Macaquinho jeans plus size e a encanação com as pernas…

Olá querid@s! Esse look com macaquinho jeans plus size me fez lembrar de um tema muito delicado. Faz tempo que não falo de pequenas encanações aqui e achei esse calor um bom momento para retomar o assunto. Uma coisa que eu sempre ouço é “eu queria ser bem resolvida e corajosa como você, mas tenho vergonha”… Eu quero compartilhar que NINGUÉM está a salvo das dúvidas e questionamentos diários e que, por maior que seja minha autoestima e o amor ao meu corpo, é claro que tenho dias em que me pego pensando em como meu corpo mudou com os anos.

Quando eu era mais nova e não tinha mais nada pra fazer da vida, eu costumava treinar 8 horas por dia, praticava uns 4 esportes diferentes e, embora sempre tenha tido porte de gordinha, minhas coxas eram duras, as pernas não tinham celulites e nem estrias.

Ou seja, as vezes eu me estranho ao colocar um shortinho e ver as coxas grossas, com celulites e estrias atrás do joelho.  Mas sabe o que me faz desencanar? É pensar que se eu quiser e minha rotina me permitir, um dia posso até voltar a ter pernas como eu tinha quando era DJÓVEN, mas que nesse momento, no exato dia de hoje, em março de 2017, ESSAS SÃO AS PERNAS QUE EU TENHO. E sabe de uma coisa? Ninguém tem nada a ver com isso. Essas pernas, com essas marcas, são as que contam história do que eu vivi até aqui… Elas são resultado de uma rotina insana de trabalho e um tornozelo quebrado, que fizeram com que eu tivesse que largar os esportes por alguns anos. Elas são resultado de tanta coisa que envolve a minha vida e SÓ A MINHA VIDA que ninguém jamais poderia saber só de olhar e tampouco opinar sobre. Ou seja, essas particularidades do meu corpo que às vezes eu caio na besteira de estranhar, são justamente o que mais fazem de mim eu mesma. 

Nessa hora eu penso: deixe que o mundo veja a minha história e mesmo que ele não entenda o que tem por trás de cada celulite ou estria, que o mundo veja que a vida me marcou, mas que eu não tenho vergonha das minhas escolhas, porque elas me trouxeram onde estou hoje e fazem de mim o que eu sou! 

E assim, eu saio de casa me sentindo estilosa de macaquinho jeans plus size com as pernas de celulite… Aproveito e já coloco um tênis de cano médio, “proibido” (ah, tá, senta lá, Claudia!) pra quem tem perna grossa e curta, já que nessa vida a gente só tem o hoje – e esse hoje eu quero aproveitar ao máximo, já que nunca sabemos o que vai acontecer amanhã e o ontem já passou! 

 

Macaquinho jeans plus size e camisa: tendência jeans + jeans ♥


 


DE ONDE SÃO AS PEÇAS

Macaquinho jeans plus size > Wee!

Camisa jeans > Wee!

Tênis > All Star Converse

Óculos de sol > Zara

Colares > 25 de Março

Bolsa > comprei em Bichinhos, MG


 

 

Bom, gatonas, o que quero dizer com esse post é que você tem que aproveitar o dia de hoje, independentemente de como esteja o seu corpo ou se ele vai mudar um dia. Aproveite pra usar o que você tem vontade, o que você acha bonito e o que tem sua personalidade! E se alguém se incomodar, que vá chorar na terapia, porque você não tem nada a ver com isso hua hua hua 

 

Eu sei que me senti muito legal usando essa roupa, achei confortável e descolada, além de ter finalmente conseguido entrar na onda de usar jeans com jeans de um jeito interessante \o/ E vocês, curtiram? Me contem TUDO nos comentários!!!

 

 

HUA HUA

BJÓN… SUAS LINDAS!

Eu NÃO VOU ME CALAR… Nem por você, nem por ninguém – nem pra evitar climão!

Hoje eu vi de perto o circo pegar fogo. Eu presenciei uma das discussões que mais me atingem, entre pessoas que eu encontro com prazer 2 vezes por semana – e quem me conhece sabe que me ver 2 vezes na mesma semana é muito difícil e só por muito amor.

Um compartilhou ridicularizando um post contra gordofobia, os outros foram lá e deram risada. Ninguém me ofendeu diretamente, mas também ninguém teve a coragem de se levantar e me defender, defender as minas gordas que eles têm nos seus facebooks e as gordas que literalmente correm ao lado deles na vida real. As minas que eles chamam de família.

Ser conivente com uma situação de humilhação ou corroborar compartilhando e/ou dando risada de uma situação desrespeitosa é tão preconceituoso e desrespeitoso quando o foco inicial. Depois, por inbox, a maioria veio de um jeito destrambelhado pedir alguma coisa que deveria se parecer como desculpa, mas era só um jeito de tirar o corpo fora, se isentar da culpa. Publicamente ninguém quer apontar o dedo pro coleguinha e correr o risco de cortar a zoeira…

Imagem do Instagram @historiadefogo  

O post em questão é o da Daniela Martins: mulher, feminista, gorda e negra. Ela teve sua página de Facebook invadida por tudo quanto é gente, opinando de forma agressiva, por vezes ameaçando sua segurança, apenas por exibir seu corpo da forma que bem lhe convém. Dos famigerados “é pela saúde” e “temos que lutar contra obesidade”, passando por memes ridículos e infantis que só têm graça pra quem não tem humor inteligente, até criação de perfis fakes para ridicularizar a moça, pessoas escondidas atrás da tela de um computador destilaram ódio gratuito e compartilharam milhares de ideias preconceituosas e opressoras. Ideias que diga-se de passagem, não alteram em nada o curso de suas vidas, foi apenas pelo prazer de humilhar e agredir uma pessoa feliz. (Agora reflita: uma pessoa que quer diminuir a felicidade do outro, deve ser apenas porque não consegue encontrar a própria felicidade, né?!)

