da Kelly Osbourne e da Ju Romano mesmo…” – e mostre fotos de referência com pessoas de rosto gordo usando franja, inclusive a minha heheheheh.

 

7. “Você não deveria comprar tanta porcaria…”

– comenta a velhinha atrás de você na fila do supermercado.

Olhares de reprovação. Quem nunca foi fuzilada por um desses no mercado, que atire a primeira pedra. Se eu ganhasse 1 real a cada um que recebo, estava bilionária. Sempre que pego um pacotinho de balinha de goma (AMO!) ou uma coca-cola normal (mesmo que seja para o meu namorado), vejo alguém me medindo de cima a baixo e quase consigo ouvir o pensamento dela “mas já tá gorda e ainda vai comprar isso…”.

Como sair dessa com classe: “estou fazendo uma experiência social para a escola do meu filho: eu encho meu carrinho de porcarias e vejo quantas pessoas enxeridas que não sabem nada sobre a minha vida ou minha saúde me olham feio ou vêm me criticar. Obrigada, você acaba de me ajudar nessa pesquisa”.

 

8. “Seu pé deve estar inchado, depois o sapato laceia…”

– diz a vendedora da loja de sapatos.

Por que a indústria de calçados só faz sapato pensando em pés magros, meu Deus?!? Aí as vendedoras ficam todas tentando socar seu pé dentro de uma sandália que é a metade dele e você é obrigada a comprar um tamanho 2 números maiores que o seu, só para as laterais do pé ficarem bem acomodadas.

Como sair dessa com classe: “moça, ele pode até lacear, mas vai ter que ser no pé de outra pessoa, já que não está passando nem dos meus dedos! Vocês não têm um modelo com a base mais larga?”

 

9. “Não temos tamanhos grandes, só até o 44, quer provar?”

– pergunta a vendedora desesperada para bater a meta.

Gente, mas se eu visto 48 ao 50, como eu vou fazer para entrar em um 44? Só se eu arrancar um bife da lateral da minha barriga, porque, né…

Como sair dessa com classe: “acho que não, moça. Não tenho o hábito de comprar roupas só para enfeitar o meu armário. Obrigada.”

 

10. “Só podia ser gorda…”

– o cretino do carro ao lado revoltadinho depois que você lhe deu uma bela fechada.

Pra mim esse é o pior. Presumir que você seja qualquer outra coisa só por causa do seu peso é muita ignorância! O que tem a ver o cu com as calças? Vai catar coquinhos…

Como sair dessa com classe: “vamos combinar: eu volto para a autoescola e você vai pra escola, o que acha?”. Ou fecha o vidro, taca um foda-se, liga o som e sai cantando, que a opinião de gente ignorante assim não tem nem que ser levada em consideração.

 

 

Bom meninas, caso não tenha ficado claro, este é um texto de humor e reflete várias situações pelas quais eu já passei, já me chateei e depois pensei que se eu tivesse mantido a calma poderia ter dados respostas que fariam essas pessoas nunca mais serem inconvenientes… Ou não, mas eu deveria ter pelo menos tentado!

 

Por hoje é isso, mas se você também tem uma situação como as minhas, deixa aí nos comentários e vamos lá para o Facebook conversar mais!

 

HUÁ HUÁ

BJÓN

 

Espelho Torcido: um curta sobre autoaceitação

Em 2 minutos e ao som de um violino pesado, a corajosa Luiza Ribeiro expõe o que todas as mulheres (magras e gordas) sofrem: a crítica à tudo que supostamente está errado em nosso corpo. São as gorduras da barriga, a flacidez da coxa, as estrias…

Nesse curta, tão comum a nós que o vemos todos os dias perante nosso próprio espelho, Luiza “contesta a definição de um corpo belo mostrando que o sublime se encontra até em corpos esteticamente grotescos”, como define a própria autora.

Só discordo em uma coisa: não acho nada grotesco. Acho que cada parte do nosso corpo conta uma história, cada estria, cada gordurinha, cada celulite… Eu confesso que achei lindo e fiquei curiosa para saber mais da Luiza, e você? Aperta o play:

Espelho Torcido from Luiza Ribeiro on Vimeo.

 

A Luiza contou ao Entre Topetes e Vinis como foi fazer o curta. “É um vídeo bem simples inspirado nas vídeo artes do início do cinema, mas para mim foi um grande passo em direção à autoaceitação. Colocar meu corpo escancarado na tela para todo mundo ver não foi nada fácil (ainda estou tremendo de pensar)”, confessa.