Me perguntaram minha opinião, a princípio eu disse: todas nós somos atacadas quando damos a cara a tapa, temos que resistir e não dar atenção aos haters, porque é isso que eles querem. Temos que retribuir com amor todo o ódio – assim como a Dani disse em uma entrevista, e da mesma forma que eu disse quando rolou a treta com a propaganda da TNT (relembre aqui).

Mas e quando você vê pessoas tão próximas de você, pessoas que você acha que pode contar, pessoas que até então você admirava, fazendo exatamente o que você repudia com tanto fervor?! Como se isentar da treta, quando ela praticamente te dá um tapa na cara? 

E a decepção de achar que você conhece pessoas incríveis que correm ao seu lado, mas perceber que na hora de entender seu sofrimento, ninguém quer dar a cara a tapa por você APENAS para não quebrar a zoeira?! QUE DECEPÇÃO, HUMANIDADE.

Imagem do Instagram @historiadefogo  

Quando, há 9 anos, eu entrei na briga contra a gordofobia eu entrei por mim, mas não só por mim. Eu entrei pela Dani, por você e por tantas outras mulheres. Eu entrei para que NINGUÉM mais sentisse, como eu senti, uma verdadeira vontade de MORRER por não se encaixar nos padrões, por ser gorda, por sofrer preconceito. Eu entrei na treta para que mulheres gordas pudessem ter uma vida mais digna, que pudessem praticar esportes sem serem ridicularizadas, que pudessem namorar e postar uma foto de biquini sem medo de serem humilhadas. E mesmo depois de toda essa luta, contra mim mesma, contra a sociedade, contra o preconceito velado e público, ter que ouvir de pessoas próximas que isso é mimimi, ter que ler risadas em comentários, é TRISTE, É VERGONHOSO. Me embrulha o estômago ter que olhar de novo para a cara de pessoas que fingem estar ao meu lado, mas que não têm nem coragem de se levantar e defender um ponto de vista que não é só “politicamente correto”, é RESPEITOSO.

Eu digo para vocês: VOCÊS NÃO PRECISAM AGRADAR PESSOAS DE MERDA. Ninguém precisa mudar ou aguentar humilhação quieta por pessoas que não correm ao seu lado. Se as pessoas não estão ao seu lado quando você é atacado, elas estão contra você OU elas não dão a mínima pra você. E ninguém precisa agradar gente que não acrescenta.  

E, SIM, NÃO TENHAM MEDO DE CRIAR TRETAS E INIMIZADES DEFENDENDO A DOR E A LUTA DE VOCÊS. Eu estou aqui, publicamente compartilhando uma história pessoal, comprando briga com pessoas MUITO próximas, caindo pro jogo das inimizades, porque eu NUNCA VOU DEIXAR QUE DIMINUAM O QUE EU DEFENDO. Eu nunca vou deixar que diminuam qualquer outra mulher em sua luta, em sua felicidade e em sua aceitação. E VOCÊ TAMBÉM NÃO PODE. Seja homem, mulher, magra, gorda, alta baixa, negra, branca, amarela ou o que for, NÃO DEIXE QUE NINGUÉM DIMINUA A LUTA OU A DOR DO OUTRO – e também não faça isso achando que sua dor é maior.

Isso se chama EMPATIA: a habilidade de se colocar no lugar de outra pessoa e se sentir como ela se sente. O mundo seria um lugar melhor, as pessoas seriam mais felizes e tudo funcionaria de forma mais gostosa. Isso se chama EVOLUÇÃO. Mas tem gente que faz questão de se fazer de idiota e continuar numa inércia… Pessoas fracas. SEJA FORTE! LEVANTE-SE. Não fique omissa diante de uma situação que humilha, magoa ou violenta outra pessoa, porque NINGUÉM merece ser criticado por qualquer que seja sua situação, da mesma forma como você não gosta de ser criticado. 

Deixei um recado para a Dani, dizendo que meus olhos brilham cada vez que vejo uma postagem dela. Não para puxar saco, mas porque apesar de não conhecê-la A SUA LUTA É A MINHA LUTA: É UMA LUTA POR RESPEITO E NÃO POR PADRÕES FÍSICOS. E não interessa como tá a saúde dela, a conta bancária dela ou as louças na pia dela: ELA MERECE RESPEITO. E PONTO. 

Imagem do Instagram @historiadefogo  

Escrevi muito, falei demais. Mas é um post pessoal de desabafo porque mesmo eu lutando contra isso todo dia é uma merda ter que aguentar a ignorância das pessoas mais próximas e eu sei que vocês também passam por isso. Eu sou a rebelde em todo lugar que vou. Meu pai me apelidou de LÍNGUA DE TRAPO quando eu ainda era criança. Mas isso nunca fez de mim uma pessoa ruim, pelo contrário, foi DEFENDENDO A MINHA LUTA QUE EU AJUDEI TANTAS MULHERES. Você também DEVE fazer isso, por você e pelas outras.

 

Por hoje é só, gente. To chateada, mas não vamos abaixar a cabeça.

 

 

HUA HUA

BJÓN

 

Falar de amor próprio não é incentivar obesidade #ficaadica

Eu sempre penso muito depois de receber alguns comentários negativos (como aconteceu depois que saiu a propaganda da TNT estrelada por mim e pela maravilhosa Flávia Durante AQUI). Entre os ataques cheios de ódio gratuito, um em especial me chamou a atenção e me levou a uma velha discussão que sempre tive comigo mesma: afinal o trabalho que venho fazendo há tantos anos com o blog e nas redes sociais incentiva a obesidade?

Pensei muito sobre isso e gostaria de compartilhar uma conclusão parcial que tive. Digo parcial porque como todos os outros assuntos complexos, esse é motivo de debates internos e externos diários, então sempre pode mudar e se completar.

Eu sempre falei de amor próprio, de autoestima e autoconfiança. Acredito que esses 3 sentimentos são empoderadores e tiram a mulher da posição de submissa e a colocam em posição de dona de si mesma. Uma mulher submissa, vejam, não é apenas aquela cujo marido a manda lavar a louça depois de fazer a janta. A submissão está em diversos graus da sociedade. Uma mulher que sacrifica sua vida social, seus prazeres e bons momentos da vida em prol de um ideal de corpo perfeito, é uma mulher submissa aos padrões. Uma mulher que não se veste como gostaria porque teme o que os outros vão falar dela, é uma mulher submissa a padrões de comportamento. Esses exemplos entre tantos outros de submissão é o que eu tento quebrar com diversos discursos aqui do blog. É levar a mulher a um patamar onde ela entenda que SEU corpo SÓ pertence a ELA MESMA.

Foto da Marcha das Vadias. Não sei a autoria, se souber me avise, por favor 🙂

A questão é que não digo APENAS para a mulher gorda. É claro que me identifico mais com essa parcela de mulheres, já que eu também sou gorda. Mas esse é um discurso geral, para todas as mulheres, de todos os tamanhos, pesos, cores, etnias, lugares… É um discurso de LIBERDADE, para que a mulher decida POR SI PRÓPRIA o que fazer com SEU corpo.

Eu acredito de verdade e com todo o meu coração que quando nós aceitamos que podemos fazer o que quisermos com o nosso corpo, nós passamos a cuidar dele da forma como NÓS achamos ideal. Eu acredito nisso porque quando eu era muito submissa a padrões de beleza e magreza, acabei fazendo dietas radicais, prejudicando minha saúde de forma extrema, apenas para atingir um padrão visual – e carrego até hoje uma série de traumas. Atualmente, apesar de ser gorda, cuido do meu corpo como um templo, faço dele o que eu bem entendo e, PARA MIM, isso significa fazer esportes, academia, comer de forma equilibrada e me divertir muito. Porque assim eu mantenho minha saúde física E mental. Mas, veja, eu coloquei o PARA MIM em caixa alta, porque eu não acredito que o que EU quero para o MEU corpo seja o que todas as outras mulheres devam querer para os delas. Tá aí a magia da liberdade: cada uma fazer o que quiser com o que é seu.

Imagem do Brasil Post aqui 

Mas como conclusão no geral, eu não incentivo que a mulher seja magra… Tampouco que ela seja gorda. Falar de amor próprio e de autoaceitação não é incentivar um tipo de corpo. É apenas falar para a mulher que o que ELA decidir sobre seu corpo é de única e exclusiva responsabilidade dela mesma. Para mim, descobrir que meu corpo era só meu, me trouxe uma noção maior de que eu deveria cuidar dele, porque ele é minha casa até o fim da vida – e cuidar dele não tem nada a ver com como ele se parece por fora. Essa noção é extremamente saudável e não incentiva doença alguma.

Doença mesmo é achar que mulher empoderada é um risco à saúde… Aí, minha gente, é como eu falo… O problema está nos outros, não na gente 😉 

Pela primeira vez vai ter uma GORDA na Playboy – com gordurinhas e celulite \o/

Quando chegou um e-mail da Playboy, eu dei risada… Não dei risada pelo convite em si, mas porque eu não me vejo – e nunca me vi – como uma mulher sensual e sair assim era impensável para mim. Por acaso, na hora que abri o e-mail estava conversando com a Marcinha, minha amiga de faculdade que também trabalha comigo aqui no blog.

A Marcinha é gordinha, ela não é plus size, mas tem barriguinha, coxas grossas, bracinho gordo, formas arredondadas e já lutou muito contra a balança. Contei pra ela o motivo do riso e ela ficou séria. Não sei por que você achou graça, Ju. Eu fico pensando que se eu tivesse visto uma representação da gorda como uma mulher sexy, em revistas ou em seriados, talvez eu tivesse tido menos problemas com o meu corpo, talvez eu tivesse me sentido mais sensual e mais confiante na hora do sexo, na hora de tirar a roupa e até na frente do espelho…”

A Marcinha me fez repensar. Eu luto há mais de 9 anos para que a mulher não precise da aprovação de ninguém, eu sou feminista a ponto de saber que eu não preciso ser NADA para agradar a homem nenhum, mas eu também luto para que a sociedade olhe a mulher gorda como uma mulher normal, que as pessoas encarem uma mulher gorda da mesma forma que encaram uma mulher magra e um dos meios para conquistar isso se chama REPRESENTATIVIDADE.