A cineasta ainda disse que o blog foi uma grande inspiração. Então, eu fico muitíssimo agradecida por inspirar esse tipo de obra! Muito obrigada Luiza, que venham muuuuitos mais! <3 Se quiserem seguir a Luiza e seus projetos, a página do curta Espelho Torcido é essa AQUI.

Por hoje é isso meninas, acho que a gente deveria espalhar esse tipo de vídeo pelo mundo para TODAS as pessoas se acostumarem com uma estética mais realista.

E vamos lá pro meu Facebook conversar mais!

 

HUÁ HUÁ

BJÓN

5 dicas para se sentir mais confiante

Resolvi reunir 5 dicas para você se sentir mais confiante, já que confiança não é algo que você já nasce com. Você conquista ao longo dos anos naquele xaveco do gatinho da 8ª série, no prêmio de redação do 2º colegial, no elogio ao seu biquíni durante a viagem de formatura e muitas outras situações que parecem não fazer a menor diferença na hora. Mas, depois de anos, você vê como fizeram. Ou, pior, como fizeram falta. Aí você se lembra das críticas, das brincadeiras de mau gosto, do pé na bunda que você levou do Zé Renato, que te trocou por “aquela magricela” (qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência… Mas, Zé, eu ainda sou muito mais bonita que ela, o.k.?!).

Enfim, você deixa todas essas críticas e frustrações tomarem conta da sua vida, seja porque você está em um momento sensível e de fragilidade ou simplesmente porque nem você mesma entendeu como alguém poderia elogiar uma pessoa como você. Pois, amiga, eu te digo uma coisa: se até Edward e Jacob uniram vampiros e lobos por Bella Swan, a personagem mais sem graça de todos os tempos, você também consegue! Sabe por quê? Aquela frase que a sua avó te fala desde criança é a mais pura verdade: o que seria do azul, se todos gostassem do amarelo? E não estou dizendo que você é sem graça, simplesmente estou dizendo que quaisquer que sejam os seus defeitos, com certeza você tem qualidades para equilibrá-los. E, da mesma forma como você pode achar a Bella um personagem extraordinário, sempre terá alguém para achar que os seus defeitos são qualidades. Parafraseando a minha avó de novo: sempre tem um chinelo velho para um pé doente.

Pensando nisso, resolvi reunir dicas para você se sentir mais confiante e para mentalizar quando estiver passando por uma crise de falta de confiança ou até mesmo para você começar a se conscientizar de que você é LINDA e isso independe de quanto você pesa.

O primeiro passo para você ter mais segurança de si é descobrir do que você realmente gosta. O que você realmente gosta de assistir, qual música te agrada de verdade, o que você gosta de fazer quando está sozinha, etc. Sem medo de ser chata ou de decepcionar alguém. Acredite, as pessoas não vão te odiar se você tiver o seu estilo próprio. Pelo contrário, elas aprenderão a te admirar e respeitar. E, de quebra, você ainda pode encontrar mais pessoas parecidas com você e afastar as que não te acrescentam em nada.

Se a aparência é algo que pesa para aumentar sua insegurança faça um exercício mental: quando você achar uma pessoa bonita se pergunte por que você acha isso.  Repare nela, veja o que é bonito de verdade e identifique os pontos que a tornam bonita. Muitas vezes achamos uma pessoa bonita simplesmente porque os outros também acham ou porque os homens acham ela gostosa (acontece!). E algumas vezes, achamos uma pessoa bonita simplesmente porque ela preenche o requisito básico de Hollywood: pele branca, olhos claros, cabelos lisos e loiros. Depois que você descobrir o que é realmente bonito para você, vá para frente do espelho…

Antes eu achava que era preciso ser magra para ser bonita. Depois percebi que o que eu acho bonito não tem absolutamente nada a ver com o peso…