É colocar a gorda em revistas, em seriados, em filmes… E não só como a gorda coitadinha ou alívio cômico, é colocar a gorda como uma mulher empoderada, bem sucedida, amada, desejada, confiante e de forma positiva, provando que a gorda não tem que se esconder e que faz parte sim da sociedade, como qualquer outra mulher com qualquer outro formato de corpo.

Pois bem, a edição é toda voltada para internet e a seção se chama MQA: Mulheres Que Amamos, uma seção de entrevista onde os editores da revista chamam mulheres que eles consideram inteligentes, bonitas, sensuais e que têm muito mais que um corpo para oferecer ao mundo, é uma seção de entrevista que apesar das fotos de lingerie, fala sobre o meu trabalho e um pouco também da minha vida pessoal. Achei a seção legal, me senti honrada de ter sido chamada para fazer parte de uma matéria que vai além do corpo gordo.

Mas ainda fiquei preocupada: “eu não sei ser sexy no estilo Playboy” desabafei com a repórter que fez a minha entrevista. Ela me falou, “Ju, queremos que você seja você mesma, com a maior naturalidade possível, como se você estivesse em casa mesmo, do jeito que você fica. Você pode não se ver sexy, mas existem vários tipos de sensualidade  que vão além daquelas fotos fazendo caras e bocas…

No final das contas, nem precisei encarnar uma personagem. Não precisei fazer “a mulher que quer conquistar um homem”, eu apenas estava lá de boas sendo eu mesma. Tiramos algumas fotos do meu celular (pra eu mostrar pra minha mãe e ela não ter um ataque do coração como foi quando eu sai na capa da Elle hua hua hua) e para todas as meninas que mostrei a foto a reação foi a mesma: CARACA QUE LINDA, QUE FODA, AMEI, VAI TER UMA GORDA NA PLAYBOY… Nenhuma se sentiu ofendida, pelo contrário: elas acharam muito legal mostrar que a sensualidade não está só em ter uma calça 36 ou ter peitão (duas coisas que eu definitivamente não tenho) e um corpo fora dos padrões pode ser tão desejado e enaltecido quanto tantos outros.

E quando me mandaram as fotos finais, com quase nada de Photoshop, com as minhas gordurinhas marcando a lingerie, com as minhas celulites aparecendo, eu olhei e pensei: caraca, talvez eu seja sexy e eu só não consiga me enxergar desse jeito porque aprendi desde sempre que eu tinha outras qualidades incríveis, mas que ser sensual não poderia ser uma delas ja que meu corpo não é padrão.

Eu ainda só posso mostrar uma foto que tiramos no dia, porque a revista vai pras bancas dia 25 de outubro, mas vou colocar um comparativo da foto que tirei com o celular e da que tiraram com a câmera profissional pra vocês verem que foi super fiel ao meu corpo e à minha cara, coisa que achei importantíssimo já que o objetivo é mesmo mostrar que a gente pode ser sensual, SIM, do jeitinho que é 

 

♥ Pela primeira vez vai ter uma GORDA na Playboycom gordurinhas e celulite \o/ ♥

Na foto do ensaio:

 

Na foto que tiramos do meu celular, sem filtro nem correção de luz:

 

Enfim, fiquei orgulhosa de ter sido a primeira gorda a sair na Playboy, fiquei feliz de descobrir um lado meu que eu achava que nem existia e fiquei AINDA mais feliz de poder representar todas as gordas que também não se sentem sexy por algum motivo.

Essas fotos são pra vocês meninas, para que vocês nunca duvidem de si mesmas, para que vocês acreditem que podem ser lindas e maravilhosas com o corpo que tiverem.

 

Espero que vocês gostem e como disse a Marcinha depois de ver o resultado das fotos: “Essa vai ser a primeira Playboy que vou deixar meu marido comprar porque EU quero ver!” hua hua hua

 

Até sair a revista (25/10) vou vendo se consigo soltar mais spoilers hehehe Mas me contem o que acharam aqui nos comentários! 

 

HUA HUA

BJÓN

Descubra que é possível na campanha LINDA da Neutrogena!

Olá queridas! Hoje estou verdadeiramente emocionada, porque saiu o vídeo que eu fiz em parceria com a Neutrogena para a campanha Descubra que é possível, um posicionamento incrível que a marca está adotando, de valorizar as diferenças de cada mulher e incentivar cada uma a descobrir que tudo é possível. Para isso a Neutrogena chamou 3 embaixadoras: eu, gorda e baixinha mas que descobri minha beleza, a Paola Antonini, que tem uma perna amputada e se supera a cada dia, e a Georgia Sampaio, que superou preconceitos e hoje faz pesquisas no campo da biomedicina. Nós 3, fora de qualquer padrão, mas somos mulheres que mostram que realmente vale a pena acreditar em nós mesmas e nos nossos sonhos. 

Confesso que foi muito emocionante, para mim, gravar e fazer parte de uma campanha de uma multinacional da beleza, porque eu passei muitos anos duvidando da minha beleza, desconfiando que eu não tinha lugar no mundo, que eu não me encaixava em lugar nenhum apenas porque eu era diferente, porque tinha um corpo diferente e gostava de coisas diferentes. Eu passei anos sem nenhuma referência de mulher que fosse parecida comigo, de corpo ou de pensamento, demorei muito tempo e prejudiquei muito minha autoestima acreditando que não era boa o suficiente. Quem diria que uma menina como eu estaria em uma campanha mundial?! Quem diria que uma mulher como a Georgia, como a Paola, como eu e como você, estaria um dia sendo a porta voz de uma gigante internacional?

Eu fico orgulhosa por ver esse momento, um passo lindo em representatividade, um passo à frente em diversidade, uma grande conquista para todas as mulheres que nunca se sentiram representadas, que nunca tiveram em quem se espelhar e que algum dia já duvidaram da sua beleza. Eu lhes digo: a beleza de cada uma é a beleza mais linda do mundo e nunca deixe que alguém diga ou faça você acreditar o contrário!!! A beleza está em nós mesmas, basta que a gente acredite e siga em frente sempre em busca dos nossos sonhos. 

Eu nunca sequer sonhei que estaria em uma campanha assim, mas eu queria tanto fazer parte, queria tanto me encaixar… E no final, acabei descobrindo que não é o que nos faz iguais que faz com que sejamos felizes e sim o que nos faz diferentes que é o que nos torna únicas, especiais e insubstituíveis! 

Vou deixar aqui os 3 vídeos porque cada uma de nós fala uma coisa diferente e eu aprendi muito com essas duas lindas. A Paola que me deixou chocada com a sua alegria de viver e sua perseverança em superar qualquer obstáculo em busca da felicidade e a Georgia, que saiu de uma cidadezinha, sendo mulher e negra, e não se deixou abater por qualquer preconceito a respeito de sua idade, raça ou sexo e provou pro mundo que a mulher pode ser quem e o que ela quiser!

Eu tenho MUITO orgulho de fazer parte disso porque acho que cada mulher vai se ver um pouquinho nessa campanha e cada mulher poderia também fazer parte dela, porque no final a gente descobre que tudo é possível mesmo! 

Aperta o play!

 

Descubra que é possível com Neutrogena ♥

 

 

Bom, gatonas, eu fico muito emocionada com isso e uma coisa que falo no meu vídeo é a mais pura verdade: NUNCA DEIXE QUE NINGUÉM TE DEFINA COMO VOCÊ NÃO QUER SER DEFINIDA. Só você pode dizer o que você quer ser e o que você será, independentemente de qualquer coisa que já tenham te dito ou de qualquer padrão de beleza. Acredite: se uma gorda, baixinha e levemente maluca está numa campanha de beleza… Tudo é possível! huahauahua

 

O que vocês acharam meninas?! Me contem TUDO e ajudem a compartilhar essa iniciativa LINDA da Neutrogena!!! ♥ Veja mais em https://www.youtube.com/channel/neutrogenabrasil e no site https://www.neutrogena.com.br 

 

 

HUA HUA

BJÓN

“Ei, não é OK ser gorda”… Oi? WTF essa revista está fazendo?! Shame on you Glamour!

Olá queridas, não tenho como ser polida, educada, simpática, sensata ou qualquer outra coisa… Porque o que apenas consegui pensar e dizer foi “MAS QUE PORRA É ESSA?!?!” quando li a carta editorial da Mônica Salgado, a última de 2015 e que encerra o ano da revista Glamour. Me desculpe, mas faltou GLAMOUR na minha reação… E com razão! Eu não quero corroborar com a ideia insana de uma ex-gorda, que decidiu por desejo pessoal emagrecer, que toda gorda é, ou deve ser, infeliz. Ok, todo mundo tem uma opinião, inclusive as repórteres, e acho que todo mundo tem que buscar felicidade, mas uma revista apoiar um discurso que OFENDE e OPRIME a liberdade corporal da mulher é GRAVÍSSIMO. Também não acho que o “politicamente correto” é errado ou chato, principalmente quando ele significa RESPEITAR o próximo.

 

[blockquote author=”Kariny Grativol, produtora-executova da Revista Glamour” pull=”normal”]”Ei, não é OK ser gorda. Não é possível se sentir bem com obesidade. Falo com propriedade: fui obesa infantil e vivi o efeito sanfona por 15 anos, até fazer cirurgia bariátrica. Emgareci 47kg e hoje sou feliz com o meu manequim 44″ [/blockquote]

 

E vem cá, que merda é essa de dizer como as pessoas devem ou não viver? Que porra é essa de dizer o que é “OK” eu fazer da minha vida e o que não é? O quão legal, incrível e tão melhor que a minha é a vida dessas pessoas da redação pra dizer como EU devo lidar com as decisões sobre O MEU corpo e as consequências que isso terá para a MINHA vida?

Vou dizer o que não é OK: não é bom, não é saudável, não é educado e não é legal uma revista de circulação nacional apoiar – mesmo que indiretamente – discursos de ódio. Apoiar a opinião pessoal de uma repórter que afirma que ser gordo não é legal APENAS E UNICAMENTE aumenta o ódio e a gordofobia.