… e fique olhando sua própria imagem durante alguns minutos. Repare os pontos que você acha negativos e reflita por que eles são negativos. Quem disse que é feio ter celulite, se mais de 90% das mulheres têm? Quem disse que estria é feio? Quem disse que você deve gostar da barriga chapada e pernas tão malhadas que parecem de homem? Depois do passo 1 e 2, veja os pontos que você gostaria de verdade de mudar em você mesma e faça alguma coisa para conquistar isso. Você é uma mulher e não um rato! Você tem a mesma capacidade que QUALQUER outra pessoa. Por que você não teria?! (se você pensou em responder qualquer coisa relacionada ao peso, eu vou dar uma voadora na sua cara! Hua hua. Ser gorda não quer dizer que você é pior ou melhor que ninguém). E assim que terminar de listar os seus “defeitos”, comece a listar as partes que VOCÊ gosta em si. Sem pensar no que os outros gostariam (eu, por exemplo, gosto muito dos meus pneuzinhos laterais. Sim, aqueles mesmos que as pessoas se matam para perder na academia e acham horrível…)

Suas gordurinhas também são lindas! E você é a primeira pessoa que tem que achar isso.

Pare de se importar tanto com o que as pessoas acham de você! Por que você liga para o que o fulano que está sentado do seu lado no ônibus acha do seu braço gordo? Reflita. A opinião dele algum dia vai mudar a sua vida em alguma coisa? Não, não vai. E se o seu braço fosse magro? Te digo uma coisa, o fulaninho não ia nem reparar e, adivinha?! Não ia mudar em nada a sua vida também. Ou seja, qual a diferença? Será que você não anda se preocupando muito com o que as pessoas acham de você, e pouco com o que você realmente é?

As pessoas que você ama falam bosta, aceite. Sempre vai ter sua mãe, irmã, tia, avó, vizinha e mais um monte de gente para te criticar. Elas não fazem isso por mal, fazem porque não pensam antes ou porque acreditam que vão te ajudar dando um choque de realidade. Você mesma provavelmente faz isso de vez em quando, sabe? Fala alguma coisa sem pensar e acaba magoando alguém. É normal e você tem que pensar que as pessoas também têm seus momentos de mau humor e que elas também têm direito a ter opinião. Mas a opinião delas não deve ser mais forte que a sua quando diz respeito à sua própria vida. Use as roupas que você gosta, o cabelo da cor que você quer, saia com a pessoa que faz seu coração bater mais forte… Sua mãe e sua tia ou avó tiveram a chance de fazer as cagadas delas e de olhar para trás e pensar “como eu pude fazer/usar/querer isso?”, você também terá esse direito daqui uns anos, mas para isso precisa tomar decisões por si própria e parar de deixar os outros tomarem por você.

 

Depois de fazer tudo isso, de começar a fazer coisas que você realmente gosta, com pessoas que também gostam das mesmas coisas que você, começar a achar bonito coisas que você acha de verdade e tomar decisões por conta própria levando em consideração as suas vontades, você vai conquistar sua auto-confiança ou pelo menos começar. É um exercício diário de, desculpa a expressão, tacar o foda-se. E não é raspar a cabeça, sair pelada pela rua e gritar por anarquia. Minha sugestão é começar tacando o foda-se para pequenas coisas.

Quando você se der conta, já estará usando regatas, calças coloridas e até top cropped sabendo que metade das pessoas vão te olhar e achar aquilo feio, mas outra metade vai achar aquilo incrível e… você não estará ligando para nenhuma das duas! Simplesmente porque você gosta.

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Bom, meninas, as minhas amigas me zoam muito por causa da minha auto-estima (que vem muito com auto-confiança). E é verdade, eu tenho um pouco exagerada. Mas fala a verdade, se eu não gostar de mim mesma, quem gostará?!? Você pode começar com esse pensamento. ;)

São coisas que eu vivo dizendo no blog, mas achei legal reunir.

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HUA HUA

BJÓN

Autoestima abalada: como eu faço para me aceitar gordinha?

Esses dias recebi um recado de uma leitora querida, perguntando a dúvida mais difícil de responder: “queria saber como posso me olhar no espelho e me achar maravilhosa”. Ela perguntou isso porque não se encaixa nos padrões e sente sua autoestima abalada. Aí, sempre tem vários caras afim dela, mas por estar acima do peso, quando eles a chamam para sair, ela pensa: “sério?! Mas o que eles viram em mim?!”

Pois bem, meninas, quem nunca acordou e se achou feia que atire a primeira pedra. Até Angelina Jolie, se acha feia de vez em quando. Se você também já chegou a não se achar merecedora de alguma coisa boa ou duvidar de que aquilo pudesse estar acontecendo com você SÓ porque você está acima do peso, me diga uma coisa: você por acaso não tem nenhuma outra característica? Sua única característica é ser gorda? Você nunca pensou que para você isso pode ser uma questão, mas para as outras pessoas isso não é necessariamente?