Vou te contar uma coisa Monica Salgado, a opinião da sua repórter não vai fazer eu entrar em um regime e também não vai fazer com que eu acorde mais magra amanhã. Mas INFELIZMENTE ela pode fazer com que uma série de leitoras da revista passem a me olhar com cara feia, nojo, pena ou que passem a se sentir no direito de julgar meu corpo só porque eu sou gorda – direito que NINGUÉM tem, aliás. Para mim, tudo bem, eu já aprendi a lidar com o meu corpo, a amá-lo e aceitá-lo, mas e para as meninas que ainda estão trabalhando a autoestima? E para as que sofrem bullying no colégio?

Falar que não é legal ser gorda não faz diminuir as doenças decorrentes da obesidade, apenas faz com que aumentem as consequências psicológicas da opressão corporal em quem é gorda. 

Agora me diz, cara diretora de redação: A REVISTA GLAMOUR NÃO É FEITA PARA MULHERES? Por que então você está tentado tanto OPRIMIR a mulher com esse discursinho barato e cheio de chorume? Por que você não LUTA PELA mulher, pela sua liberdade e pelo seu bem estar em vez de tentar colocar todo mundo na mesma caixinha da infelicidade e preconceitos?!

Olha só, não é porque eu sou gorda (e talvez eu só entenda isso porque eu sou gorda) que eu tenho que pensar e me sentir como todas as outras gordas. Sem contar que essa repórter sofreu por ser gorda e viveu no efeito sanfona até fazer a cirurgia bariátrica provavelmente porque deixou ser influenciada por opiniões equivocadas sobre alimentação, regimes malucos e porque sempre sofreu pressão de discurso como esse que agora ela está reproduzindo e com o aval de um veículo de comunicação de alto alcance. Ou seja, ela se fudeu quando era gorda (como todas nós) e a agora está replicando o mesmo discurso opressor, que não ajuda e só piora a situação de qualquer gorda.

Sem contar as outras opiniões mesquinhas que eu não tenho tanta propriedade pra falar, mas sei lá, só acho que não é porque uma editora é super workaholic que isso desmerece as donas de casa por opção. Eu sou workaholic e namoro, mas não acho que é o trabalho, a carreira, o casamento OU um certo tipo de corpo que faz uma mulher ser mais mulher – ou ser mais “ok” e, portanto, apresentável.  

 

Veja, é incabível para mim que em pleno século 21, com tamanha liberdade que já conquistamos e com tanto mais que buscamos, que uma revista me diga que o MEU corpo e MINHAS decisões não são aceitáveis. Eu não preciso que essa revista me defenda, porque não sou leitora e nem o público alvo dela, mas acho que o MÍNIMO é que ela não me ataque como mulher! 

 

E eu fico com VERGONHA que alguns amigos jornalistas tenham que se submeter à tamanha humilhação de trabalhar em uma revista tão ATRASADA, MESQUINHA e IGNORANTE.

 

 

Sim, eu estou nervosa, inconformada e chocada. Esse é um post EMOCIONAL, porque eu não tenho como ser imparcial nessa questão. Só que as pessoas e os veículos TÊM que entender o poder que tem as palavras, a influência que têm os grandes veículos e como isso gera consequências na formação do pensamento social. Gente, não dá mais pra apoiar ou fechar os olhos para o preconceito e essa maneira simplista e excludente de pensar… E uma diretora de redação deveria ter VERGONHA do pensamento horrível de pessoas que trabalham sob o seu nariz e não apoiar esse tipo de estrume verbal. 

 

 

Apenas minha opinião sincera, coisa que aparentemente a Monica Salgado valoriza acima de qualquer outra coisa, né?!

 

 

 

BJÓN

Como eu me assumi plus size! | A Gorda e O Gay

Olá queridas, eu sei que ontem teve vídeo também, mas é que eu não podia deixar de compartilhar esse vídeo da minha série com o Lucas, lá no MdeMulher…Se você não conhece o A Gorda e O Gay, clica aqui.

O fato é que esse episódio, apesar dos nossos sorrisos e da nossa tranquilidade ao falar, foi um dos mais tensos para gravar porque mexe com muitos sentimentos profundos, muita superação diária, muitos estalos psicológicos e mexe muito com a nossa autoestima.

A gente aceitou e quis se expor assim, sem filtro, para que quem visse o programa também soubesse que é difícil passar pelo processo de aceitação – do que for, seja do corpo ou da sua sexualidade – mas que depois que você entende a importância disso na sua vida e na vida das pessoas, você passa a ser realmente uma pessoa mais segura de si e mais empoderada. 

Enfim, espero que vocês gostem do episódio de hoje e que isso lhes dê forças para se aceitarem do jeito que forem também!

Como eu me assumi plus size! A Gorda e O Gay ♥

 

Enfim, até me emociono pela história de como eu me assumi e também pela história do Lu, que foi fisicamente sofrida também.

 

Para finalizar, só quero dizer uma coisa: quando tem AMOR envolvido ninguém sai perdendo… Seja amor pelo seu corpo, seja amor por alguém do mesmo sexo, seja amor pela vida! Amor gera amor, gente. Vamos amar e se amar? ♥

 

 

Por enquanto é isso

 

HUA HUA

BJÓN

Dúvida da leitora: “Engordei e meu namoro terminou” | Como lidar?

Olá queridas, sempre recebo muitas dúvidas por e-mail e ultimamente uma delas em especial tem chamado minha atenção. A forma como é dita varia muito, mas basicamente se resume a “engordei e meu namoro terminou, como lidar?”. Só digo uma coisa: PARE DE CULPAR A GORDURA PELO FIM DO SEU NAMORO! 

Bom, já deixo claro que eu não sou psicóloga, mas já passei por situações de término de namoro por insegurança com o corpo e também já passei por mudanças no corpo sem terminar namoro. Então, talvez consiga ajudar, dar uma luz, uma ideia ou só compartilhar um ombro amigo…

Vamos lá, existe é claro a chance do relacionamento ter acabado depois que você engordou porque a outra pessoa é uma fútil que só se importa com um corpo no padrão para exibir por aí, mas se for esse o caso, amiga, acredite: você está melhor sozinha! Ninguém merece ter uma relação limitada com um(a) idiota fútil que só pensa em estética e aparências.

Já se a relação começou a se deteriorar quando você começou a se sentir mal com o próprio corpo e foi mudando as atitudes em relação ao outro por insegurança, mal humor, falta de autoestima… Aí é outra história! A verdade é que seu namoro não terminou porque você engordou, ele terminou porque você não teve maturidade/autoestima/maleabilidade/capacidade de adaptação entre outras características que você poderia ter tido, para se adaptar ao novo corpo e à sua nova realidade. Sua vida poderia ter mudado em diversos outros aspectos, por exemplo você poderia ter perdido o emprego, descoberto uma doença, poderia ter quebrado uma perna, sei lá, mas você engordou e isso pareceu o maior infortúnio que poderia ter acontecido na sua vida… Mas não é! O problema é que estamos tão acostumadas a ter um velho preconceito em cima das gordas que engordar parece pior que qualquer outra coisa – e realmente nos parece um motivo para que o nosso(a) parceiro(a) não tenha mais NENHUM interesse em nós. Esse tipo de pensamento nos foi (e ainda é) ensinado das formas mais sutis e sem que a gente perceba já estamos querendo “perder 2 quilinhos para arrasar no verão” ou “ficar como a Gisele Bundchen numa lingerie para enlouquecer nosso homem”. E aí, sem nos darmos conta, é como se o fato de sermos/estarmos gordas anulasse QUALQUER outra qualidade nossa e tudo que sustentasse nosso relacionamento estivesse sediado sobre o nosso corpo. E isso é TOTALMENTE errado em vários níveis!!!

♥ 5 motivos porque você NÃO deve culpar a gordura pelo fim do namoro

É se diminuir MUITO achar que a única coisa que você tem "de bom" é sua aparência e que é por causa dela que uma pessoa deve ou não te amar. Você não se resume a uma imagem no Instagram!
 É ser muito preconceituosa achar que a outra pessoa não vai gostar de você porque você é/está gorda. A outra pessoa pode MUITO BEM preferir gordas às magras e isso não é tão incomum quanto você imagina. E aí é tipo de preconceito que mais te prejudica: o de você com você mesma!
3º A outra pessoa pode realmente não ligar MESMO para o fato de você ter engordado. Dê um crédito ao seu parceiro e um voto de confiança de que ele diz a verdade quando fala que "ama você assim, do jeitinho que você é" 
4º Mesmo que você ache que o seu corpo de antes era mais bonito, suas outras qualidades e características continuam igual apesar das mudanças corporais. Não deixe que a sua aparência transforme sua personalidade! Trabalhe sua personalidade independente da aparência - uma coisa não depende da outra.
5º Se apesar dos motivos anteriores você ainda está se sentindo mal, faça alguma coisa para mudar! O que não dá é ficar reclamando sem parar e não fazer nada para mudar a situação. É fácil ó, você tem 2 opções: ou se mexe e muda ou se não quiser mudar aceite sua nova realidade. Quem gostar de você vai gostar de você do jeito que você é!!!

 

Bom, gravei um vídeo pra contar de um caso que aconteceu comigo. Na época eu era mais magra do que eu sou hoje, mas ainda assim tinha o corpo fora dos padrões e me sentia mal por isso o que me levou a ser uma companheira reclamona e nada agradável de se estar junto. Aperta o play para ver a história:

Meu namoro terminou porque eu era… Aperta o play! ♥

 

Depois de muito tempo e muita análise, relembrando essa história eu finalmente entendi o que as pessoas queriam dizer quando falavam que a aparência pouco importa, o que importa é o que a gente tem por dentro. O negócio é realmente não deixar que o nosso descontentamento com o que a gente vê por fora estrague o que a gente tem por dentro e também né, meu povo, é pegar mais leve com nós mesmas e perceber que todo mundo é único e perfeito. 

 

Enfim, espero que o vídeo tenha feito você rir/refletir e me conta se você já passou por isso, se algum namoro terminou por conta de aparências e como fez pra sair dessa!!! Ah! E se você ainda não for inscrita, se inscreve lá no meu canal no Youtube >>> www.youtube.com/juromano

 

 

Por hoje é isso

 

HUA HUA

BJÓN

11 minutos sobre autoconfiança que vão te fazer pensar mais do que anos de terapia

Olá queridas, sempre que eu vou contar minha história, sobre como eu encontrei minha autoestima e aceitei quem eu sou, eu conto que aos 19 anos eu fui para a terapia por achar que tinha alguma coisa errada em mim. De fato tinha. Eu descobri que o que estava errado em mim era me importar demais com o que as pessoas pensavam ao meu respeito.