Eu por exemplo, sempre fui gorda. Depois que resolvi que era gorda mesmo e que isso não iria fazer a menor diferença na pessoa que eu queria ser – na jornalista, na namorada, na filha, na amiga -, acredite, ser gorda se tornou uma característica como outra qualquer, como ter olhos e cabelos castanhos. Meu peso nunca influenciou no meu esforço e vontade para conquistar as coisas.

Você não deve achar que o seu peso define quem você é. Seu peso não faz você uma pessoa pior e também não te faz uma pessoa melhor. Então, (atenção, para o tapa de realidade!) antes de achar que as pessoas não gostam de você porque você é gorda, comece a pensar que talvez as pessoas não vejam outra coisa em você justamente porque você mesma não consegue aceitar as suas outras qualidades.
Eu sei que no começo é difícil se aceitar, mas todo mundo tem mais qualidades que defeitos, você tem que descobrir seus pontos fracos, sim (e ser gorda NÃO é um deles), e mais ainda descobrir seus pontos fortes. É no seu ponto forte que você tem que se apoiar. No seu sorriso que você acha lindo, nos seus olhos bem maquiados, nos seus peitos que preenchem o sutiã, nessas coisas. Se apoie nos pontos fortes, assim, quando você tiver uma recaída para os pontos fracos, vai conseguir se levantar, se olhar no espelho e dizer “eu sou linda, apesar de ter defeitos, eu sou perfeita” . E é isso, as pessoas têm coisas que não gostam em si, mas você não pode deixar que isso leve a sua vida. Não é?!

Bom, chega de falar, né?! Para quem não notou, fui viajar e voltei hoje, então aproveitei e tirei umas fotos no único dia que me vesti decentemente por lá – e ainda assim, o look é a cara do conforto. Depois desse dia (que foi o que cheguei, por sinal) só usei pijamas e calças legging com camiseta, porque tirei uns dias para ficar feia (é, amiga, uns dias de feiura também fazem bem. Para relaxar, sabe?! Quem nunca?!).

 

Muitas coisas para falar sobre esse look. Começando pelo colar, que é meu novo queridinho. Estou numa fase de colares, me deixa! hua hua. Todo esse bafafá em torno das estampas com pegada étnica, aí que achei esse colar, assim, na “tendência” e resolvi arriscar. Já que no colar achei mais atemporal que em uma camisa, por exemplo. Esse comprei em uma loja na 25 de março, que chamava Bibelot Bijoux, mas que agora tem um outro nome (que eu não lembro), então ali abaixo vou dar o endereço da loja e não o nome, por causa disso, ok?!

Outra queridinha é essa blusa, da coleção de verão da Luigi Bertolli. Eu nem lembrava que ainda existia essa loja, mas fiz três achados essa última vez que entrei. Só comprei blusinhas e achei o GG deles bem generoso para uma loja sem numeração grande. Eu uso 46 e essas blusinhas deram e sobraram. Essa eu amei porque de perto parece uma malha de ferro, tipo de armadura sabe!? Eu sou do tipo que adora um tecidinho diferente do comum…

E por fim, esse esfumado marrom, que não ficou lá a melhor maquiagem do mundo, mas que eu estou praticando muito e é mais fácil que andar pra frente (tá, nem tão fácil assim…). É só pegar um pincel redondinho, firme e pequeno, passar na sombra marrom opaca e marcar bem o côncavo. Depois vem com um pincel maior e bem macio esfumando. Aí faz o traço do delineador rente aos cílios e pronto. Não é uma maquiagem elaborada, para para iniciantes é ótima e já dá aquele ar de “me arrumei, ok?!”.

 

SERVIÇO:

Calça e paletó > C&A

Blusa > Luigi Bertolli

Sapatilha > Martinez 

Colar > Loja que fica na Ladeira Porto Geral, nº34 – antiga Bibelot Bijoux

Anéis > Vem Bijoux (fica no Shopping Porto Geral, também perto da 25 de março)

Mochilinha > acervo pessoal (comprei em uma lojinha em Serra Negra, que eu não anotei o nome nem o endereço 🙁 )

 

Bom, gatonas, é isso. Como você faz para se achar linda todos os dias?! Me conta aí nos comentários e vamos lá para o meu Facebook conversar mais.

 

HUA HUA

BJÓN

 

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