Certo dia após eu esbravejar sobre como me incomodava o quanto uma pessoa me criticava a respeito do meu corpo Dona Vera, minha terapeuta, me perguntou:

– Seu corpo tem algum problema? Ele te impede de fazer o que você tem vontade? Você, Juliana, tem algum problema com ele?

E eu respondi:

– Eu não! Pra mim ele está ótimo assim, mas é que as pessoas ficam me criticando e falando uma série de coisas...

Antes que eu pudesse continuar, Dona Ver me cortou e disse:

– Juliana, se as pessoas têm algum problema com o seu corpo, com a sua personalidade ou com o jeito que você encara a vida esse é um problema delas. Não é um problema seu. Portanto, se isso incomoda elas e elas é quem ficam infelizes por você ser assim, por que você acha que é você que tem que vir para a terapia? Por que você acha que o problema é seu? São ELAS que se incomodam pela sua vida que deveriam estar na terapia.

 

Eu tive uma luz esse dia, porque tudo que eu sempre quisera fazer até aquele momento tinha sido um misto das minhas vontades mais as vontades dos outros. Até aquele momento, todas as decisões que eu tinha tomado tinham sido baseadas em um equilibrio frágil de “o que realmente me faz feliz” + “o que os outros vão pensar” e o resultado dessa equação era uma Juliana incompleta, infeliz e insegura.

Então comecei a me questionar: o que tem de tão ruim em mim, para eu levar a opinião dos outros mais em consideração do que a minha própria opinião? 

A resposta, é claro, era NADA. Nada em você é pior ou melhor que em qualquer outra pessoa. Só que quando se trata da sua vida suas decisões têm mais peso porque são elas que vão definir as consequências para você e o rumo que sua vida vai tomar – ao contrário do que qualquer pessoa possa dizer.

Bom, lembrei disso porque assisti esse vídeo MARAVILHOSO no formato de TED, de um escritor canadense, o Shane Koyczan, que sofreu bullying durante a infância e fala muito bem sobre esse processo de autodescoberta e autoconfiança e todas as dificuldades que vêm com isso.

Nesse vídeo ele consegue resumir o quão deturpada é a relação que a gente tem com a nossa própria personalidade, com a nossa autoconfiança e como a sociedade acaba massacrando tudo que a gente tem de original, de único, de especial ao tentar impor um padrão, uma regra… 

Bom, eu fiquei absolutamente inspirada e emocionada com o vídeo. Ele começa super bem humorado mas depois vem e VRÁÁÁÁÁ te dá uma voadora moral que você nem vê daonde saiu, mas que pega lá no fundo e faz você se questionar e se identificar.

Vale assistir, então aperta o play!

11 minutos de autoconfiança por um cara que superou o bullying ♥

 

Quando eu me questionava a respeito de mim mesma esse tipo de vídeo com esse gênero de mensagem não existia na mídia (aliás, nem o Youtube existia ainda, diga-se de passagem…), mas acho que se eu tivesse assistido isso talvez a luz que a Dona Vera me deu tivesse vindo antes e eu pudesse ter evitado tanto sofrimento… Ou não. Mas espero de coração que funcione para você ou para quem quer que precise de um up na autoconfiança! 

 

Achei bom, achei profundo, achei útil. Espero que tenha sido tão legal pra você quanto foi pra mim e é isso aí. Me conta o que você achou nos comentários!!!

 

HUA HUA

BJÓN

Gorda no verão: como lidar? | Tem gorda de biquíni no Youtube, SIM!

Olá queridas, esse post é rapidinho, só para chamar vocês para verem o novo vídeo lá do meu canal (se inscreve lá > https://www.youtube.com/juromano ) no Youtube, onde eu falo de gorda no verão, como lidar com esse momento da sua vida, como eu superei meus traumas e botei a pança no sol, além da minha mensagem de incentivo para você realmente curtir esse verão gorda, magra, alta, baixa, com celulites ou sem, com estrias ou sem e tudo mais (ou menos) que você tiver aí.

Também gostaria de deixar aqui nesse post, minha querida gorda no verão, uma reflexão para você fazer quando estiver com medo de botar sua roupa de banho e ir ser linda na praia: pense que VOCÊ pode servir de inspiração e encorajar outras mulheres que também estão com medo de tirar a roupa na piscina ou na praia, mas que ao verem VOCÊ de maiô/biquíni podem pensar que o verão também pertence a elas. 

Enfim, fiquem com o vídeo e se gostarem não esqueçam de dar um jóinha em baixo e de compartilhar com as suas amigas…. Tia Ju agradece muito, sua linda! ♥

Gorda no verão: como lidar?!? ♥

 

Antes que vocês se descabelem na dúvida, o biquíni da Mulher Maravilha foi feito sob medida inspirado nesse desenho aqui e você PODE ENCOMENDAR TAMBÉM um na loja A Minha Praia é… nesse link aqui.

 

Bom gatonas, fiz esse vídeo com todo carinho para inspirar você e outras mulheres a se amarem como são, então espero que vocês tenham curtido o vídeo e que vocês realmente tenham MUUUUUUITAS alegrias nesse verão!

 

HUA HUA

BJÓN

 

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